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E eis que fui positivamente surpreendido. Como esperado, esse foi um episódio de ação, e sustento que deva ser assim até praticamente o final. Mas ao invés da ação que o anime vinha tendo até agora, (mal) inspirada em battle shonen, é ação com suspense, ação em território desconhecido, ação subindo os degraus do desespero, enfim, ação comum em histórias de horror. E para um anime de horror, apenas faz muito sentido que seja assim.

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Ô qual é a desse suspense sobre o “crime” que a Ginko cometeu com a Sumiko, hein? Admito que já estou quase arrancando meus cabelos para descobrir. Esse episódio é continuação direta do anterior, retomando-o desde seu final. Kureha se lembrou de Ginko, que pelo visto ainda não sabe como reagir. Então Kureha se aproxima e encontra o colar que foi de sua mãe, e que a diretora Yurika a havia alertado que estaria com o urso que a matou. Ela pergunta, frustrada, porque Ginko tem aquele colar, mas não obtém resposta. Ginko e Lulu desaparecem no dia seguinte, e Kureha está dividida entre dois sentimentos fortes e conflitantes.

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Essa semana ninguém morreu, essa é a boa notícia. Ainda assim, a tragédia segue sendo o tom da temporada, com episódios tensos ou muito pesados, principalmente KimiUso, Junketsu no Maria, Tokyo Ghoul e Yurikuma Arashi. A notícia melhor ainda é que agora o Anime21 tem uma fanpage oficial no facebook. Quero dizer, para ser sincero essa fanpage existe há tanto tempo quanto o blog, mas é que só agora, com o avatar/mascote pronto, a considero apresentável para o público geral. Se você usa o facebook e acompanha o Anime21, entre lá na fanpage, curta, e saiba quando os artigos saem antes de todo mundo, entre outras coisas que planejo para a fanpage mas não vou prometer nada agora porque sério, demorei cinco meses só para ela estar apresentável, então já imagina né. A má notícia é que tive problemas pessoais e não tive tempo de assistir Binan Koukou e Dog Days”, mas espero que não faça falta para ninguém. Em compensação, essa foi uma semana com Sailor Moon, e eu assisti, então veja a seguir a minha classificação pessoal dos 20 episódios de animes da temporada que eu assisti essa semana.

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Interessante reviravolta. No primeiro desafio que a turma 3-E enfrenta, é o professor Koro quem acaba sendo salvo, ao invés de salvar sua turma. Parece que esse bando de alunos já melhorou bastante, hein? Eles foram derrotados, mas emergiram triunfantes mesmo assim. A escola pode se contentar por ter mantido o status quo, mas mentalmente esses alunos já melhoraram muito e será muito difícil quebrá-los mais uma vez.

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Escrevi bastante sobre o livre-arbítrio nos artigos sobre os dois últimos episódios porque ele era de fato tema central neles. Como ações ensejam reações, é lógico que uma escolha que se faça irá ter uma consequência, e esse é o outro lado do livre-arbítrio que muita gente normalmente ignora. Especulei e falei um pouco sobre as tais consequências também, mas foi só nesse episódio que as escolhas de cada personagem começaram a cobrar deles um preço alto. É um pouco curioso que um anime de fantasia histórica, com magia, temas religiosos e guerras tenha um plano de fundo que trata de liberdade e responsabilidade. Mas isso é tão forte que acho que os personagens estão perdendo prioridade e estão se desenvolvendo pouco. Exceção honrosa: Ezequiel. Os demais, mesmo a protagonista, podem ter refletido um pouco, podem ter até refletido bastante em alguns momentos, mas se chegaram a alguma conclusão foi a de que deveriam continuar como estavam antes. Eu não acho isso ruim, mas pelo menos da Maria eu espero um pouco mais.

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Um episódio cheio de dados desencontrados e informações pela metade que nem com o que já foi exibido até agora é suficiente para fazer qualquer juízo. Dá para ter certeza que a Nona está planejando algo que o Oculus não pode saber e que tem pouco tempo para concluir seu plano, mas tudo isso já era sabido de antes, de uma forma ou de outra. A informação nova e importante é que humanos em julgamento e juízes são fisicamente iguais: ambos são bonecos. Claro que eu posso ter entendido errado essa parte, mas vou fazer essa aposta. No meio disso tudo, a Mulher de Cabelo Preto se lembrou que um dia foi viva. A história dela não é a história desse purgatório onde as almas são julgadas, mas esse pequeno acontecimento para a Mulher de Cabelo Preto, desconectado de todo o resto do episódio, está ali para dizer que ela é a pessoa mais importante do anime e que provavelmente tudo irá acontecer no final em função dela, tenha sido esse o plano da Nona ou não.

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E esse episódio foi chato pra caramba. É mais um episódio de construção do enredo, coisa comum e básica em Durarara, mas o problema desse em particular é que focou demais em um personagem recém-chegado com quem eu simplesmente não me importo ainda. E se a personagem não é importante, ficar meio episódio assistindo o seu passado é entediante. Até é um passado interessante, mas para o padrão de Durarara é razoavelmente normal, principalmente considerando que ela é do núcleo russo de personagens. A sensação é que perdi uma boa dezena de minutos assistindo outra história. Com o mesmo espírito de Durarara, mas outra. E eu queria assistir Durarara. Isso é pedir demais? Esse episódio também foi o fundo do poço em termos de animação nessa temporada de Durarara até agora.

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