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A ação do episódio foi bem divertida, animação impecável, principalmente do dragão, ainda que efetivamente não tenha tido tanto combate assim – o velho truque dos super close-ups em momentos cruciais para economizar animação é útil mesmo usando 3D CGI, afinal de contas. Por isso o episódio mereceu uma boa avaliação.

Mas teria sido maior se o enredo tivesse sido mais empolgante. Tudo aconteceu rápido, tudo foi resolvido muito fácil. Não foi?

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Olá, pessoal! Aqui estou eu, Tamao-chan, e trago mais um artigo de Sangatsu no Lion para o Anime21!

O foco foi voltado para um dos personagens mais importantes da trama: Shimada-san, também contando como sendo um dos mais bem trabalhados. O mesmo posso falar de Souya que, mesmo sendo uma figura misteriosa, ainda tem o seu destaque, principalmente com as descrições que dão a ele. Como Kiriyama está muito longe de ser da Classe A e ainda não conseguiu chegar às finais para decidir o “Rei Leão”, ainda continua sendo um mistério. Apenas quem jogou contra o próprio sabe descrever a sensação, que foi exatamente o que está acontecendo com o Shimada. O próximo episódio também terá foco nas partidas dos dois, mesmo que o personagem protagonizado por ele esteja morrendo de dor no estômago.

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A jornada do ex-gordinho em busca de vingança estava aparentemente caminhando bem, embora ainda faltasse algo para conquistar definitivamente o coração da bela Aki, entretanto, com a chegada de Neko Fujinomiya, houve a possibilidade desse plano correr algum risco. Nesse episódio, vimos Masamune ir até a casa de Neko a fim de recuperar uma foto importante que poderia comprometer sua vingança, sendo essa parte o ponto alto do episódio.

Caros leitores, se eu disser que este episódio foi o melhor até agora, creio eu que vocês irão concordar comigo, mas eu gostaria de fazer uma breve ressalva, que é que este episódio foi excelente devido ao drama que foi executado e não pela comédia, que é a principal característica da série. O que eu quero dizer é o seguinte: se esse episódio fosse como os anteriores, mostrando humor e clichês de romances, ele não seria marcante, sendo apenas mais um episódio engraçado.

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Olá, pessoal! Aqui estou eu, Tamao-chan, trazendo-lhes mais um artigo de Fuuka.

O que tenho que dizer sobre este episódio é que ele está deixando as coisas ainda mais complicadas. O que Fuuka achava que não estava sentindo, agora o está, e chegou “silenciosamente”. Como é um sentimento novo para ela, Akitsuki não sabia como agir. Desde o começo ela sentia algo pelo protagonista, e mesmo assim não se tocava, até que a ponta de ciúme por causa das ligações da Koyuki e pelo último encontro que eles tiveram e ela viu, a abalaram. A cantora ainda consegue ter os mesmos sentimentos pelo Yuu, embora seja egoísta demais para escondê-los. Aliás, quando a pessoa está realmente apaixonada é capaz de tudo, inclusive de ter a capacidade suficiente de NÃO perceber o quão egoísta está sendo para com os outros, e ela aceitar facilmente essa condição só faz cair um pouco da “maturidade” da trama.

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Esse episódio de Ao no exorcist foi tecnicamente bom, sem sombra de dúvida o anime pegou a guinada que precisava pegar e que sentia falta em seus primeiros 6 episódios, o pacing de informações está dinâmico, apesar de sofrer um pouco com infodump demais (primeiros 10 minutos só com informação) e as relações entre personagens (principalmente entre Tatsuma e Suguro).

Eu sou uma pessoa jovem, jovem demais, moleque demais, sinceramente acho quase uma afronta alguém como eu, um jovem universitário em graduação de Direito, que nem sonha com a possibilidade de ser pai pela próxima década dar lição de moral sobre o que é ser pai. Por isso esse artigo não vai ter nada a ver com o quão ausente foi o pai de Suguro, ou o quão bom pai ele foi. Bom e mal, afinal de contas, são muitas vezes meras facetas subjetivas.

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O Reino Unido se chama “Reino” e a França se chama “República”. No final do episódio ainda é revelado que os Estados Unidos se chama “Estados Unificados”. E, claro, a Alemanha se chama “Império”. Esses nomes são todos idiotas, mas pelo menos eles guardam alguma relação com o país original (a Alemanha na época da Grande Guerra era um império, afinal). A Rússia já foi citada em algum episódio se não me engano, mas nunca teve papel nenhum (e tem um nome idiota desse nível também). Ao invés, os em nosso mundo neutros países escandinavos é que se aliaram à França e ao Reino Unido. E na falta de nome melhor, eles se chamam “Aliança Entente”.

É um nome estúpido em vários níveis, mas não vou me alongar. É claro que não tem nada a ver com os países em questão, mas o que é realmente encantador nessa escolha é que “Aliança Entente” é quase o nome da Tríplice Entente, que vem a ser o nome não de um país, mas da, veja só, aliança de países que primeiro prestaram combate às potências centrais (reunidas em sua própria Tríplice Aliança): Reino Unido, França e Rússia. Não foi à toa que quando os vi combatendo pela primeira vez na frente ocidental achei que fossem ingleses. Não são. Tampouco são russos (e nem faria sentido russos naquele teatro de batalhas mesmo): são noruegueses. Ou são suecos, não sei. Na dúvida, são norosuecos.

Ah, e prefiro não falar sobre a “Dáquia” (Romênia)…

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