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Olá, pessoal! Aqui quem vos escreve sou eu, Tamao-chan, e estou aqui para fazer o primeiro post de Fuuka! Infelizmente não escreverei tanto aqui esta temporada (assim como o Fábio, ou o Flávio) por causa da minha rotina mesmo que vai dar um plot twist (acredito eu), mas continuarei firme e forte às semanas que se seguem!

E este anime me deixou surpresa. Primeiro porque fazia muito tempo em que não via um ecchi, então eu tinha ficado com o pé atrás. MAS, PORÉM, CONTUDO, TODAVIA, ENTRETANTO não (e repito, NÃO) é aquele ecchi que vai atrapalhar na história. São situações casuais que acabam acontecendo, e já já falarei sobre isso. E outra: é um anime slice of life que parece que vai ter um triângulo amoroso no mínimo. Ou seja, seriam DOIS fatores para eu não ver o anime. Mas parece que nesse anime é um fator crucial na história.

E estamos aqui com o meu primeiro post de algum anime do ano! E quem diria que fosse um ecchi… mas um legal, por sinal!

Yuu é um menino que se mudou para a casa das irmãs em Tóquio porque seus pais foram transferidos para exterior. Como estamos no século XXI, sabemos que boa parte dos adolescentes vivem com a cara nos celulares, não é mesmo (se bem que não apenas nos adolescentes, mas alguns adultos também… e crianças… e assim a gente se perde lol)?

Mas aí é que está! Fuuka, cujo nome é o título do anime, não tem um celular! Tanto que ela não consegue medir o perigo de algumas coisas, como desviar de alguma coisa na rua e cair em cima do Yuu, ou então fazer com que o celular dele caísse do terraço do colégio. Mas além disso, ela é uma garota atlética, filha de nada mais, nada menos que a Suzuka, obra antiga do mesmo autor. Inclusive tem até uma espécie de homenagem na hora que Fuuka está na aula de Educação Física e faz um salto em altura. Por esse motivo também é que um cara do Clube de Atletismo tenta puxá-la para participar de sua equipe.

Mas não tem só isso! Não é apenas disso que Fuuka é feito! Pelo que percebi, o anime é formado de algumas reflexões também. Inclusive a protagonista nem sabe o que quer fazer da vida, e nem sabe se sente algo pelo Yuu mesmo ou não. A mente de ambos está meio conturbada, e isso pode ser um fatores com que o menino fica com a cara no celular o tempo todo.

E parece que o Yuu tem mais um motivo para ficar com a cara no celular, e a Fuuka ficar ainda mais agitada. O menino tem uma amiga de infância que se tornou uma cantora famosa no Japão. O nome dela é Hinashi Koyuki, também conhecida por ele como “Tama”, e a protagonista é muito fã dela. Podemos perceber isso porque ela consegue medir a animação e a tristeza vinda de suas músicas por cores. E o comentário do Yuu a fez pensar em criar, no dia seguinte, um Clube de Música(e a maneira com que ela falou me fez lembrar de K-On!, mas acho que vão me tacar pedras por isso), já que é o que ela mais gosta. Não basta o fato dela cantar bem, mas de estar por dentro do mundo da música (ela compra diversos CD’s) e também pelos seus comentários assíduos sobre elas.


TENTANDO SUPERAR PRECONCEITOS: ECCHI DESNECESSÁRIO OU NÃO?

Eu gosto bastante de criar sessões extras nos meus artigos, e só Deus sabe porquê. Este parece ser bem desnecessário no meu ponto de vista, mas pode vir a calhar por ser um preconceito meu mesmo. Não quer dizer que, só porque o anime é ecchi ele é ruim, assim como Fuuka. No caso dessas cenas dele, acho que seria mais ou menos algo como Love Hina no começo, e depois vai amenizando com o passar da história.

No caso do contexto em que aparecem, são situações praticamente normais onde o protagonista acabaria vivenciando de qualquer forma, que foi algo que, pensando dessa mesma forma, não atrapalhou o andamento da história, muito menos o entendimento da mesma. Acho que vai de acordo com quem estiver assistindo mesmo.

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TRIÂNGULOS AMOROSOS: COMO LIDAR?

E mais uma sessão extra praticamente em Fuuka. Dois em um e é isso aí. A história está mais que na cara que vai acabar em um triângulo amoroso. Até mesmo o encerramento do anime dá aquele “spoiler básico”. Mas o caso aqui é como esse assunto está sendo trabalhado. Geralmente eu não costumo acompanhar muitos animes que tenham isso ou harém porque, além de serem bem sem graça, a pessoa que mais gosto sempre acaba ficando solteira.

Pode parecer assim, mas acho que não será o caso de Fuuka. Mas tem aquele caso também do Yuu ficar em dúvida. Fuuka é uma menina alegre e está em sua vida por vários fatores, como estudar na mesma sala que ele, ser convidada para fazer as coisas, ser protegida em uma situação que alguém de longe pensaria ser algum tipo de abuso… e Koyuki é sua amiga de infância e agora é uma cantora famosa, o que pode fazer com que possa ficar balançado por ela. O que mais pode acontecer?

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HACHIKO: O CÃO FIEL

E finalmente entrei em uma sessão que pode valer a pena, ou não ser lida. A história desse cachorro foi tão marcante que até fizeram o filme intitulado como “Para Sempre ao Seu Lado”, de 2009. Ele é da raça Akita e, em 1924, foi enviado para a casa do Dr. Eisaburo Ueno, um professor do Departamento Agrícola da Universidade de Tóquio. Hachiko acompanhava o seu dono até a estação de trem todas as manhãs e, às 15 horas em ponto, esperava por ele, cujo qual chegava às 16 horas e voltavam juntos para casa.

Em maio de 1925, o Dr. Ueno sofreu um AVC e faleceu. Como o cachorro não pôde prever o acontecido, acabou esperando o dono até a madrugada.

Para poderem acompanhar mais sobre a história de Hachiko, clique aqui.

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REFERÊNCIAS, REFERÊNCIAS E MAIS REFERÊNCIAS:

Bom, no primeiro episódio já fomos bombardeados com duas referências de duas obras do autor. A primeira é da obra Suzuka, que por sinal é a mãe de Fuuka e que, por esse motivo, a menina é convidada para fazer parte da equipe do Clube de Atletismo. Somos pegos “de surpresa” (principalmente para quem acompanha as obras do autor desde o início) pelo salto em altura que a menina deu também, podendo ser uma “homenagem”.

Outra referência que temos é da obra Half & Half, quando eles vão assistir ao filme e Koyuki canta a trilha sonora. A história se trata de um menino e uma menina que morrem juntos e têm o direito a mais 7 dias de vida. Porém precisam dividir suas vidas e são impossibilitados de sair um de perto do outro. Essa história também faz parte de uma compilação do mangá Love Letter.

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E aqui está o meu artigo com algumas coisas que consegui acrescentar, além de sessões extras e inúteis que possam vir a ajudá-los, ou não, a criar um debate saudável entre nós. Acho que vale destacar o fato de ser um anime baseado no mangá dessa autor em específico, então claro que pode vir a ter bastante ecchi ou que seja lento no começo e depois mude drasticamente o enredo. Eu mesma não sei de muitos detalhes, mas vendo apenas esses primeiros episódios já me fez ter essa impressão.

Obrigada por acompanharem até aqui. Não foi um artigo fácil de escrever, pois não é um anime que não leio o mangá concomitantemente, assim como foi em Udon, por exemplo. E também sei que pode vir a ter spoilers, então tenham pena de minha alma, por favor. JUISFD

Muito obrigada pela atenção, e até o próximo artigo!

Fuuka está disponível no Crunchyroll.

  1. Eu gostei bastante da estreia de Fuuka, este anime e Showa é que ainda me motivam a ver algum anime esta temporada, Fuuka foi uma surpresa para mim, mesmo antes de ver os dois episódios que saíram já tinha levado um monte de spoilers da obra, mas não me desanimou para ver o anime. Eu gostei bastante da Fuuka, ela faz-me lembrar a mim, eu não gosto nada de mexer no celular, só para o trabalho e ainda assim é um castigo. Isso e o gosto dela para a música, eu pessoalmente gosto bastante de música, desde a clássica à música moderna (menos aquelas música de porcaria que viram hits, essas dispenso). Quanto ao protagonista, por enquanto é ok, mas aquele hábito que ele tem de andar sempre a olhar para o celular, deve ser uma alusão aos jovens e adultos dos dias de hoje que não largam o celular por nada. A seyuu da Fuuka está de parabéns tem uma voz muito bonita.
    Agora passando a um assunto mais sério (pelo menos para mim), a questão do ecchi do fanservice em geral, eu não gosto do fanservice, acho uma coisa completamente desnecessária num anime, mas Fuuka tem um ecchi e um fanservice leve, que não me fez muita diferença. As irmãs do protagonista são o coração do fanservice do anime, diga-se de passagem que são bem afeiçoadas, mas as cenas em que elas apareceram em uma postura mais sexy, são credíveis. Aquele velho velho clichê do protagonista ver a pantsu da garota que supostamente vai gostar, já é velho e já está gasto de tanto de ser usado, mas na terceira vez em que o Yuu vê a pantsu da Fuuka na piscina. a reacção dela foi bem sincera.
    Obrigado pela secção do Hachiko, quando a estátua do Hachiko apareceu no anime gostei muito, o Hachiko é o exemplo maior da lealdade de um animal para com o seu dono. Só é pena, que a estátua actual do Hachiko em frente da estação de Shibuya já não seja a original, já que a original foi derretida, na segunda Guerra Mundial, para fazer os invólucros das munições (quando no Japão já escasseavam os metais de uso bélico).
    E já agora obrigado pela secção das referências, pelos vistos o autor do mangá gosta de usar personagens de outros mangás dele, o que é bem interessante.
    Como sempre, mais um excelente artigo Tamao-chan.

  2. Há realmente uma sensação cativante, de uma forma infantil, em Fuuka. Foi agradável assistir os dois episódios seguidos, sem me cansar de vê-los. O triângulo amoroso que Fuuka deixa em aberto é bastante interessante, pois vemos o garoto, Yuu, como um adolescente comum da era tecnológica, Fuuka, uma impetuosa, mas também amigável garota que não tem contato com celulares, e Koyuki, uma garota insegura e cantora eletrizante.

    Dentre às referências, só pude notar a do Hachiko, ao qual assisti o filme e li sobre.

    Fora isto, ótimo post. Até!

  3. O ecchi é o de menos, ele some quando o mangá começa a puxar o lado musical. E eu ainda aguardo eles passarem no restaurante Kirishima, pq eles TEM QUE passar no restaurante dos protagonistas de Kimi Machi (que teve vários momentos com a Fuuka ao longo do mangá, diga-se de passagem). Só faltou falar que a Fuuka mora no mesmo prédio que os pais em Suzuka, além de ser onde o Haruto vai morar quando parte para Tokyo em Kimi Machi.

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