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Ah, eu e minha boca… Tava toda feliz por Rin-ne não ser um romance, mas eu subestimei a Takahashi-sensei. Ela sempre transforma o casal principal em, bem… casal. E como não podia deixar de ser, em se tratando de dois protagonistas com a profundidade de uma poça de água de chuva de verão e com atração mútua menos intensa do que o Capitão América e o Homem de Ferro, foi necessário o surgimento de um rival no amor para que Rokudou percebesse que está interessado na Sakura. Mas não é um rival qualquer, é alguém que já era apaixonado pela garota e chegou determinado a conquistá-la. O centro do triângulo? Não está dando cinco centavos de cabimento a nenhum dos dois, claro. Sakura precisa mesmo aprender a definir prioridades.


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Tem um garoto novo na escola, e é claro que ele vai estudar na sala da Sakura. E é claro que ele a conhece. E é claro que gosta dela. Mas é um pouco mais do que isso: Tsubasa vem de uma família de exorcistas, então herdou o dom de ver fantasmas assim como a garota. Foi daí que ele se apaixonou por ela, já que se conheceram quando crianças e, por não terem amigos e verem coisas estranhas, se aproximaram um do outro. Ele teve de se mudar, mas nunca a esqueceu. Ela por outro lado nem lembrada da existência dele – desinteresse ou achou que ele fosse outro espírito? Vai saber. Mas além disso, Tsubasa é um exorcista, só que ele usa métodos muito mais agressivos do que os de Rokudou. Ele simplesmente tenta expulsar os espíritos sem tentar entender os seus motivos, o que, certamente, não é a mais eficaz das técnicas. Rokudou vai até ele questioná-lo sobre suas técnicas (na frente de todo mundo) logo após ele ter acabado de chamá-la pra sair (também na frente de todo mundo), mas Tsubasa acha que é uma disputa por Sakura. A garota acaba não respondendo e o deixa sozinho para ir ajudar o amigo a exorcizar o espírito adolescente que os rapazes disputavam mais cedo. Rokudou já está começando a agir de forma estranha, e a dispensa sem pudores. Ao saber, Rokumon fica chateado e vai chamá-la, mas logo volta alarmado porque a suposta namorada de seu mestre está conversando com outro garoto. Detalhe: não só o gato, mas toda a classe acha que os dois estão saindo. Ah, fofoqueiros…

 

Ai ai, amor de infância... Quase me faz ficar do seu lado, Tsubasa-kun.

Ai ai, amor de infância… Quase me faz ficar do seu lado, Tsubasa-kun.

 

Enquanto isso, Sakura e Tsubasa voltam juntos pra casa. Interessante ela ter notado que nunca fora atacada por espíritos antes, mas que isso passou a acontecer bastante depois da chegada do ruivo. Pra alguém tão despreocupada, ela é mais atenta do que eu supunha. O pobre apaixonado pergunta de forma direta se ela está mesmo namorando o seu rival, e diante da negativa, a chama pra sair de novo. Ela diz pra começarem como amigos, sem se preocupar. Detalhe número um: fica bem óbvio que ela não está a fim de Rokudou. Nope. Ao menos, ainda não. Mas ele está a fim dela, caso contrário não estaria tão incomodado, aéreo e caindo de telhados, LOL.

Pra encurtar a história, o espírito que Rikudou está ajudando desta vez se chama Usui, estudava em sua escola e era apaixonado por Miho, uma das amigas de Sakura (é sempre uma garota…). Para que ele descanse em paz, eles vão até a garota e ele pede para que eles vão em um encontro. Por estar usando o mando de Rokudou ao contrário, ele se materializou e ela não desconfia de nada, aceitando o convite. No meio da conversa, Tsubasa aparece todo desconfiado, e Miho sugere um encontro duplo. Sakura aceita, mas sua única intenção é impedir que o novato arranje confusão, mas quem vai dizer isso a ele? O ruivo sai do lugar bastante chateado, sem entender bem o porquê, tadinho. Ele até queria ir junto, mas diz que não tem dinheiro para esse tipo de coisa. Bom, ele é pobre mesmo, mas essa é uma desculpa esfarrapada, tanto é que quando a outra amiga das garotas, Rika, vem conversar com ele, a coisa toda acaba virando um encontro triplo.

Os seis se encontram no parque de diversão, e logo Tsubasa começa a marcar território, encarando o rival e se oferecendo pra pagar a entrada de Sakura. É nesse ponto que eu morro de pena do Rinne-kun: como ele precisa cobrir a parte do Usui e ainda agir como cavalheiro, acaba sendo responsável pelas despesas de quatro pessoas. Sim, ele chora lágrimas de sangue, de novo. Ele mal consegue se divertir, enquanto que Tsubasa não pára de esbanjar dinheiro em sua cara. A vantagem? O moreno está tão concentrado em se divertir com sua amada que deixa Usui em paz. Quando vão ao fliperama e Rokudou, cansado de ver dinheiro alheio sendo desperdiçado, pega vários bichinhos na máquina de garra e dá um à garota, o rival fica furioso. Em certo momento, o grupo se separa para lanchar, sendo que as garotas tentam fazer Sakura entender que Rokudou está gostando dela. Já os garotos descobrem que têm mais em comum do que imaginavam, já que os três não costumavam se divertir com amigos em parques como aquele – Usui por ter saúde frágil, Tsubasa por estar sempre se mudando e Rokudou, por ter ficado pobre (mesmo não fazendo sentido, porque acho que quando o avô era vivo ele tinha uma vida confortável, but wathever).

 

Rokudou e sua cara-de-quem-está-se-divertido-horrores-uhuu-quero-mais.

Rokudou e sua cara-de-quem-está-se-divertido-horrores-uhuu-quero-mais.

 

Ao entardecer, o grupo todo tira diversas fotos, sendo que para a de Usui e Miho é usada uma câmera especial (e alugada) que permita que o garoto leve a foto ao outro mundo. Nem quero calcular o rombo na conta do pobre ruivo só nesta tarde… Mas o importante é que Usui está satisfeito e feliz. O garoto se eleva quando está na roda gigante com as três meninas, desaparecendo no meio da queima de fogos de artifício. As garotas se apavoram com o sumiço repentino, mas aceitam até bem a revelação de que ele na verdade era um fantasma. Bem até demais, nossa, como as garotas esse colégio são estranhas! A volta pra casa é tranquila, mas Rokudou está inquieto (e não é só por estar no vermelho): ele se sente estranho em relação à sua amiga, e ao fato de tê-la achado bonita e ter ficado com ciúmes mais cedo. Já Sakura, mesmo tendo achado o bichinho de pelúcia que ganhou dele meio feio, não faz cerimônia e dorme abraçada a ele. Ora ora, pelo visto as coisas mudaram bem depressa, mas ainda deve demorar pra que algo se desenvolver de verdade. Desde que não seja tão longo quantoInu-yasha, eu estou bem com isso.

É amigo, você está ferrado. Sinto muito.

É amigo, você está ferrado. Sinto muito.

 

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