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Bem vindos a mais um post, que muitas pessoas não devem ler. Eu até imagino o porquê, um dos motivos é que eu demorei 3 fuckin posts pra cobrir o início de FullMetal (e adicionar esse e vários outros). Mas enfim, já que cobri os 6 arquétipos que eu falei que ia focar no meu primeiro post, eu posso começar a separar os acontecimentos que se relacionam a isso. Eu só não fiz antes, porque não queria rushar FMAB. O bagulho de uma forma já pareceu rushado um pouco.

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Recapitulando: No episódio anterior-anterior tivemos a última disputa do Torneio de Ano Novo. O Prédio 4 vs Predio 13. Tivemos lutas, tivemos comédia, tivemos reviravoltas e blá blá blá…

O episódio começa exatamente onde terminou. Juugo revela sua forma depois de ser provocado por Musashi. A partir daí ele fica totalmente fora de controle e começa a destruir o estádio inteiro. Momoko intervém e pede para Kenshiro e Hajime prenderem os dois presos antes que eles destruam tudo.

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Eu odeio e gosto da Swim Swim ao mesmo tempo, gosto dela como vilã mas odeio ela com todas as minhas forças por ela ter assassinado a personagem mais simpática da história, e se não bastasse isso, vale lembrar que a bruxinha carismática estava carregando uma vida dentro de seu ventre, detalhe este que torna o ato de Swim Swim ainda mais repugnante.

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Enquanto escrevo os artigos, me sinto na obrigação de ser o mais sincera possível e tenho que dizer para vocês que acho que o último episódio foi o que menos gostei até agora. Com toda a certeza alguns não vão concordar comigo, porém quando assisti eu achei que ele foi bem fraco, ainda mais se comparado ao último, que foi de longe o melhor de todos para mim, mas vou deixar bem claro aqui todos os pontos positivos e negativos que encontrei nesse episódio.

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O mediano e oitavo episódio de Trickster contou com um novo flashback para criar um interessante background para este novo “arco” que irá se iniciar. Além do flashback, o episódio também apresentou alguns fatos relacionados ao movimento de independência que se iniciou naquele condomínio que foi citado no final do episódio anterior. Tanto o flashback quanto a apresentação de certos fatores só serviram para criar um background e iniciar o “arco” de forma “correta”.

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Majime gosta de muitas coisas. Ele gosta de ler, gosta de palavras, gosta de dicionários. Gosta de observar pessoas, gosta de observar detalhes, gosta de entender significados. Gosta de poesia, gosta de escrever. Gosta do trabalho que ele tem. Gosta da Kaguya.

Apesar de gostar de muitas coisas, ele não tem o costume de esforçar-se muito por todas elas. O “estudo de pessoas” de que gosta se satisfaz com uma mera observação das filas de passageiros saindo de trens e lotando escadas rolantes. Ele não tem o costume de escrever. Ele trabalhava em uma editora de livros sim, o que parece perto de seus gostos, mas era mero vendedor, o que não combina nada com ele, e nada fazia para mudar isso – estava mais próximo de ser demitido do que de receber qualquer promoção ou chamar a atenção de algum chefe. Foi a providência divina que colocou Nishioka e Araki em sua vida.

E ele gosta da Kaguya, mas não foi capaz de se declarar de frente. Escreveu uma longa carta (na hierarquia das coisas, essa certamente lhe pareceu menos difícil), a entregou e fugiu. Fugiu mas ficou esperando que as coisas acontecessem sozinhas. Mas as coisas do mundo teimam em não acontecer sozinhas.

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