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E voltamos ao que promete ser o jogo mais legal do anime. Todos esperamos suor, cansaço, esforço, jogadas épicas… E aparece o Aomine. Tomando café. Calmamente. Longe da quadra. Com a Momoi. Ok rapazes, sorriam e acenem.

Claro que é uma daquelas coisas que só terão importância ao longo do episódio, então voltemos à quadra. Em apenas três minutos de jogo, o placar já está a 15 para 2 a favor do Kise. Um feito esplêndido mesmo para um jogo de basquete. Os jogadores do Seirin estão ofegantes como seria normal na segunda metade da partida, e não no comecinho. Enquanto Kise se gaba, na plateia Murasakibara e Tatsuya conversam sobre como a técnica dele não funcionará para sempre, por exigir muita energia e concentração. O segundo, por sua vez, rebate que pode até ser, mas o impacto psicológico de ter uma diferença tão gritante na pontuação em tão pouco tempo não será pequeno. Seirin está abalada, e isto pode ser fatal. A prova disto é que até mesmo Hyuga, o capitão do time e melhor arremessador, está errando seus lances. Kagami também não consegue encestar, aumentando a frustração e mantendo a grande diferença até o fim do primeiro tempo. A treinadora, então, toma uma atitude drástica: substitui um dos titulares pelo inexperiente e inseguro Furikata. Tadinho.


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O novato entra em jogo substituindo Izuki, e, ao contrário do que se espera, está aterrorizado. As opiniões se dividem entre achar que ele é uma arma secreta, não levar a treinadora a sério e se sentir irritado por jogar contra um novato. Kuroko e os demais se sentem pressionados a acalmá-lo, fazendo jogadas mais lentas e diminuindo o ritmo do jogo inconscientemente. É como a Riko diz: por ser inexperiente,o garoto acaba sendo excessivamente cauteloso, e contagia o time inteiro com sua atenção. Um único jogador, novato e inexperiente, muda completamente o clima de toda uma partida de gigantes. Parabéns senhorita Riko, fez uma ótima escolha. A tensão se dissipa, os ombros relaxam, as bolas atravessam a cesta e a diferença começa a cair. Furihata se mostra também um bom armador, se movimentando entre seus colegas e executando passes.

Há então um breve flash back, exibindo uma conversa ocorrida em um dos treinos entre os reservas do time. Em um breve intervalo, Kawahara revela que pensa em sair do time. O rapaz se sente insignificante ao ser reserva de um time tão bom, e crê que jamais jogará tão bem quanto os talentos natos que são Kagami e Kuroko, por exemplo. Não vou mentir, rolou empatia, sei como ele se sente. Pra piorar, Furihata também se sente inútil, mas, ao mesmo tempo, ele confessa que crê que há sim algo que ele possa fazer pelo time um dia, e que, mesmo que seja no banco, ele quer permanecer ao lado dos demais até o fim. Fofo. Ainda bem que ele estava certo, ou me sentiria mal em saber que ele desperdiçou seu colegial inteiro com esperanças vãs.

 

Nada como um bem dado "yoshi, yoshi" pra se sentir parte do time.

Nada como um bem dado “yoshi, yoshi” pra se sentir parte do time.

 

Pois bem, eles se recuperaram a ponto de o Kagami impedir enterradas e retomar a posse de bola. O trabalho em equipe flui e o placar sobe para 23 a 15, uma vantagem infinitamente menor do que antes e com muito mais potencial para virar, ainda mais considerando que ainda é o fim do primeiro quarto. O Seirin se reorganiza, troca novamente de jogadores e muda a estratégia de ataque para o Teppei (que, apesar de tudo, ainda é o ás do time, lembram?). E o novo foco do adversário é o Izuki, que mesmo tendo os Olhos de Águia é desdenhado pela Kaijo. O moreno se frustra e joga ainda mais intensamente, para mostrar a que veio, mas é melhor correr. Os corpos dos jogadores se aqueceram o bastante para que o foco agora seja exclusivamente entre o Kise e o Kagami. Eu, sinceramente, se fosse parte de algum destes times me sentiria bastante frustrada em ser apenas parte secundária do espetáculo dos dois talentosos, mas fazer o quê. Treino nem sempre supera talento nato.

Cito rapidamente a divagação do Aomine nos minutos finais do episódio simplesmente por que: gente, o Aomine divagando? Sério, o que tinha no café dele? Mas gostei do raciocínio do moreno, sobre quais as chances de seis adolescentes com tanto talento para o basquete se juntarem no mesmo time, na mesma época em que também surgem os cinco reis sem coroa, e logo em seguida um deles se juntar ao Kagami, que nunca fez parte desta história mas é igualmente talentoso. Parece até roteiro de mangá, né?

 

"Dai-chan... Isso é chá de cogumelos."

“Dai-chan… Isso é chá de cogumelos.”

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