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Shingeki no Bahamut continua não parando para explicar nada, o que as vezes pode ser um pouco confuso porque estão transmitindo uma série de informações importantes. O começo é um bom exemplo: parece haver algo entre anjos e demônios (clássico), uma chave celestial foi roubada, e se duas dessas chaves forem unidas (só existem duas?) “ela despertará”. Suponho que esse “ela” seja o Bahamut do título e o dragão do primeiro episódio. Confiam que uma humana, uma tal Joana D’Arc (um nome poderoso que dá o que pensar sobre esse personagem mesmo sem jamais tê-la visto) da Ordem de Órleans encontrará a chave. E nada é dito a respeito, mas fica mais do que subentendido que é a demônio protagonista a responsável pelo roubo, de alguma forma. Aliás, nesse episódio ela conta seu nome: Amira. Estará Favaro disposto a ajudar uma demônio caçada pelos céus, pelo inferno e pelos homens a chegar até a mítica cidade de onde ninguém volta vivo?

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