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Souma até agora tem se saído muito bem em sua escola nova. Isto é, tirando o fato de ser odiado por quase todos os alunos, de ter desafiado alguns dos mais poderosos figurões do lugar, não entender metade do linguajar deles e muito menos das técnicas que a maioria sabe com uma mão nas costas… Tirando isso, ele tirou todos os seus desafios de letra. Mas agora a coisa será diferente, oficial, haverão regras, juízes, plateia e ninguém pra pegar leve com ele como Isshiki fez. Até onde vai sua sorte?


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Falando no loiro, ele o acordou (via abertura no teto, fala sério, que coisa mais Love Hina!) bem cedo pra mostrar o orgulho do alojamento deles. Se bem que eu já havia citado isso antes, não? Se sim, desculpem pelo spoiler. Pois bem, há uma horta razoável nos fundos do prédio, onde eles cultivam e selecionam mais de dez tipos de alimentos. Isso sem falar nos animais que criam, na maltação de arroz de Ryouko ou na lenha que o próprio Ibusaki corta e prepara para seus defumados. Ali eles realmente levam sua comida bem a sério, tanto que já estavam trabalhando duro desde bem cedo. Ao provar um dos tomates do cultivo, Souma entente o prazer de tamanho trabalho (às custas de algumas aulas, inclusive): o fruto é delicioso, e as verduras ainda mais. Mas essa não é a única surpresa do ruivo: Megumi se mostra uma ótima cozinheira, seus desastres em sala de aula são apenas derivados de seu nervosismo. Que fofa.

 

Quanta refrescância logo de manhã cedo!

Quanta refrescância logo de manhã cedo!

 

Nesse meio tempo, falam a Souma dos clubes. Sua existência é natural, afinal todas as escolas japonesas têm clubes de diversos tipos, e é claro que estes são diretamente ligados a culinária. Megumi, por exemplo, participa da Sociedade de Pesquisa de Cozinha Regional. Pra mim, o garoto tem muito jeito de quem seria de um clube de culinária japonesa tradicional, mas ele prefere ir dar uma olhada no Estudo de Donmoro. Bem, pelo que eu entendi pratos de don são basicamente tigelas de comida rápida e barata cuja base é arroz cozido. Udon, katsudon, gyudon, todos são derivados de don. Mas apesar de serem pratos apreciados, o Clube de Don está sendo ameaçado por (guess what?) Erina. O presidente, Konishi, foi forçado a aceitar um shokugeki valendo o prédio de seu clube. Mas como a loira é boa demais pra esses pequenos contratempos, uma de suas lacaias, a kogal doida do cutelo Mito Izumi, se ofereceu pra batalhar em seu lugar. Hey, quem aí notou que a Erina atrai  basicamente outras garotas pro seu grupo? Não sei bem o motivo disso, se é a liderança e confiança que ela emana e contagia as demais, ou se os garotos simplesmente a temem e baixam o olhar. Ou quem sabe ela apenas atraia pessoas da sua laia, porque olha, essa Nikumi é super desagradável.

Nikumi (que odeia esse apelido) é especializada em carnes, mais do que a maioria da academia, em especial carnes de primeira. O problema é que ela só se importa com ingredientes e prato de luxo, o que irrita Souma. Como todo bom griffinório, ele se mete na disputa dos outros e toma o lugar de Konishi no shokugeki. O preço é a sua expulsão, claro, mas a condição que ele impõe é que ela entre no clube caso perca. O garoto nasceu com defeito na glândula de ambição, porque nem ligou pra desigualdade dos termos. Um dia ele vai cair afogado na própria autoconfiança, eu torço por isso. Mas deixemos que ele se concentre em seu desafio, afinal, ele precisa se virar para planejar em três dias um prato de don com carne que possa vencer a carne de primeiríssima qualidade de sua adversária.

 

Essa garota tem mesmo permissão pra andar solta por aí?

Essa garota tem mesmo permissão pra andar solta por aí?

 

Souma, Megumi e Konishi se reúnem e conversam sobre como lutar contra Nikumi, mas as ideias não fluem. Pra piorar, as regras do shokugeki mandam que os ingredientes sejam todos preparados pelos próprios participantes, e falta dinheiro para isso. Mesmo que o ruivo insista que don deve ser barato – já que essa é uma de suas principais características – , ainda assim eles precisam de ingredientes para treinar as receitas e criar algo sensacional. Essa parte muito me agradou, pois foi a primeira vez no anime em que Souma foi forçado a treinar incessantemente antes de enfrentar alguém superior a ele, e não simplesmente usou seus dons naturais. E todas as suas receitas foram rejeitadas por não serem boas o bastante. Mas quando Megumi o relembra do sucesso que foi sua carne amaciada com mel, Souma tem um estalo e prepara o que promete ser o seu prato vencedor: don de filé chaliapin (cujo nome ele nem conhecia). Não vou descrever a receita aqui, mas olha, toda essa cebola picada dourada no suco da carne, e esse bife macio… Eu preciso preparar esse prato um dia! Mas será que bastará pra que ele vença mais esse contratempo? Ainda mais quando a adversária usará filé de wagyu, sabidamente a mais cara (média de 40 reais/Kg, sendo que cortes como o contrafilé chegam a 210) e saborosa carne de gado do mundo? Provavelmente sim, mas vamos fingir surpresa no final, combinado?

 

 

Ela bem que podia parar de dar essas lambidas, tá me deixando com agonia já!

Ela bem que podia parar de dar essas lambidas, tá me deixando com agonia já!

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