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Que semana complicada! Mas não nos animes, a minha mesmo, pessoal. Não vou entrar em detalhes porque não vem ao caso, mas por várias razões diferentes eu tive muito menos tempo do que esperava. O resultado foi o atraso de artigos, do qual me recuperei publicando dois artigos por dia em dois dias consecutivos. Esse saldo mesmo deveria ter saído ontem, no meu cronograma ele é um artigo de quinta-feira, mas como tive menos tempo, também assisti menos animes, e eu quis me dar um dia a mais para assistir mais alguns. Ainda assim, só assisti dezoito animes, de vinte e um que passaram essa semana (não teve Yurikuma Arashi mas teve Sailor Moon). E se eu contar que Rolling Girls não está mais saindo em speedsub, a menos que eu assista em inglês (o que eu fiz a semana passada) esse número cai para vinte. Assim, até que consegui assistir quase tudo, não é? Ficou faltando só Koufuku Graffiti e Sailor Moon, e o segundo não é tanto um problema porque quinzenal, então não irá acumular nessa semana. Acho que vou começar a assistir Rolling Girls em fansub normal, o que significa um pouco mais de uma semana de atraso em relação à exibição original, o que convenientemente compensa essa semana perdida. De todo modo, se esses fossem todos os meus problemas ainda estaria bom, porque eu já estava mais ou menos preparado para tanto. Mas eis que, na madrugada de quinta para sexta, quando eu pretendia escrever esse saldo e o artigo sobre o episódio 9 de Yurikuma, o blog experimenta problemas graves com a hospedagem. Estava extremamente lento, era impossível postar artigos, e mesmo se eu postasse ninguém conseguiria acessar. Essa situação durou até pouco mais de uma hora atrás. O artigo de Yurikuma já ficou para amanhã, não tenho condições de escrevê-lo em tempo hábil para publicar ainda hoje, mas esse saldo, como pode ver, já está no ar.

Como nem tudo na vida pode ser ruim, essa semana coincidiu com a volta da Lidy. Ela estava com seus próprios problemas pessoais e impossibilitada de publicar qualquer coisa, mas essa semana, para a minha e a nossa alegria, ela voltou com tudo. Devo dizer que não haveria melhor hora para isso. Aproveito para pedir para que leia os artigos dela: Kuroko no Basket 2 episódio 7, episódio 8 e episódio 9, e Kamisama Hajimemashita 2 episódio 6 e episódio 7. Obrigado, Lidy!

Agora, os meus animes!


Anime21 Diário

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18 – Binan Koukou Chikyuu Bouei-bu Love!, episódio 9

E Binan Koukou voltou a ser um porre. Teve uma tentativa mais forte de fanservice nesse episódio, mas acho que não foi bom. Eu não sou público-alvo do fanservice de Binan Koukou, essa foi só a minha impressão, se eu estiver errado me corrija por favor.

17 – Shinmai Maou no Testament, episódio 9

Softporn decente. Digo, seria, se não fosse a censura pesada, mas isso não dá para evitar, né? Aguarde os episódios em BD se for punheteiro. Já a história… foram tantas reviravoltas que foi ridículo. Mio e Nonaka vivendo juntas? Isso não vai dar certo, não é? Mas deu, as duas parecem estar se dando muito bem e até trabalhando em equipe. E o quê, a Maria é uma traidora? E a demônia morena atrás da Mio não é serva do Rei Demônio, mas de um tal Zolgear, que embora obedeça ao Rei Demônio quer a Mio só para si e por isso está em, hmm, prisão domiciliar? E ela está com ciúmes do protagonista? (Ok, essa parte não é inesperada, ela é uma garota bonita e ele é o protagonista de um harém softporn afinak). E o Rei Demônio é jovem? Puxa, vou ficar tão surpreso se ele for o Tachikawa/Lars (mentira, não vou). E o protagonista que já se defendeu de tanta coisa não teve chance nenhuma contra o Tachikawa dessa vez? E foi capturado? E o demônio vai trocar ele pela Mio com a serva do Zolgear? Puxa, são tantas reviravoltas que… parece ridículo. E é. Oh, bem, pelo menos o softporn está melhorando. Pena que não tenho paciência pra esperar BD.

16 – Aldnoah.Zero, episódio 21

Chato. O objetivo de Slaine tornou-se claro agora: conquistar a Terra e criar nela um reino para Asseylum governar, mesmo que contra sua vontade. Ele pretende forçar uma situação sem volta onde a recusa da princesa traria consequências piores do que aceitar o papel dado a ela por Slaine. Não sei quando foi que ele se tornou uma pessoa tão horrível, mas ele tem método e é inteligente. As princesas trabalharam juntas, o que foi refrescante de se ver, mas ele as sobrepujou de todo modo. Na Terra, Inaho voltou a ser o salvador do dia. Pelo menos agora ele tem um super-computador em seu olho esquerdo para justificar isso pelo menos parcialmente e sofre dano por usá-lo, mas o resultado final é entediante do mesmo jeito.

15 – Dog Days”, episódio 9

Um episódio mediano, e um novo arco de aventuras começou, dessa vez no céu. E mais duas personagens são apresentadas: a misteriosa Aria e a sacerdotisa do céu Farine. E Sharu voltou!

14 – Akatsuki no Yona, episódio 21

Yona é corajosa e corajosamente consegue soltar um fogo de artifício. O episódio basicamente se resumiu a isso. Claro, com alguma pressão psicológica e ameaças físicas, mas como eu sei que nada vai acontecer, ninguém vai morrer nem sequer se machucar seriamente, tanto faz.

13 – JoJo’s Bizarre Adventure – Stardust Crusaders, episódio 33

Acho que o Polnareff é meu personagem preferido dessa encarnação de JoJo. É o que tem maior envolvimento emotivo. Se fosse só por poder bacana, todo mundo ali tem, né. Ele me irrita porque é nojento, e o anime me irrita porque é sempre com ele que acontecem coisas nojentas também, mas ok. E esse episódio teria sido melhor se um Jotaro de sete anos de idade não tivesse resolvido fácil tudo o que o Polnareff vinha se esforçando para superar em dois episódios inteiros.

12 – Durarara!!x2 Shou, episódio 9

Leia meu artigo sobre esse episódio.

Apenas continuação do episódio anterior. Se eu falar muito sobre o desenvolvimento aqui não haverá porque ler o artigo que escrevi, hehe, então leia lá, por favor, onde posso falar mais e com mais clareza.

11 – Assassination Classroom, episódio 8

Leia meu artigo sobre esse episódio.

Esse episódio pareceu um slice-of-life escolar qualquer. Mas um pedaço vital de informação foi revelado: o professor Koro já foi humano e algumas nações estão dotadas de tecnologia para modificar seres humanos e aumentar suas habilidades e capacidades, portanto é certo que ele foi alterado por seres humanos mesmo, e não que seja resultado de um acidente.

10 – Shigatsu wa Kimi no Uso, episódio 20

E agora a Kaori morreu. Ou talvez não, o anime não conclui a cena, mas como KimiUso é previsível, ou ela morreu ou está bem próxima disso. Eu disse há dois episódio atrás que ela não brilharia mais, exceto talvez por um último momento. Nesse episódio ela já não estava mais brilhando, e somando esse 1 com o outro 1 das diversas dicas no decorrer do episódio, a resposta só poderia ser o 2 que foi entregue. No caso dela, a chama não brilhou mais intensamente antes de se apagar, mas ela teve um momento de brilho no episódio anterior. Esse episódio fez uso ostensivo de metáforas visuais para dizer o óbvio, como espectador me senti sendo levado pela mão e chamado de burro pelo anime, mas emocionalmente foi um episódio marcante. Se KimiUso fosse menos melodramático, menos prepotente, e se substituísse o tratamento indigno que dá à violência infantil em sua primeira metade, seria um excelente drama. Da forma como é, ele empina tanto o nariz para cima que tropeça nos próprios erros e fica parecendo ridículo cada vez que se estatela no chão, como quando Kaori disse que faria uma cirurgia para tratar uma doença degenerativa. Uma prova altiva de como direção ruim arruína boas histórias (na verdade, seria boa apenas se não tivesse a questão da violência doméstica, porque aquilo é falha de roteiro sim, mas como é só pretexto para construir o protagonista poderia facilmente ser substituída por qualquer outra coisa melhor).

9 – Tokyo Ghoul ?A, episódio 9

Leia meu artigo sobre esse episódio.

Começa a Batalha do Distrito 20. Ou Batalha do Anteiku talvez seja um nome mais apropriado. Irimi e Koma são os líderes de antigos bandos de ghouls violentos que desapareceram coincidentemente quando o Coruja sumiu no distrito 20. Há um pouco de apresentação da apreensão e nervosismo dos agentes da CCG também, mas eu ainda acho difícil simpatizar com eles, fica parecendo perda de tempo em tela. Pelo menos foi pouco tempo. E a Akira já se apaixonou pelo armário sem graça do Amon? Por quê? Quando? Como? Ela até fica com ciúmes da ex-namorada morta dele, do jeito dela, mas fica. Eu temi que esse episódio fosse se tornar em uma comédia romântica de novo, mas felizmente não foi o caso dessa vez. Touka e Kaneki entram em pânico ao descobrirem sobre o ataque também (aliás, entendo que seja notícia uma operação em larga escala da CCG em um distrito, que foi bloqueado e teve sua população evacuada, mas qual era a necessidade de especificar que a ação envolveria atacar um café, e ainda dizer o nome do tal café? os humanos em Tokyo Ghoul parecem tomar os ghouls por idiotas) e ambos de onde estão decidem partir ao auxílio do velho Yoshimura. Yomo por algum motivo não impede que Touka vá, e ela vai porque dá por certo que já perdeu Kaneki mesmo e agora está perdendo todo o resto, então para que continuar respirando, né? Kaneki é informado por Nishio que Touka e Hinami estão seguras com Yomo, e Nishio prossegue dizendo que desperdiçar a própria vida nesse momento seria tornar em vão o sacrifício de Yoshimura, Irimi e Koma. Bingo. Mas Kaneki não se importa. Daí o Shu aparece de deus sabe onde e tenta impedir que Kaneki vá, e também fracassa. O casal principal certamente se encontrará em algum momento no campo de batalha, e esse talvez já seja o arco final. Se for, com mais três episódios adiante, pelo menos será menos apressado que a primeira temporada.

8 – Junketsu no Maria, episódio 9

Leia meu artigo sobre esse episódio.

Galfa não estuprou Maria, mas a deixou sem magia temporariamente de algum modo. Não consigo sequer imaginar o que ele possa ter feito. Exceção feita ao Arcanjo Miguel, todos os vilões ou antagonistas demonstraram não ter certeza se o que fazem é certo. Galfa não estuprou Maria, não sei se ele tem algo particular contra estupros, mas no mínimo teve consideração pelos sentimentos de Joseph, seu amigo. O conde Guillaume irritou-se com Joseph quando ele veio pedir-lhe para intervir em favor de Maria mas nada fez a respeito; em uma sociedade altamente presa à hierarquia, o que Joseph fez foi insubordinação, e Joseph saiu de lá sem nenhuma punição. Embora não tenha tido seu pedido atendido, o conde teve consideração o bastante para informar-lhe que Maria não seria morta (embora ele não tenha controle sobre isso; parece ser apenas sua expectativa). E Bernard teve uma epifania após conversar com Maria presa em sua cela. Foi interessante, ele passou brevemente por séculos de pensamento filosófico ocidental em questão de minutos e mais ou menos criou em sua cabeça uma hipótese que não negava sua fé ao mesmo tempo em que admitia que Maria estava correta. Mas ainda que interessante, achei esse desenvolvimento do religioso muito apressado, não soou verossímil. Joseph agindo por conta própria, decidindo o que precisa ser feito e fazendo acontecer foi interessante de se ver também.

7 – Yoru no Yatterman, episódio 9

Uma homenagem nada discreta à Speed Racer. Tem até o macaco! Galina é o herói do episódio por salvar Doronjo e seus capangas depois deles serem capturados e estarem a caminho da prisão. Ele tem sucesso em salvá-los (adicionalmente destruindo a prisão) e Leopard parece estar cada vez mais apaixonada por ele, e talvez … esteja ficando com ciúmes de Alouette? Falando na garota cega, seu pai, o general Goro, parece “desligar” quando tenta pronunciar o nome dela. Isso faz dele um ciborgue, acredito. De todo modo, esse foi seu último erro e acabou o episódio preso por ele. Mas sem problemas, porque ele era só um de doze. Ao final desse divertido episódio, a gangue finalmente chega na capital.

6 – Kamisama Hajimemashita II, episódio 9

Em histórias envolvendo divindades, normalmente assistirmos protagonistas humanos e um ou vários deuses interferindo na vida deles. É interessante assistir o contrário, uma deusa como protagonista interferindo nos assuntos dos outros de formas inesperadas, que só uma divindade poderia fazer. A essa altura acho que a Nanami não precisa provar mais nada para ninguém, né? Ela é forte, é corajosa e determinada (para não dizer teimosa). Além de ter um bom coração e ser, acima de tudo, humana. Acho que o ponto alto desse episódio foi o Tomoe se identificando no Jirou, na forma como ele trata o que sente pela Nanami. Na trama romântica Kamisama Hajimemashita tem bastante por onde se desenvolver ainda.

5 – Cross Ange, episódio 21

Estranho Cross Ange nessa posição, né? Melhor episódio de Cross Ange. Deixou parecendo que havia uma boa história, uma boa ideia pelo menos, mas daí alguém mandou esticar e enxertar um monte de porcarias no meio, e o resultado foi esse anime que consegue sempre superar a si mesmo – em fazer pior do que jamais havia feito. Mas o cenário original, o da sinopse e o dos primeiros episódios (tirando a violência sexual desnecessária, mas que mesmo ela com uma história mais sólida talvez não fosse desnecessária) é interessante e cheio de possibilidades. Depois disso é uma bagunça impermeável à lógica e ao bom senso episódio após episódio. Tudo o que surge de potencialmente interessante é logo eliminado, preferencialmente no próprio episódio em que surge. Então há esse vigésimo primeiro episódio. Tudo redondo, nada especialmente fantástico, mas tudo no lugar, bem ajeitado, funcionando. Acontecimentos marcantes para me fazer grudar na tela. E uma frase que pode fazer tudo se encaixar como se houvesse lógica no mundo de Cross Ange: “Demônio de Heisenberg, habitante de mundo não determinístico”. Pode parecer um monte de bobagens só para parecer inteligente, mas eu achei estranho que fosse o caso já que Cross Ange nunca havia fingido ser inteligente (sério, partículas de draconium?) então fui pesquisar. O que encontrei foram conceitos científicos e filosóficos que podem fazer tudo isso fazer sentido. Não, as personalidades de merda da maioria dos personagens continuam personalidades de merda, bem como seus cérebros de ostras, mas o mundo de Cross Ange em si passa a fazer sentido. Claro que, como eu disse, Cross Ange tem o costume de matar as próprias boas ideias pouco depois delas nascerem, então não dá para descartar que fará isso mais uma vez, mas devo reconhecer que pela primeira vez estou ansioso pelo próximo episódio.

4 – Sanzoku no Musume Ronja, episódio 22

Continuação direta do episódio anterior. A perigosa situação entre as harpias e a cachoeira foi resolvida com alguma dificuldade, mas rapidamente. Então a mãe de Ronja a esperava na frente da caverna. E sim, ela queria que Ronja voltasse, mas concordou com Ronja que, no lugar dela, não voltaria enquanto o pai não se desculpasse. Birk não pôde evitar sentir ciúmes e tristeza e lidou muito mal com a situação, tendo precisado uma noite inteira sentado com a cabeça entre os joelhos refletindo para chegar a alguma conclusão edificante. Nessa mesma noite, Ronja dormiu com a cabeça no colo da mãe, como há muito não dormia. Birk não apenas conformou-se com a volta de Ronja para o castelo até o inverno, como afirma que ele próprio irá arrastá-la para lá caso ela não vá por conta. O episódio acaba quando o outono começa, envolto pela névoa que quase seduziu Ronja há muitos episódios atrás e da qual Birk a salvou, mas ela não lembra mais de nada. Fim. Essa cena da neve é simbólica não só do início do outono como do crescimento da própria Ronja. A primeira vez que Birk a salvou foi na névoa do outono passado, e hoje ela olha e ri para a névoa. E só pode rir porque naquela outra ocasião Birk a salvou. Birk também mostrou algum amadurecimento nesse episódio ao entender que Ronja não escolheu romper com sua família, foi o contrário, seu pai que rompeu com ela. Com Birk foi diferente, ele que rompeu com a família e por isso não pode voltar, não tem mais para onde ou para quem voltar, só lhe restou Ronja. Mesmo assim, por Ronja, ele quer que ela parta quando o inverno chegar, mesmo que ele fique ali e congele sozinho. Se gosto de ver o Birk passando por algum desenvolvimento, ainda me incomoda que ele faça isso basicamente sozinho, enquanto Ronja depende dele (e de outros) para mudar. Talvez o inverno finalmente mude isso, ou talvez não.

3 – Garo: Honoo no Kokuin, episódio 21

Leon e German lutam nesse episódio. Como Leon e German, como pai e filho, como Garo e Zoro. Leon não se conforma que seu pai esteja mesmo trabalhando para proteger Mendoza e exige dele a verdade. Antes que Leon se transformasse em Garo, contudo, Garm interfere tentando dissuadi-lo e conta o plano: permitir que Mendoza liberte um horror especialmente horrível e com isso abra as portas para o Makai de onde horrores sairão horrores. Com todos eles concentrados em um só local, planejam usar uma super-arma (parece um castelo de ponta-cabeça no céu) para exterminar um grande número de horrores. A parte horrível do plano é que Valiante seria horrivelmente destruída. Aparentemente o selo já foi quebrado e não há mais nada que ninguém possa fazer para evitar essa horrorosa sequência de eventos. Ainda assim, Leon não acredita que seu pai se envolveria em plano tão horrível e acredita que ele tenha um plano para salvar as pessoas da cidade. Segundo Mendoza, contudo, a verdade é ainda mais horrível: o horror horrorosamente horrível que ele libertou não pode ser derrotado pelo plano dos guardiões. Foi um episódio horrivelmente bom.

2 – Kiseijuu, episódio 21

Leia meu artigo sobre esse episódio.

Por essa ninguém esperava! Ou esperava? Eu juro que não esperava, mas me apontaram várias razões para que isso fosse previsível. Acho que talvez fosse mesmo, e faço um mea-culpa aqui de minha falta de atenção. Estou aqui me dispondo a fazer isso não só por mim mas como pelos meus leitores também, não é? Então eu realmente acho que deveria ter sido mais atento. Sobre o enredo do episódio, gostei da resolução da batalha no prédio da prefeitura, com apenas o Gotou fugindo sozinho, e achei interessante que Hirakawa fosse apenas um humano. Eu cheguei a pensar que esse fosse o caso, mas quando vi um rastro de morte no episódio anterior levando até ele descartei essa hipótese. De novo, me faltou atenção. Nada garantia que ele tivesse matado aquelas pessoas, ou que sequer eles estivessem no caminho que ele percorreu. Mesmo que fosse o caso, poderia haver parasitas que lutaram contra soldados e todos ou quase todos se aniquilaram, tendo o prefeito apenas passado por ali. E com a perspectiva de ser atacado a qualquer momento por Gotou, Shinichi se tornou paranóico. Ele recuperou aquele medo primitivo que ele sentia no primeiro episódio ao ver aranhas, o qual seu pai usava para escarnecer do próprio filho. Agora o perigo é real e o medo justificado, e a Murano enxergou esse sinal de humanidade nele. Quero dizer, humanidade? Medo é um instinto primitivo, como já disse, principalmente um medo como o do Shinichi. É um pouco irônico que ela se sinta mais confortável ao lado dele agora, o que provavelmente significa achá-lo agora mais humano do que quando ele voltou da viagem para se vingar do parasita que matou sua mãe, sendo que o que ele sente é completamente animal. Isso é Kiseijuu querendo nos fazer pensar o que é ser humano, se humanos são mesmo diferentes de animais, e havendo essa diferença, se ela é algo positivo. De todo modo, nessa situação íntima e primitiva entre os dois, outro sentimento primitivo desperta e até mesmo o Shinichi se sente bastante animal por isso. No fim, ele conclui que humanos como ele não são diferentes de parasitas. Excelente episódio.

1 – Death Parade, episódio 9

Leia meu artigo sobre esse episódio.

Selado o melhor da semana. Como eu imaginei, a Mulher de Cabelo Negro agiu no final desse episódio e certamente colocou algo em movimento. A partir do momento em que ela se rebelou contra o “julgamento” do Decim ele pareceu estático, imóvel, enquanto ao mesmo tempo apertou o próprio peito como se estivesse sentindo algo ali. No fim, porém, ele abaixa seus olhos frios sobre ela e … terá cumprido seu julgamento, enfim? Aquele é mesmo o Decim?

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