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Aconteceram algumas coisas bem importantes nesse episódio, que eu acho que irão influenciar bastante na história daqui pra frente, mas sinceramente eu nem sei mais se consigo gostar totalmente de algum personagem ali, já que todo mundo tem um lado meio “ruim”. No fundo todos estão sendo bem idiotas e obviamente tem drama escorrendo por todos os cantos, mas ainda assim eu continuo bastante presa a essa história e morrendo de curiosidade sobre o que vai acontecer, ainda mais lembrando do quanto eu ainda acho bonita a arte desse anime.

Claro que um pouco de sofrimento nas histórias é sempre bom, mas se você não gosta quando isso é presente em todos os momentos é melhor nem continuar assistindo esse anime.

Resumindo: ela é uma vaca.

Como eu já esperava, esse episódio mostrou todo aquele lado podre da professora Akane que até então não conhecíamos. Ainda não sei se fiquei feliz ou triste com isso, porque parece que ela só foi colocada ali para fazer da vida da Hanabi um pouco mais difícil, mas é sempre bom ter alguém para deixar as coisas mais interessantes. O pior é que a megera ainda se orgulha de fazer tudo o que faz só para ver o sofrimento no rosto da personagem principal.

Claro que em alguns momentos algumas coisas mais felizes acontecem, como no episódio passado que a Hanabi disse que queria amar o Mugi, mas repare em como esse episódio de agora foi bem triste do começo ao fim.

Ela só está atrás dele para machucar a Hanabi.

Obviamente se você está lendo esse artigo é porque assistiu o episódio três, então era impossível não imaginar, ou no mínimo esperar muito, que o quarto episódio fosse nos mostrar um pouco mais da Akane, já que descobrimos que ela está longe de ser aquela professora doce e boazinha que supostamente era gentil com todos. Ela conseguiu sair do posto de mais fofa do anime para a mais odiada por mim em apenas alguns minutos.

Akane sendo trouxa desde sempre.

Aquele olhar na última cena do penúltimo episódio disse tudo. Ela estava mentindo e não tinha vergonha nenhuma disso. Gostei bastante de mostrarem um pouco da história dela e de como ela “acabou assim”. É meio idiota, mas se pararmos para pensar não foge muito da realidade. Existem pessoas assim, como ela, que adoram tirar vantagem dos outros. Não preciso nem dizer que a Hanabi estava totalmente certa sobre o cheio de cigarro e as roupas.

Akane gosta de ser desejada e não se preocupa nem um pouquinho com o que os outros vão pensar dela por isso, sem contar que ela gosta de se sentir superior aos outros de alguma forma, no caso da Hanabi e da sua amiga de infância acredito que ela sentiu prazer em fazê-las se sentirem perdedoras, no sentido em que ela estava ganhando a atenção daqueles que elas gostavam.

Pior que elas acabaram juntas…

Obviamente eu não acho isso certo, muito menos legal, mas penso que isso trouxe algo a mais para a história. Acabamos descobrindo que a Hanabi ficou igual a Akane, já que ela começou a se aproveitar das pessoas para se sentir melhor, mas mesmo as duas sendo tão parecidas nesse ponto eu não consigo odiar menos a professora, ou deixar de gostar da Hanabi. Acredito que mesmo com isso a personagem principal ainda parece ser uma pessoa melhor do que aquela maçã podre que está roubando o amor da sua vida por puro prazer.

Sobre a Hanabi ser melhor do que a Akane podemos levar em consideração que mesmo querendo ir lá contar para o Mugi tudo que tinha acontecido para talvez se sentir um pouco melhor, ela não conseguiu chegar até o final porque sabia que aquilo iria o magoar sem necessidade.

Aposto que vai ser sim.

Se pararmos para pensar acho que no fundo ela se importa um pouco com todo mundo. Olhe bem como acabaram as coisas com a Ecchan, ao contrário do que eu disse no artigo anterior, que ela não iria ficar com a Hanabi, as duas acabaram juntas e tiveram algo bem quente ali, mas não consigo acreditar que a Hanabi não tenha se sentido um pouco mal por ter usado a sua melhor amiga para preencher o seu vazio. Até porque no final do episódio ela disse que iria mudar.

Coitada.

Eu gostei bastante desse episódio, mas acho que foi somente um grande início para algo bem maior. As coisas só estão começando a ficar empolgantes de verdade agora, ainda mais que sabemos direito o que todo mundo sente, inclusive que o professor é mesmo apaixonado pela Akane, mas a questão mesmo vai ser resolver todos os problemas que todos esses amores não correspondidos vão trazer.

Não acho que vai ser somente mais um drama adolescente, até porque a professora parece ser uma “vilã” bem interessante nessa história toda e ainda acho que vamos acompanhar bastante esse lado da Hanabi que luta para não ficar exatamente igual a aquela mulher que ela provavelmente tanto odeia nesse momento. No final eu só fico me perguntando se em algum momento as coisas vão dar certo para alguém ali, mas já estou preparada para muito mais drama, porque creio que essa é a única coisa que realmente tenho certeza de que vai acontecer daqui pra frente.

No momento estou um pouco dividida entre torcer pelo Mugi ou pelo professor.

Espero vocês no próximo artigo. Até mais!

  1. Isabellaaaa!!! Parabéns pela resenha e pontualidade!!!
    E agora sim, nós temos a quem “odiar” neste anime…Yes, nós temos uma vilã…

    O problema do relacionamento de nós espectadores com os personagens é que neste anime não há vitimas. Todos são racionais (e acho até demais) e calculistas. E extremamente aferrados aos seus objetivos, não há negociação, não há racionalização de suas situações eles vão a batalha e ponto (com exceção da Moka que eu acho ainda estará por vir sua história neste anime).
    Agora a Akane mostrou seu lado “bitch” (sim ela é uma “bitch” e diria com esteroides)…Eu se fosse vereador em uma cidade qualquer entraria com um projeto de lei de “dia municipal do estapeamento de Akane Minagawa”!…

    Só que ela não é assim tão unidimensional…Sim ela sente prazer no olhar de derrota, ela não tem empatia nenhuma, um fiapo sequer…Mas lendo suas falas nas entrelinhas…Ela está começando a perceber “até onde vai esse prazer estupido?”…”Até quando?”…”Quem irá me tirar desse meu vício?”

    Todo vilão é vilão até o dia de sua redenção e acredito que neste momento ela está a procura disso…

    Quanto a Hanabi, cada dia mais e apesar de tudo, com Ecchan ou sem eu acho que ela pensa mais no Mugi…Pq como no caso da Akane a dinamica praticamente é a mesma…”Até onde irei com essa de ‘substitutos’?” “Até quando?”…Notaram aquela cena no ep.03 que ela encontra casualmente com a Moka e que ela pega o celular…Qual foi o numero que apareceu? Do Mugi…E no encontro com a Ecchan ,apesar de não dito, o Mugi estava nos pensamentos dela.

    Mas quanto ao andamento do anime, está fantástico, depois daquela tortura psicologica do ep. 3 o 4 não perdeu o andamento. Estou falando esse vai ser um hit de 2017 e vai chegar ao Top Ten!

    Kondou-san cadê vc? Estamos aqui para te ler!!!

    P.S.: Quanto as balas Juquinhas, caramelos e romeus e julieta o acordo permanece.

    • Eu demorei mais tempo a escrever do que o habitual, este episódio de Kuzu estragou o meu cérebro, pela primeira vez desde que comento aqui no blog, as palavras não me surgiam para escrever, tal foi a qualidade do episódio.

    • Isabella

      Adorei a ideia do “dia municipal do estapeamento de Akane Minagawa”, mas coitadinha, vai ver ela melhora né?! Talvez mais para frente ela perceba que no fundo isso não vale a pena. Extremismo não nos leva pra frente, não adianta ser super passiva a ponto de aceitar tudo nem tão trouxa quanto ela e eu não poderia concordar mais com essa sua frase sobre os vilões!
      Tambem percebi isso do Mugi, acho que no fundo o subconsciente dela tá pensando mais no Mugi e menos no professor.
      Também acho que a história vai fazer bastante sucesso. O anime tá cada vez melhor e acho que tem um potencial enorme, mas só nos resta esperar pra ver como vai ser de verdade.

      Ta faltando o Kondou mesmo e sobre as balinhas estou só esperando um deslize de vocês, hahaha!

      Obrigada por estar aqui pontualmente também!

      • Prezada Isabella, só para constar eu não sou de advogar a violência contra outrem é que essa Messalina (adorei a referência do K-San) me tirou do sério e é melhor fazer dessa raivinha um pouco de humor…E pode contar todo sabadão após sua resenha nos encontramos aqui!

    • Pois é James, quem conhece um pouco da História de Roma, sabe quem foi a Imperatriz consorte Messalina, terceira esposa do Imperador Cláudio. Acho que a Messalina é uma santa se comparada à Akane.

      • Messalina, Lucrécia Borgia, Malvina Cruella, a madrasta da Branca de Neve, a bruxa da Bela Adormecida…Essas aí, em comparação com essa “bitch”, dá até vontade de convidar para almoçar no Domingo e apresentar a família como noiva!

  2. Este episódio, deixou-me sem palavras literalmente, eu vi o episódio 4 de Kuzu, a seguir do episódio 5 de Showa e o meu cérebro quase que deu tela azul no episódio de Kuzu. Começando pela professora, como fui ingénuo, em relação a esta personagem, ela é completamente o oposto, daquilo que eu disse sobre ela no episódio 2. Eu nem foquei surpreendido, pelo facto de ela ser, uma mulher promiscua, eu digo promiscua, para não lhe chamar nomes piores, que eu respeito este blog familiar. Este anime é riquíssimo para quem goste de psicologia, como eu, a professora apresenta desde a sua adolescência, sintomas de Complexo de Deus, ela sabe que aquilo que estava a fazer era errado, mas pouco se importa, pois conquistar/roubar os interesses românticos dos outros lhe proporciona prazer. A professora apresenta muitos sintomas do Complexo de Deus, ela gosta que as outras pessoas a desejem, gosta de ser bajulada e acima de tudo, adora infligir dor nas outras pessoas, neste caso a Hanabi, a Akane, nem gosta do corno do professor, ela simplesmente quer provocar dor na Hanabi, mas aqui a Hanabi, também tem culpa, pois não soube disfarçar o seu amor pelo seu onni-chan, ela deu a parte fraca, quando a predadora da Akane descobriu tal coisa, a Hanabi tornou-se uma presa fácil, para ela.
    Sinceramente, bastou apenas alguns minutos, do passado da Akane, para eu poder afirmar, mesmo no sentido da palavra, ela é uma Messalina, desfrutável, ela é a definição perfeita de mentalidade e realidade deturpada, ela não faz caso daquilo que faz, seja certo ou errado, desde que tal coisa lhe proporcione prazer, nem que para isso, durma com ex-alunos e sabe-se lá mais o quê.
    O professor também merece ser mencionado, ele é tão ingénuo e inocente (ao menos é o que aparenta), ele é tão bobo, fazer uma declaração tão tímida a uma mulher, que como o James bem disse, uma ninfomaníaca vulcânica, ele é mesmo cego e parvo. E não só, eu fiquei com uma ligeira impressão, que o professor sofre um pouco do Complexo de Édipo, ele pelos vistos era muito apegado à mãe.
    Agora quanto, à Hanabi, ela neste episódio perdeu os resquícios de pureza que ainda tinha. Aquilo que akane fez com ela, até a mim me provocou raiva, ninguém merece ver a sua pessoa amada a declarar-se a outra. Ver a Hanabi, a reflectir sobre aquilo que poderia ter feito em relação ao seu amado onni-chan, foi doloroso, principalmente, quando o antes da Hanabi, diz para ela, por ela ser assim é que perdeu para a Akane.
    Quanto à Ecchan, já nem digo nada, ela e a Hanabi, protagonizaram uma das cenas mais pesadas que eu alguma vez vi num anime. Não foi pelo facto da cena de sexo lésbico, e sim pela ambientação da mesma, até me faltam as palavras certas, para descrever tal cena, mas quem viu o anime desde o inicio, sabe como tal coisa está muito errada. A Ecchan foi egoísta pois usou a sua melhor amiga, mas o maior plot twist deste episódio, foi quando a própria Hanabi admite que também estava a usar a Ecchan, para alcançar o seu objectivo em relação à Akane. A Hanabi vai se tornar um ser igual ou pior à Akane, isso tenho certeza.
    O título deste episódio foi muito certeiro, Maçã Podre, descrição perfeita para os personagens e as suas personalidades neste anime.
    Provavelmente, vou deixar de ver este anime, ele de certa forma, não é para mim, só vou ter pena, que depois não vou poder participar aqui nas discussões semanais do anime.
    Como sempre mais um excelente artigo, de Kuzu no Honkai Isabella.

    • Isabella

      Não devia deixar de assistir!
      Sei que é bastante pesado, mas acho interessante observar como todos os personagens estão agindo e reagindo. No fundo todos estão sendo um pouco egoístas e idiotas.
      Sua avaliação sobre a professora foi muito boa e concordo com o que disse sobre o professor, também acho que ele tenha isso, afinal ele teve um amor a primeira vista só por causa do cabelo.
      Não pare de assistir, acho que você vai se arrepender disso depois. Não saber o final de um anime é bem chato, ainda mais se for um anime não muito previsível. Vai me dizer que não quer saber o que vai acontecer daqui pra frente?!?! Aposto que muitas coisas vão me surpreender bastante, porque eu já nem sei mais o que esperar.

      De qualquer forma, obrigada por acompanhar até aqui!

      • Claro que eu tenho vontade de saber, o que vai acontecer lá mais para frente no anime. Eu disse que provavelmente deixaria de ver o anime, mas ainda sou capaz de ver mais uns dois episódios, se o anime mantiver a qualidade que teve até agora, vejo até ao final. Aquilo que me mantêm a ver o anime, é o rumo que ele segue, que não é nada previsível e tem bons plot twists.
        Para um apreciador da psicologia e da sociologia, este anime é um prato cheio, às vezes cheio demais, eu depois de ver o episódio 4 de Kuzu, passei a noite inteira a pensar nos comportamentos dos personagens a nível da psicologia.

    • Eu gosto do adjetivos que os americanos usam para essas situações “é denso!” e complemento é “tenso!”. K-San vc tocou num ponto otimo o complexo de edipo do Narumi…Alias o Narumi (o onichan) vai ter de aparecer mais nessa história, a principio, ele é um sonso, sem sal, mais um peixinho dourado nadando (além da Moka) em um aquário de tubarões calculistas…Mas as vezes esses personagens sem luz propria mudam cenários com a sua total ignorância dos mesmos cenários. Não subestime o sonso, ele pode ser perigoso ou o herói…

      A Ecchan pelo que me parece é a personagem que conseguiu “racionalizar” mais a situação. Ela não terá a Hanabi por inteiro, mas está bem contentona (visto no ep.04) com o que já conseguiu (e não preciso dar mais detalhes, né?). Será que os outros personagens chegarão a mesma conclusão? A ver…

      Quais são as opções da Hanabi, agora? Se declarar ao onichan e ver no que dá? Já sabendo que perdeu o timing…Ela já demonstra que o onichan já está fora de seu alcance…Se entregar a Ecchan? Pouco provavel…Algo me diz que ela não está gostando no que está se transformando. Sinto que ela quer preservar algo de nobre em si e se igualar a uma “bitch” acredito que não seja uma opção….Ela já aceita ver o Narumi feliz com outra pessoa. Mas com a Akane? Aquela “bitch”? Ela partirá para a vingança? Mais provavel…Será ela a redenção da Akane? A ver…

      Agora este anime o adoro, ele é polêmico, manipula suas emoções magistralmente, faz vc querer interagir mais e mais…Viramos todos nós aqui terapeutas dos personagens dele e é maravilhoso!

      • A Ecchan é que se soube aproveitar bem, da má situação em que a Hanabi se encontra. O professor acho que não vai mudar, o que dá até pena dele, se ele ficar com a Messalina que é a Akane. A Moca ainda é muito inocente, mas acho que também enveredará por maus caminhos, para alcançar o seu único objectivo de vida que é o Mugi.

      • Eu neste momento estava a beber uma cerveja preta tradicional portuguesa, é muito boa (se bem que prefiro a cerveja alemã). À tua saúde também James.

      • Isabella

        Olha só como achávamos que a professora era outro personagem sem nada de mais e acabamos surpreendidos…
        Acho que TALVEZ aconteça da Hanabi se declarar, mas só mais pra frente, porém acho que o mais certo seria ela continuar com o Mugi. Senti falta dele nesse episódio.

      • Sim, os Portugueses levaram muitos dos seus costumes para o Japão, tanto na língua, no vestuário e culinária. O famoso bolo Castela apareceu nessa altura lá no Japão, graças ao açúcar que os Portugueses exportavam para lá. Acredita-se como tu bem referiste, que os Portugueses tenham introduzido a fritura de alimentos na culinária japonesa, a famosa palavra tempura, vem da palavra portuguesa temperar. Aqui em Portugal existem dois museus dedicados aos descobrimentos dos Portugueses pela Ásia, um em Lisboa e outro no Porto, o do Porto tem biombos lindíssimos de quando os Portugueses chegaram a Tanegashima entre outros documentos e vestuários. Naquela altura os Japoneses ficaram fascinados com a cultura ocidental levada pelos Portugueses. Os Jesuítas tiveram um grande papel, nos descobrimentos portugueses. O caso do Japão foi complicado, pois a maioria dos senhores dos clãs não acharam muita graça ao gaijin e a sua religião. O primeiro damayo a declarar-se cristão foi o Otomo Sorin, damayo do Clã Otomo e foi o primeiro a declarar o cristianismo religião oficial do seu clã. Tal atitude foi mal vista pelos outros senhores, como seria de esperar.

      • A sede a União Europeia fica em Bruxelas, o Parlamento Europeu onde se discutem os problemas da União Europeia, às vezes parece um circo. Portugal, quando recusou aderir ao Bloqueio Continental, proposto por Napoleão, sozinho não teria hipótese contra os exércitos de Napoleão. Portugal já nessa altura era um fantoche da Inglaterra, Portugal era muito dependente dela em tudo, tanto que foram os Ingleses que aconselharam a família Real Portuguesa a partir para o Brasil, mas ao menos ajudaram na defesa nas invasões Napoleónicas, o que já foi menos mau. O mais engraçado, é que se pensa, que o pai do primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques, era um cruzado Francês, que pelos seus serviços ao rei de Castela, ganhou um pequeno condado, que se viria a chamar Condado Portucalense. Este tipo de coisas são ironias do destino.

      • Sim é bastante bonito e é uma honra para mim, fazer parte deste país chamado Portugal, Dom Afonso Henriques deve estar orgulhoso pelo seu povo, que tanto fez para a descoberta do Mundo. Já fazem quase 900 anos que Portugal, propriamente dito, foi fundado em 1143, por Dom Afonso Henriques, que pagou 80 peças de ouro ao Papa da altura, para que este reconhecesse o pequeno Condado Portucalense como país. Já não se fazem governantes como Dom Afonso Henriques, que nunca respeitou a vassalagem que tinha com o Rei de Castela, expulsou os árabes de mais de a metade do território actual de Portugal. Este não tinha medo de combater os espanhóis e os mouros frente a frente, viveu mais de 80 anos, quase o triplo daquilo as pessoas viviam na época. Ele durante séculos foi a imagem maior de perseverança e coragem em Portugal.

    • Flávio

      Embora esse anime seja pesado, ele é menos do que eu esperava, ainda bem, pois se ficasse mais forte do está não sei se conseguiria assistir, pois geralmente escolho animes mais leves para assistir, embora haja exceções, e este anime é uma delas, fora isso eu digo que a história está boa e essas discussões nos comentários são muito boas e pretendo participar delas, mas eu já vou avisando que eu não tenho doces para oferecer.

      • Bem vindo às discussões de Kuzu Flávio, eu nem sabia que também assistias Kuzu, já que costumas ver animes mais leves, mas este anime vale a pena dar uma hipótese. Não é preciso ter doces para oferecer, o que interessa é o convívio.

      • Flávio

        De vez em quando assisto algo mais pesado visto que eu já fiz artigo de um anime com estilo dark na temporada passada.
        Obrigado pelas boas-vindas!

      • Seja bem vindo a essa casa de malucos Flávio…E quanto aos doces e só não dar spoiler antes da resenha de sabado (não se esqueça 11:00) que está tudo bem…

      • Flávio

        Obrigado pelas boas-vindas!
        Vai ser divertido acompanhar os comentários a respeito de um dos animes que tem mais se destacado nesta temporada.

      • Flávio esse anime que comentaste na temporada passada é diferente.Mas é sempre bom, trocar ideias, com outras pessoas que gostem de diferentes géneros de animes, as conversas ficam sempre boas.

      • Flávio

        Você tem razão e os comentários daqui são de alto nível, por isso resolvi participar. Acho que o mais próximo do estilo de Kuzu no Honkai que eu vi foi School Days.

      • Nooossaaa! School Days esse aí é mais amaldiçoado que “O Chamado”. Mas algo me diz que não teremos em Kuzu algo tão trágico assim…Mas que vai ser uma montanha russa de emoções até lá isso vai…

      • Isabella

        Eu também acho que se fosse mais pesado não iria assistir. Eu ~definitivamente~ não estou acostumada a animes assim, mas me surpreendi bastante com esse. Pode ser salgado também, sendo comida……

  3. Mas eu gostaria de deixar um elogio aqui para a trilha sonora. As musicas incidentais estão ótimas e acrescentam muito ao clima denso e pesado (parece que em algumas vc pode cortar o ar com uma faca)…É minimalista e nos momentos de maior tensão psico parece um relógio de uma bomba…

    Sugestão de Trilha sonora alternativa para o capitulo final “what’s so funny ‘bout peace love and understanding” do Elvis Costello…

    • Boa dica James. James, tu és uma enciclopédia humana, acho que se vivesse ai no Brasil, era capaz de te pagar uma cerveja, falar contigo frente a frente, devia ser uma experiência deveras interessante.

    • Acho que aprenderia, bastante a falar contigo, eu sempre gostei de ouvir as pessoas mais velhas a falarem das suas histórias, foi com isso que surgiu a minha paixão pela História, pela psicologia e sociologia. Até o meu nome verdadeiro, é baseado na história (isto é o que dá ter dois pais, que também amam história).

      • K-san eu acho que vai é faltar cerveja no mundo se nos dois nos puséssemos a falar eu aqui do lado do Atlantico com seculos e você aí do outro lado com milênios de história…

      • E por falar em história tem algo que me deixa incomodado…Tem anime que fala a exaustão das epocas medievais do Japão feudal, da unificação dos territórios e tudo o mais (são até legais)…Mas não tem nenhum citando e muito menos homenageando o primeiro povo ocidental a entrar em contato com aquelas ilhas…Os portugueses…Parabéns e obrigado a Portugal graças a você é que estamos aqui nessa corrente de comentários…Mas Portugal nunca foi mencionado em nenhum anime! Japão! Convoco-o a se fazer justiça histórica vai pelo menos um animezinho, vai…Quebra essa aí…por favor…

      • Assim como o Brasil foi o maior recebedor de imigrantes do Japão e somos a maior população japonesa do mundo fora das ilhas (somos tambem o segundo maior consumidor e produtor de lamen do mundo também superamos em muito os EUA). Nós só somos lembrados pelo futebol e mais recentemente quando o Zico treinou a Seleção Japonesa…E mais nada…Nenhum personagem vem para São Paulo morar na Liberdade…Ou para plantar banana na região sul do estado de São Paulo…Japão! Convoco-o a resolver essa questão…

        Gente eu acho que as Serra Malte estão subindo rápido à cabeça…Mas estou (como K-San diz) muito feliz!

    • A única vez que eu me lembro,de Portugal ter sido referido em um anime, foi em Nobuna no Yabou, e só se referiram ao mesmo, por causa das armas de fogo, que os portugueses vendiam ao japoneses. Portugal foi o primeiro país Ocidental a entrar em contacto com os japoneses, tal acontecimento foi em 1543, quando uma nau Portuguesa encalhou na costa de Tanegashima. Portugal foi o primeiro país a entrar em contacto com a China, tal acontecimento, só tinha acontecido, dois mil anos antes pelos romanos. Portugal descobriu meio mundo e muito raramente é reconhecido por isso. Geralmente quando os japonese se referem ao povo da Península Ibérica, só se lembram dos espanhóis, mas esquecem-se que foi este país pequeno chamado Portugal é que descobriu o mundo. Portugal mesmo sendo pequeno, teve coragem para enfrentar a vizinha Espanha, que estava sempre a invadir-nos, mas nem com isso o povo português deixou de desbravar mares e novas terras.

      • E além de armas de fogo os japoneses não conheciam a fritura dizem que quem os ensinou a fritar alimentos foram os portugueses…Mas quando estive lá as citações ao povo português se encontravam em Nagasaki (que é a cidade mais cristã do Japão) numa praça que diziam ser o local de uma missão jesuita…Ah! E tem de dizer outra coisa…O Japão só conseguiu falar para o mundo (lembra-se de Fune wo Amu?) graças ao primeiro dicionário português japonês da história, somente o primeiro dicionário em uma lingua ocidental. E daí vieram os de outras linguas…
        Fora que o nome Japão é de raiz portuguesa e daí sairam o Japan, Japón, Japon e Giappone…
        Se não fossem esses portugueses…O que seria de nós fã de anime!!!

      • Olha eu não sou pela violência, mas quando um idiota me vem e me diz que a Europa “começa depois dos Pirineus” eu tenho de me segurar e muito!!! Mas sempre dou uma resposta a altura!Mas não vou cita-la pq temos moças presentes no recinto!

    • A maioria das pessoas, esquece-se dos países do sul da Europa, como Portugal e Espanha, elas só se lembram dos países do Norte que são mais ricos e desenvolvidos.

      • Podem se esquecer…Alias tive uma discussão com um colega de trabalho que adora “pagar pau” (ser subserviente) aos alemães…Adorava se vangloriar do povo alemão e blá blá…Somente lhe disse que prefiro muito mais minhas raizes ibéricas, pobres, nem tão assim “desenvolvidas” do que fazer parte de um povo que se envergonha profundamente das barbaridades cometidas contra seu próprio povo e outros povos a ponto de até hoje isso não ser bem resolvido. Logicamente estava falando da Alemanha na 2ª Guerra…

    • O Portugal dos dias de hoje, não tem nem um décimo do desenvolvimento e riqueza que já teve outrora, mas ainda assim tenho orgulho de ter nascido cá e sou um nacionalista ferrenho, defendo o meu país e os seus costumes até à morte. Quanto à Alemanha tens toda a razão, à uns séculos atrás, eles não eram nada na Europa, enquanto Portugal já tinha descobrido meio mundo e dividido o mesmo em duas partes com Espanha, no Tratado de Tordesilhas, eles ainda eram um monte de feudos independentes uns dos outros. Só quando se juntaram e formaram a Alemanha propriamente dita é que começaram a ter delírios de grandeza e começando guerras com tudo e todos. Muitos falam que os Portugueses foram cruéis nas suas colonizações, não digo que seja 100% mentira, mas quem fala essas coisas, não sabe um cu de história. Os Portugueses eram muito mais humanitários que os Espanhóis e Ingleses, veja-se os massacres que os espanhóis fizeram aos povos indígenas nas Américas, a merda que os ingleses fizeram nas Índias e nas Américas. Os Portugueses, quando chegaram ao Brasil ficaram orgulhosos da sua descoberta, os jesuítas eram muito amigos de ajudar os índios, mesmo aqueles que não queriam a doutrina cristã. Para aqueles que dizem que Portugal roubou o ouro todo do Brasil é tudo treta, só 5% do ouro extraído do Brasil, chegava a Portugal e estes eram dos impostos, o resto era usado para o desenvolvimento da colónia, pagamento das tropas e manutenção dos edifícios da coroa Portuguesa.

      • Todas as nações tem em sua história um episódio de vergonha…Pouca gente sabe, mas a Familia Real de Portugal veio para cá, não por “bondade” inglesa foi um ultimato depois que o Reino da Dinamarca não ofereceu resistência as tropas de Napoleão e bombardearam Copenhague em 1808…Mas o Reino da Dinamarca tinha o luxo desse espaço todo nas Américas, não! Tinham lá umas ilhazinhas no Caribe e nada mais…Poderiam até transferir o reino para lá, mas nunca apareceu na mesa essa possibilidade. Pelo que eu saiba, se aparecer algum dinamarques por aqui, se estiver errado, por favor me corrija…

        E o Brasil é grande graças a teimosia de vocês, que permaneceram de Roraima até as missões no extremo sul do país (já fomos “donos” do Uruguai, se tiver algum uruguaio na sala , por favor me desculpe). E agora nessa extensão toda você viaja milhares de quilometros e as pessoas falam a mesma lingua, existem sotaques, existem girias locais, mas não existem dialetos, não existem enclaves. Somos uma nação única. Como um Portugalzão grande…Por isso eu sou mais nossa história do que a dos outros porque para mim se submeter ao “mais desenvolvido” nada mais é do que um complexo de inferioridade mal resolvido… E a história muda…Um dia esse “menos desenvolvido” pode ser o herói da hora…

    • Sim James, essa altura das invasões francesas foi uma vergonha para Portugal. A família real fugiu às presas, quando eles embarcaram, já as tropas de Napoleão. já estavam a entrar na fronteira. Tudo isto porque Portugal recusou aceitar o ultimato do Bloqueio Continental que Napoleão usou para enfraquecer a Inglaterra. Claro que Portugal nunca iria aceitar este acordo,nessa altura Portugal já tinha umas das Alianças militares mais antigas da Europa com a Inglaterra. As tropas de Napoleão bem queriam conquistar Portugal, mas nas 3 invasões que fizeram, foram sempre suprimidos por tropas inglesas e Portuguesas. Os franceses roubaram muito a Portugal durante as invasões Napoleónicas, desde arte sacra da igrejas a outras obras de valor. Até os Ingleses que ficaram a tomar conta de Portugal, quando a família real Portuguesa se escondia com o rabo entre as pernas, também se fartaram de roubar e pilhar o povo português. Portugal desbravou muita terra no Brasil, muitos dos territórios que Portugal descobriu ai, foram graças aos bandeirantes, homens que se aventuravam nas selvas brasileiras. Foram estes mesmos bandeirantes que descobriram que o Brasil era rico em ouro e madeiras nobres. Na fase da decadência e enfraquecimento do poder régio na corte Portuguesa, as partes do Brasil, pertencentes a Portugal, começaram a ser invadidas pelos holandeses, e mais um ou outro país do norte da Europa. O mais triste nisto tudo, é que os Ingleses aliados de Portugal, também começaram a praticar o corso, às naus Portuguesas, muitas das riquezas que Portugal extraia ai no Brasil. nunca chegavam a Lisboa.

      • Não diria vergonhoso, pois feitas as contas a Familia Real Portuguesa foi preservada…Bem melhor que na Escandinávia, onde na Suécia a Familia Real é de origem Francesa com um pézinho…Na Itália? E eu sou muito mais Portugal do que a Bélgica. Deus do céu! Aquilo não é um pais é uma peça de ficção…Tanto é que ouvi que está para se dividir entre a França e a Holanda e passou meses sem um governo! E é onde fica o QG da tal da “União Europeia”! Acho que vcs Portugueses (desculpe ter me referido a vcs em minúsculas vai ser em maiúsculas a partir de agora) e que deviam rir a larga!

      • E eu acho que não foi vergonha nenhuma a D. João VI, veio aqui declarou o reino unido (isto para nós foi muito importante pq não eramos mais uma colônia eramos parte da Metropole!) e manteve sua autoridade real! Por mais que seja criticado, venhamos e convenhamos o Rei foi esperto…Mas enquanto como diz a Familia Real se “escondia com o rabo entre as pernas” representou muito para nós, porque saimos de um estado colonial de segunda classe e obrigou que esta bodega aqui, a qual nos orgulhamos muito diga-se, a se civilizar rapidamente (o Banco do Brasil, a imprensa régia, o jardim botânico, as universidades, etc etc)…E quanto aos Holandeses (me desculpem meus amigos Holandeses…Gosto pra caramba de vocês!) não suportaria estar num pais que fala uma lingua que parece alemão com dor de garganta…Arre!!!

    • Sim James,nesse quesito tens razão, D.João VI ajudou muito no desenvolvimento do Brasil, quando esteve ai, mas descuidou-se na gerência de Portugal em si, o seu filho mais novo D. Miguel estava só a fazer merda em Portugal na ausência dele e também para não falar, das dores de cabeça que a rainha Dona Carlota Joaquina lhe dava. Portugal e o Brasil poderiam ter tido um dos melhores Reis que alguma vez tiveram, com D.Pedro IV, se não fosse o facto deste depois da morte do pai, ainda ter que aturar mas merdas que o seu irmão mais novo, Dom Miguel andava a fazer.

      • Sabemos por aqui pouco de D. Miguel, mas como dizia meu avô Português “Péssimas pessoas se encontram nas melhores famílias se bem que com mais frequência nas piores…” Mas como dito também por um historiador Português (não me lembro o nome dele infelizmente) que li um artigo numa revista de história publicada pela Biblioteca Nacional “A história é factual, não adianta brigar com ela” E é a mais pura verdade…

    • Dom Miguel era uma maçã podre, na família real Portuguesa, ele queria torna-se um rei absoluto, como o Rei Sol, Luís XIV,mas ele nunca poderia ser rei, pois era irmão mais novo do Dom Pedro IV. Dom João VI estava no Brasil, mas nunca esteve descansado em relação a Portugal, ele sabia que o seu filho mais novo era má rés. Então quando Dom João VI é que o problema começou a ficar pior, Dom Pedro IV deu a independência ao Brasil, porque não teve outra hipótese, ele preferiu abdicar da maior metrópole que Portugal alguma vez teve, para que esta não caísse nas mão do seu irmão mais novo. Dom Pedro IV era mais um soldado do que príncipe ou rei, ele para combater as investidas do seu irmão mais novo, ele abdicou do trono de Portugal para a sua filha, Dona Maria. Dom Pedro acabou por morrer aos 35 anos, depois de um curto reinado cheio de problemas e uma vida cheia de acontecimentos marcantes. A filha dele ficou conhecida, como Dona Maria louca, pois nunca conseguiu superar bem a morte do seu pai, Dom Pedro.
      Concordo bastante sobre a tua última frase do teu comentário.

  4. Agora me lembrei…O pessoal está meio receoso de acompanhar o anime por ser meio “pesado”…Gostaria de fazer uma enquete, qual anime que vc viu apenas uma vez e não tem mais coragem de ver de novo por ser ou muito triste ou muito “pesado”?

    O meu é “Grave of the Fireflies” do Isao Takahata, vi uma vez só…E não tenho a minima coragem de ver de novo…É triste demais…

    • Eu já vi o “Grave of the Fireflies” do Isao Takahata e posso dizer que é um dos melhores filmes de guerra históricos que eu já vi na minha vida. Houve partes no filme em que não consegui conter as lágrimas (e eu tenho um coração de pedra), o filme é muito triste, ele retrata muito melhor aquilo que as pessoas passaram na guerra, que muitos filmes americanos.
      Só houve um filme de anime, que me fez quase desistir de ver anime, que foi Perfect Blue do mestre Satoshi Kon, este filme é muito pesado, tem lá uma cena, que eu considero a mais nojenta que eu já vi num anime, a cena onde a protagonista protagonista encena uma cena de estupro colectivo para um filme. Essa cena a mim chocou-me muito, pois eu sei que o mundo das Idols e estrelas Pop no Japão, não é um mar de flores. Este filme do Satoshi Kon é uma autêntica crítica social a essa situação que as idols, actores e cantores passam lá no Japão. Já para não falar, que foi este filme, que fez com que eu passa-se a ser tão crítico aos ecchis e ao fanservice presentes nos animes.

      • Essa cena também me embrulhou o estomago…Mas é um excelente thriller…Alias, eu gostaria que o Presidente dos Estados Unidos, da Russia, da China ou outra potência nuclear antes de apertarem o botão do armagedon por favor assistam “Grave of the Fireflies”…O mundo irá agradecer…

    • Eu acho que o ex-presidente Obama de certeza viu o Hotaru no Aka, ele foi simplesmente o melhor presidente, que os E.U,A tiveram. Se gostas de filmes históricos recomendo que vejas o Sennen no Joyuu do Satoshi Kon, ele é muito bom, ele também retrata muito bem o clima de guerra.

      • Satoshi Kon para mim é “Master Class”, mas boa sugestão sempre é bom ver de novo “Millennium Actress” se eu não estiver bebado de tanta Serra Malte…Tenho tudo dele…

    • Eu amei esse filme, é um daqueles filmes, que eu vejo até à exaustão. Millennium Actress transmite-nos uma mensagem, para a vida, tudo aquilo que a protagonista passou foi muito triste. Já para não falar da transição de épocas que o filme faz, todas elas muito boas, principalmente aquela da Segunda Guerra Mundial. A cerveja não embebeda ninguém, ela deixa as pessoas felizes. O Satoshi Kon era um mestre e um grande crítico da merda que estava a acontecer ai anime no Japão.

      • “A cerveja não embebeda ninguém, ela deixa as pessoas felizes.” então vou abrir mais uma para ser mais feliz!KKKKKKK. Prosit! Skal! Santé par tout! K A M P A I!!!!
        Mas voltando a “Millennium Actress” é maravilhoso a alternância da dor e da compaixão…Fora a animação de altíssimo nivel o filme já está com os seus quase 20 anos e é ainda soberbo!

    • Todos os filmes, do mestre Satoshi Kon, eram feitos pela Madhouse e dirigidos por ele, os filmes do Satoshi na sua maioria tinham a verba bastante limitada, mas ele soube fazê-los bem, principalmente Sennen Joyuu, que mesmo com duas décadas continua uma masterpiece.

  5. Mas é isso aí peoples!!! James saindo da área…Desejando a todos que participaram dessa viagem uma boa noite e nos encontr…(acabando de receber uma comunicação expressa ficticia) Esperem! O que? Tem de ser no final de semana que vem! (falando com um mensageiro imaginário…)

    Senhoras e Senhores comunicamos que infelizmente a minha presença na próxima reunião de sabado não será possível por motivo de viagem. Mas estarei aqui na segunda feira louco para saber do que vcs acharam do ep. 05!!! (Jesus! O que será que esse nos reserva…)
    Com os meus altos protesto de estima e admiração a todos me despeço…

    Peace…

    • Peoples! Devido a motivos superiores a minha vontade a viagem foi cancelada e estarei aqui no sabadão após as 11:00 depois da esperada (e com certeza será excelente) resenha da Isabellita.

      Só avisando THE BET STANDS!!!
      Quem falhar (der spoiler antes da resenha) vai ter de pagar doces (ou salgados) a Isabellita.

      Ai Jesuis!! Falta pouco….

  6. Acho que eu devo ser a única pessoa no mundo a não odiar a Akane. De forma alguma sinto que ela é uma pessoa que manipula os outros “só por prazer”. Pelo contrário, a despeito do que ela mesma pode vir a dizer, “prazer” é a última coisa que eu sinto nela.

    Ela é uma pessoa incapaz de amar, que parece sofrer com o mesmo vazio que enlouquece a Hanabi. A diferença é que, em vez de odiar a si mesma, ela resolveu odiar aos outros: dar a volta por cima, criar uma ilusão de controle.

    Ela despreza os outros pela sua fraqueza, mas é uma fraqueza que todos compartilhamos, pois faz parte de ser humano. E, de fato, há algo de “empoderador” em mergulhar no desprezo de cabeça em vez de se arrastar aos choramingos, como faz a protagonista.

    É o prisioneiro que comete suicídio à espera da cadeira elétrica. Ele morrerá de qualquer jeito, mas pelo menos o faz com as próprias mãos.

    Personagem fascinante.

    • Isabella

      Eu acho sim que ela sinta prazer nisso, é isso que a move e que faz ela agir assim, mesmo que no fundo ela esteja vazia e infeliz.
      Mas no final entra naquela coisa de extremismo, não dá pra ser assim igual ela, desprezando todo mundo, nem ficar choramingando o tempo todo por não conseguir ser completo.
      Os personagens são realmente fascinantes, mesmo não gostando da Akane acho que ela foi uma adição bem grande a história, ainda mais pelas semelhanças dela com a a Hanabi.

    • Seja bem vindo Vinicius a essa mad house…
      Até as “bitchs” merecem defesa…
      Sua analise é muito agregadora e ajudou em muito a destrinchar esse personagem complexo (mas para mim ela continua “bitch”) que está nessa por puro e simples medo de se encontrar em uma situação de inferioridade e vulnerabilidade em algum relacionamento qualquer.

      Mas notem que o “prazer” dela foi torpedeado na cena com o Terauchi (aquele ex-aluno) lá no (aham…cof…no motel) em que ele falou que já não estava mais com a sua menina há meses…Não sei se o Terauchi armou essa de propósito sabendo dos gostos da “bitch” por ver donzelas choronas ou se foi por puro acidente, na verdade não importa o Terauchi, apesar de, quem sabe nem aparecer mais nesse anime, é o CARA! Botou o ego da “bitch” no lugar…Mas a questão é que nessa exata hora a ninfomaniaca vulcânica de vulcão virou personagem do Frozen de tão gelada e tomada por um tédio de morte (e só ver a reação dela após a fala do Terauchi: “ain tenho de acordar cedo amanhã…” mas é uma “bitch” mesmo!).

      Ela descobriu que foi enganada e se sente assim, mas ela está agora fazendo as contas “isto está valendo a pena?”. Mas a “bitch” sendo “bitch” não vai entregar assim a rapadura e vai usar de toda sua “bitchness”…E a quem ela vai direcionar sua “bitchness”? Lógico a Hanabi, se não for a Hanabi sabe quem ela tem: a Moka, a Ecchan… Essa “bitch” tem um radar super sofisticado para achar pessoas para machucar e assim se sentir bem. Uma predadora. Mas um dia a conta vai chegar “bitch”!!! Pq o Terauchi já começou a cobrança!!!

      Obrigado por compartilhar sua opinião aqui!

      • Não são coisas mutuamente excludentes. Perfeitamente possível ser uma “bitch” e uma misantropa militante ao mesmo tempo hahaha.

        Não tenho dúvidas de que um dia a conta vai chegar. Mas acho que é uma lâmina que corta dos dois lados: se Hanabi continuar do jeito que está, cedo ou tarde ela também virará uma Akane. Não acho que o anime avançará nessa transformação (também não estou lendo o mangá, então que sei eu?), mas me parece a consequência lógica dos seus atos.

        Quando crescemos, nós invariavelmente perdemos esse deslumbre adolescente e adotamos uma postura mais pragmática em relação ao sexo. Se nossa experiência se resume a um ódio próprio temperado por promiscuidade (como é o caso da Hanabi), há uma boa chance de evoluir para uma misantropia venenosa.

        Sei lá. Tal como a Isabella, eu me incomodo por histórias em que todas as personagens são pessoas desprezíveis. Neste caso, contudo, elas me deixam vidrado. Vai ver eu também sou uma pessoa desprezível, lá no fundo. Ou quiçá estou apenas projetando minha empatia em relação a todas as “bitches” que conheci — e de que me tornei amigo — ao longo dos anos.

      • Prezado Vinicius,
        Não acho que a Hanabi vá abraçar o “lado negro de ser bitch” pois há nela um profundo medo de estar sozinha (a cena dela com a Ecchan no ep.03 conversando com o bichinho de pelúcia é reveladora disso e depois do encontro com a Moka no mesmo ep. só colabora ainda mais)…E ela nem vê isso como opção…Ela ainda tem algo de nobre dentro de si (apesar querer mudar no final do ep. 04, mas mudar para o que? Ah…Só saberemos mais a frente), pq por mais que calcule, por mais que racionalize os seus objetivos, quando a “casa está para cair” ela vai ao Mugi…Ela tem apreço pelo Mugi. Quanto a Ecchan ela não é uma opção. A Ecchan foi recusada e ela quis fazer sua pequena vingança tirou a sua “casquinha” e ponto. Mas o que a Ecchan tem a oferecer a Hanabi, a Hanabi não quer…

        A Akane não tem medo de ficar sozinha ela tem medo de ser ou estar vulneravel. A “bitch” cronometrou a situação para que a Hanabi testemunhasse a declaração do Narumi (o Onichan) e ainda por cima deixou bem claro a ela com quem ela está medindo forças (aquela cena dela salivando não poderia ser mais “bitch”!). Ela sabe que a Moka ama o Mugi e a Hanabi ama o Narumi. Ela, numa tacada só, ela pode ferir as duas e isso a deixa excitada. “Bitch”!

        E quanto as “bitches” elas são seres humanos merecem sim o direito inalienável da defesa. E pelo que sei desta vida para lidar com elas ou é a distância (fisica ou psicologica) ou o desmascaremento. Como sei? Já fui casado com uma.

      • LOL já tem experiência no assunto então!

        Sim, não acho que a Hanabi abraçará o “lado negro”… aos 17 anos. Aos 27? Tenho menos certeza. Com a idade, essas emoções podem recrudescer a algo pior. Claro, isto é pura e simplesmente um experimento da minha cabeça. Uma redução ao absurdo, se quiser, sobre as consequências extremas do caminho que está trilhando. Óbvio que o anime não acompanhará 10 anos da vida da garota, e que ela não permanecerá imutável durante todo esse tempo. (Se qualquer uma dessas coisas acontecer, engulo minhas palavras).

  7. Nesse episódio descobrimos como a vadia funciona, o que me deixou muito mais intrigado… Não acho que seja apenas uma ferramenta de roteiro, como você mesma reiterou mais tarde no texto, já que ter ela ali mostra mais um lado na humanidade que não havia sido abordado antes… Perceba que esse anime, por mais que use as frustrações ou incapacidades amorosas de cada um como veículo, faz uma espécie de “experimento social”, já que, pouco a pouco, vemos em como a sexualidade afeta as relações dos personagens principais… Não é possível mesmo que não tenha um psicanalista ajudando no roteiro… HAHAHAHA Ou a autora gosta desses assuntos, talvez…

  8. Pelo que consegui obter de informação ela (a Mengo Yokoyari) não tem formação superior. Saiu do colegial direto para ser mangaká e não tem “tech advisors” para realizar a obra. Fascinante não?

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