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Mas o anime deu certo. Depois do último episódio eu estava preocupado que Kiseijuu fosse virar uma história de ação bem clichê, mas não foi o que aconteceu. Certamente não faltou ação no episódio, mas o anime ainda não é sobre ação, mas sim sobre seus personagens e como eles se desenvolvem e reagem ao que acontece ao redor deles. Os parasitas da prefeitura não são um grupo homogêneo, o Shinichi não vai ser atacado por parasitas cada vez mais fortes, o detetive ainda tem muito o que contribuir com a história, entre várias outras coisas. Aliás, se teve um problema nesse episódio, foi ter coberto coisas demais. Mas suponho que as vezes isso seja inevitável.

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Não se importe com o tom prepotente do título. Estou só sendo prepotente mesmo, mas foi só um pouquinho, ok? Na verdade acho que isso é inevitável para qualquer um que tente achar sentido em obras do Kunihiko Ikuhara. E não é uma coisa ruim, exercitar a mente é sempre bom. Basta tomar cuidado para não acreditar demais em si próprio, e isso eu faço. Escrevo essa introdução complicada por considerá-la adequada num artigo para esse episódio, onde finalmente a história começou a fazer menos sentido. Eu fiquei um bom tempo tentando compreender tudo o que vi, mas francamente não creio que seja possível. Concluí que simplesmente não há informações suficientes ainda. A história sobre o passado da Lulu não foi uma história, mas uma grande alegoria que eu acredito estar incompleta. Dá para ver o óbvio, mas não acho que Yurikuma irá se limitar ao óbvio. Nesse artigo tento listar o que eu vi no episódio (incluindo o óbvio) e fazer ligações com os demais episódios, se possível.

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Essa semana não houve Assassination Classroom. Por causa do sequestro de dois japoneses pelo Estado Islâmico acharam que seria de mau gosto passar um episódio onde uma pessoa tenta cometer um assassinato à facadas. Infelizmente um dos japoneses foi morto. Felizmente o outro foi negociado em troca de um prisioneiro. O episódio 3 de Assassination Classroom supostamente foi transmitido por alguns serviços de streaming, mas não saiu em português então não procurei. Eu entendo inglês, mas nem todos os meus leitores podem dizer o mesmo então pouquíssimas pessoas devem ter assistido o episódio no Brasil, de forma que não haveria para quem eu escrever sobre ele. Mudei o RSS do site (aquele ícone vermelho horrível no menu que parece sinal de celular) para usar o FeedBurner, dê uma olhada, acho que ficou bem legal. E chegamos aos terceiros episódios, o que significa que o ritmo dos animes na média caiu bastante, e essa semana tive muito mais dificuldade em me manter acordado enquanto assistia animes do que na anterior. Classificação abaixo, veja quais foram os melhores episódios da semana e quais foram os mais entediantes!

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Estava parecendo meio boboca mesmo que apenas por interferir com assuntos humanos usando sua magia o Céu decidisse por birra impôr a virgindade à Maria. Não vou dizer que a solução de Junketsu no Maria é ótima, mas acho que lidou bem com o problema. E como se trata de uma fantasia histórica é inevitável comparar Maria aos fatos reais da época em que a história se passa. Já tive contato com cristãos, e particularmente com católicos, profundamente incomodados com a forma como sua religião e sua igreja são retratados. É uma questão relevante o bastante para merecer tratamento nesse artigo. Não menos importante em se tratando de religião, parece confirmado que as bruxas no anime são de inspiração majoritariamente celta. É bastante coisa para um artigo só! Vou tentar falar o suficiente sobre tudo isso sem que o texto fique muito grande ou muito cansativo. Me acompanhe!

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Quando percebi que o grande Ookoninushi, o senhor do templo de Izumo e mestre de cerimônias  da reunião dos deuses, tem a mesma voz do grandessíssimo sacana senhor Orihara Izaya, chefão da máfia de Ikebukuro, o primeiro pensamento que me passou pela cabeça foi: a senhorita acabou de tomar na bunda, Nanami-sama. E eu estava mais do que certa. Hiroshi Kamiya, obrigada por seus serviços.

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Obrigado, Death Parade, por responder uma das minhas perguntas. É sim possível que ambas almas penadas reencarnem ou vão para o vazio. Mesmo quando relações complicadas entre seres humanos estão envolvidas, mesmo com um pouco de mentira envolvida, é perfeitamente possível que todos sejam no final julgados boas almas e enviados para reencarnar. Suponho que o inverso simétrico também seja possível, e imagino que episódio tenso seria um em que ambos não prestassem e acabassem jogados na lata do lixo do vazio eterno.

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A identidade de Hollywood foi revelada mais rápido do que eu esperava, o que significa que ela não é a vilã da hora. Ela apenas se considera um monstro e por isso acha que não tem direito a amar e ser amada como um ser humano ou algo assim. Daí no espaço de dois episódios ela conhece Shizuo, Celty e Yuhei, considera que os três são monstros por motivos diversos (bom, sobre a Celty acho que não há dúvidas, né) mas não obstante vivem suas vidas normais. E ela fica feliz com isso. Mas ela irá parar de matar? É lógico que não!

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