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Neste episódio de Maid Dragon, tivemos: Tooru acompanhando Kobayashi no trabalho, Kanna na escola, treinamentos para usar mágica e a busca por uma casa para Fafnir.

Apesar da introdução desse artigo ter sido curtinha, isso não quer dizer que o artigo também será. Na verdade, o artigo provavelmente não será tão grande, pois mesmo que o episódio tenha sido um tanto quanto “movimentado”, não teve tantas coisas importantes para se comentar aqui.

O 5º episódio se inicia com Kobayashi indo para o trabalho e Kanna indo para a escola. Apesar das duas terem saído juntas, o foco da primeira metade do episódio ficou por conta de Kobayashi. Tooru resolve ir até o trabalho de Kanna para ver como ela trabalha, e é óbvio que a menina dragão bloqueou a percepção das pessoas ao seu redor para que ninguém a visse.

O ambiente de trabalho de Kobayashi é basicamente uma representação dos trabalhos de escritórios que vemos no Japão e ao redor do mundo. Sim, é óbvio que é uma representação, afinal, Kobayashi trabalha em um escritório. Contudo, o que eu quero dizer é que essa representação vale mais pras “ações” e “coisas” que acontecem no “background” dos escritórios. Por exemplo, é notável ver que as pessoas do trabalho de Kobayashi trabalham arduamente, são claramente pressionadas e ainda por cima precisam aturar um chefe tirano. Apesar dessas “representações” serem um tanto quanto genéricas, elas não foram ruins, longe disso, pois elas retrataram de forma correta a realidade.

Quando Tooru vê os trabalhadores se ajudando e etc, ela basicamente diz que “mesmo unidos, um dragão facilmente destruiria a todos”. Ou seja, mesmo que você ajude alguém, uma força maior pode simplesmente destruir tudo o que a união de vocês criou ou fez. Do ponto de vista de Tooru, é exatamente assim que funciona, e eu não discordo muito do ponto de vista da personagem. Entretanto, como diz aquele antigo ditado “a união faz a força”. A humildade faz com que os seres humanos cresçam aumentando a possibilidade de juntos trabalharem para conquistar um objetivo, por exemplo. Uma força maior pode sim destruir tudo o que foi conquistado pela união de algumas pessoas, mas mesmo que isso aconteça, eu aposto que a humildade dos seres humanos nunca desapareceria. Na verdade, o contrário iria acontecer.

(Claro, eu posso apenas estar viajando e entendido algo que a personagem não quis expressar em si. Entretanto, esse é o meu ponto de vista para as falas de Tooru).

O resto do episódio se baseou em pequenos momentos de Kanna na escola, a busca por uma casa para Fafnir e um treinamento para as meninas dragões se tornarem mágicas.

O menino dragão, Fafnir, resolveu viver no mundo humano. Entretanto, ele não pode ficar na casa de Kobayashi assim como as duas meninas dragões. Então, Tooru resolve ajudá-lo a encontrar uma casa, já que o mesmo estava vivendo nas montanhas e assustando os humanos que viviam ou passeavam por lá. Após uma tentativa falha de alugar uma casa, Tooru resolve deixar Fafnir com o amigo otaku de Kobayashi. O menino dragão se viciou em vídeo-games graças a ele, então faz total sentido ele morar com o otaku (que eu esqueci o nome). De início, Tooru pensava que o motivo para Fafnir se mudar para o mundo dos humanos era por preocupação com ela, mas na verdade ele apenas queria jogar vídeo-game.

Enquanto os dois procuravam por um casa, um diálogo interessante entre Tooru e Fafnir se desenrola. O dragão diz que Tooru está cada vez mais parecida  com os seres humanos. Tal fato poderia prejudicar Tooru, pois a mesma uma hora ou outra teria que voltar para o mundo mágico. Entretanto, a menina dragão afirmou que nunca voltaria, mesmo após a morte de sua amada — fato esse que foi citado por Fafnir no meio do diálogo. Por conta disso, Fafnir pergunta o motivo dela respeitar os humanos e ela simplesmente responde que a pessoa que ela ama é um deles. Por exemplo, se você tem um cachorro de uma determinada espécie, você não vai odiar a raça canina, mas também não irá amar todas as espécies de cachorro do mundo, você apenas aceitará que existem outros cachorros no mundo e respeitar este fato, mesmo que você não ame esses determinados cachorros. Maid Dragon passa boas reflexões e ensinamentos sutis em meio aos episódios e isso tem tornado o anime absurdamente excelente.

Já o treinamento das meninas dragões surgiu após elas assistirem um show de mágica na televisão.

No final, nada daquilo que elas treinaram foi necessário, pois nem sempre força bruta resolve as coisas. Na verdade, bastava técnica para que o truque de mágica fosse executado.

Concluindo, o episódio foi excelente assim como os anteriores. A animação continuou ótima, as piadas e críticas/reflexões também continuaram muito boas. Tudo em Maid Dragon está funcionando bem e isso tem tornado o anime cada vez mais incrível.

 

  1. Um fato curioso nesse episódio foi ver aquelas bandeiras em forma de peixe e isso era por causa do Dia dos Meninos que ocorre em maio e o calendário que aparece no escritório está nesse mês, mas ninguém mencionou nada a respeito desse feriado.

    Questionou-se tanto o fato dos gastos financeiros da Kobayashi serem um tanto fora da realidade, mas um fato realmente incomum ocorreu, foi a falta de surpresa do corretor pela pepita de ouro do Fafnir!
    Como que alguém não se surpreende com aquela pedra enorme de ouro, que só para um dragão pode ser chamada de pepita, e diz que ali não é casa de penhores com aquela cara de desgosto!
    Mais um ponto fora da realidade é como não conseguiram dinheiro com aquilo, não existe joalherias nem ourives no Japão?
    E no final desse quadro, o Fafnir acabou indo morar na “caverna” do Takiya, o colega otaku da Kobayashi, pois é tanta coisa de otaku lá dentro que a gente nem enxerga as paredes. xD

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