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Tive dificuldade em manter a suspensão de descrença assistindo esse episódio. Estou assistindo fantasias as mais variadas, futuros distópicos, mãos falantes e colegiais que de repente despertam super-poderes mas o que me incomoda é uma série sem nenhum elemento fantástico. A culpa é quase toda da Kaori, a protagonista. Em um mundo aparentemente normal, igualzinho ao meu, uma japonesa com aparência nórdica, que se comporta como a fada das pombas e que muda de personalidade mais rápido do que eu pisco me soou extremamente falso e forçado. Eu sei, e já vou chegar lá, que tudo isso tem explicação. É só que não importa quão convincentes sejam as explicações, algumas coisas acabam chamando atenção de qualquer jeito.

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Eu não tinha a intenção de escrever sobre continuações porque acabei de criar esse blog e, portanto, nunca escrevi sobre as prequelas. Mas para Psycho-Pass 2 eu tenho que abrir uma exceção. Se você não assistiu não assistiu Psycho-Pass, faça um favor a si mesmo e assista o quanto antes à melhor obra de Gen Urobuchi (me desculpe, Madoka). Não quer assistir? Vai ler esse artigo mesmo assim? Não se importa com spoilers? Então um breve resumo:

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