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~Sim, eu esperei muito pra usar esse título~

Os gêmeos Aldini são italianos, nascidos e criados. Até serem enviados para a academia alguns anos atrás, não tinham nenhuma ligação com o Japão. Então porque diabos eles se chamam Takumi e Isami? Nem faço ideia, e creio que sair por aí perguntando não me trará respostas.

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Me parece que os maiores problemas de Rin-ne de alguma forma estão sempre relacionados com o passado dos protagonistas. Se não for um antigo apaixonado pela heroína, é um velho desafeto do protagonista. Em alguns casos, pode até ser parente deste, como é o caso do cara ruivo que apareceu no episódio anterior e na abertura, que eu, fraca que sou, fui ler o mangá para descobrir quem era. E só posso dizer uma coisa: tomara que o arco dele comece logo.

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Você já ficou assistindo alguém jogar vídeo-game? Ou só eu que sou estranho assim? Porque já fiz muito disso (e de vez em quando ainda faço). Qual a graça disso? Bom, quando estou assistindo um conhecido jogar, a graça é socializar com o tal conhecido. Prestar atenção no jogo para tentar ajudar, simplesmente zombar do jogo ou de quem joga, enfim. Mas admito que não é lá tão divertido assim. O que são jogos eletrônicos? Sem dúvida eles evoluíram muito desde Pong, mas mantém até hoje uma característica básica: repita os mesmos comandos de novo e de novo até vencer, ou perca tentando. Quando se retira os relacionamentos entre os personagens de Dungeon, é exatamente isso o que sobra. E é o que os últimos episódios vêm fazendo, esse incluso.

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Sabe uma coisa em que sou ruim? Bom, são várias, mas me refiro a uma que sou particularmente ruim e que tem tudo a ver com esse episódio. Com o anime inteiro, talvez. Enfim, aposto que você sabe do que estou falando. Está no título até. Sou péssimo com amor, com romance (e isso explica muito minha situação atual, mas isso não vem ao caso). Se não for algo óbvio e seguindo um conjunto de regras facilmente reconhecível (em geral aqueles que se aprende na TV), eu não vou perceber. Eu percebi com sucesso que a Hazuki estava apaixonada pelo Shuuichi, mas tanto o desenvolvimento do sentimento dela quanto seu encontro e sua rejeição seguiram regras de manual de romances adolescentes em anime do começo até o fim (apenas a declaração foi um ponto fora da curva, mas explicável). Escrevo tudo isso para dizer que eu não estava preparado para o que eu iria ver nesse episódio.

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Esse episódio trouxe tantos elementos que eu decidi fazer este review de forma um pouquinho diferente do que eu costumo fazer. Não resumirei os acontecimentos de forma linear mesclados à minha opinião. Não, desta vez eu separarei estes vinte e poucos minutos em três categorias diferentes, cada um representando um aspecto da vida do Takeo e destrinchando a sua relação com a sua mãe, sua namorada e seu melhor amigo.

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O protagonista da ação nesse episódio é Zapp, o mais maloqueiro dos membros da Libra. Bom, o único maloqueiro. Mas a história dele foi só um pretexto e uma forma bastante indireta de contar o que se passa com a White e seu irmão. E a forma como Kekkai Sensen fez isso foi genial. O protagonista da série, Leonardo, apareceu pouco e não se encontrou com sua paquera nesse episódio. O único momento em que ele saltou à frente foi para dar uma informação que logo a seguir seria mais uma dica fundamental para ajudar a desvendar o mistério dos irmãos loiros.

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Nesse episódio como no anterior muita coisa importante aconteceu ou foi revelada. Bom, esse episódio é continuação direta do anterior, então nada mais natural. E assim como no episódio anterior, houve pouca ação. Ainda que Shirou e Archer tenham lutado, não foi assim uma luta muito movimentada. Nem houve tentativa de fazer parecer uma, na verdade, já que não é como se o anime tivesse usado recursos de animação para desenhar menos quadros, os dois simplesmente passaram a maior parte do tempo conversando mesmo.

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