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Cross Ange não deixou de ser apelativo, mas substituiu o abuso sexual pela escatologia. Pode ainda não ser agradável, mas é uma melhora. Este episódio começa retomando de onde o anterior parou, com a recruta morrendo. A novidade é que teve uma trilha sonora animadinha enquanto ela morreu dessa vez. Foi um breve momento de dissonância cognitiva mas tenho certeza que foi acidental, o que torna a cena hilária. Imagine só uma garotinha inocente e cheia de esperança e vida pela frente (muito embora tenha sido enviada para uma filial do inferno lutar pela segurança de um mundo que a odeia) sendo despedaçada ao meio, cuspindo sangue, e uma música de batalha animada tocando no fundo. E ela tinha apenas 12 anos, descobri nesse episódio. Ainda era uma criança. Mas se você pensou que um cadáver faria Ange mudar de ideia, pense de novo, porque precisou de bem mais do que isso!

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