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No artigo anterior eu disse que achava que tinha sido o mais fraco até então e não mudei de opinião depois deste, já que no começo desse quinto episódio eu fiquei muito mais animada do que no quarto, pois parecia que íamos ter ação de verdade. No geral eu gostei do episódio, mas a conclusão dele, assim como dos outros, foi bem tranquila, se é que posso usar essa palavra nessa situação.

Tivemos um ponto alto onde achei que iria acontecer algo realmente grande, mas no final das contas eu me lembrei de que a história desse anime é assim, algo simples, um pouco engraçado e fofo, mas que te prende com a curiosidade de saber o que vai acontecer no futuro da protagonista, mesmo que ela não seja a minha favorita.

O que quero dizer, afinal, é que acho que os episódios de Little Witch Academia estão seguindo um padrão, principalmente em relação ao desfecho das histórias contidas em cada episódio. Tudo tem terminado bem resolvido, de forma a deixar tudo bem fechado. É como se fosse um anime que qualquer um pudesse assistir sem se importar muito com a sequência, já que a história principal dos episódios sempre termina, porém acredito que estou tão curiosa quanto a história principal que mal vejo a hora de focarmos nela. Entenda como história principal toda aquela coisa relacionada a Akko descobrir, ou não, seus poderes, saber quem é a Shiny Chariot e entender como foi que ela simplesmente sumiu.

Bem parecido com o primeiro filme.

Indo para o episódio em si, como eu disse anteriormente, achei o começo bastante animador. Quem viu o filme provavelmente pensou que seria uma história parecida com aquela onde o dragão escapou e tentou pegar a Pedra do Feiticeiro. Até aí foi um pouco parecido mas o final foi totalmente novo. Devo dizer que achei que elas fracassariam terrivelmente tentando pegar a pedra de volta, porque no final das contas a Akko é uma grande desastrada, mas até que elas não foram tão mal assim, isso se não levarmos em conta que quase todas foram capturadas pelo dragão velho. Sorte que ele não comia bruxas, como a nossa querida Sucy disse, mas ainda assim é bom tomar cuidado com dragões, porque pelo jeito alguns deles são muito aproveitadores.

Ela é sádica!

Eu já tinha reparado que não seria exatamente como no filme quando apareceram vários dragões, sem contar que quando as meninas vão até as professoras para contar o que tinha acontecido, elas me pareceram extremamente suspeitas na forma que reagiram a aquilo tudo. Não era como se estivessem pensando em agir rapidamente em um suposto furto, elas simplesmente continuaram ali como se estivesse tudo sob controle. Para mim tinha algo a mais acontecendo ali e eu não estava enganada. Quem iria imaginar que no final das contas a escola iria ter uma dívida milenar com um dragão aproveitador?

No final das contas ele estava longe de ser um dragão matador.

Espero que tenham pegado logo no começo do episódio aquela referência às Meninas Super Poderosas, porque eu, como uma pessoa que cresceu assistindo e adorando elas, vibrei bastante de excitação com isso. Foi uma boa piada, que serviu apenas para deixar mais evidente ainda que a Akko é um desastre total. Com toda a certeza para entrar naquela escola não foi preciso nenhum tipo de avaliação, porque se tivesse ela não teria entrado nem que treinasse uns mil anos para isso.

Foi legal ver todo mundo empenhado em resolver esse problema.

Acho que a Jasminka comilona se tornou a minha personagem favorita. Claro que eu não me pareço nada com ela, sou totalmente desesperada com tudo e estaria surtando em todos os momentos, porém ela é simplesmente hilária por ficar o tempo inteiro com uma cara bem tranquila enquanto devora alguma coisa e todo mundo se desespera. Quem precisa de preocupações enquanto temos comida, não é mesmo?

Olha a cara daquelas duas ali atrás, dá vontade de esfregar no chão.

Além disso tudo tivemos a Diana sendo uma chata com todo mundo. Eu detesto aquelas amigas dela e achava que ela era melhor do que elas, no sentido de ser um pouco boazinha talvez, mas nesses momentos que aconteceram nesse episódio eu só consegui pensar que ela é tão chata quanto as suas companheiras. Apesar de tudo não podemos fazer pouco caso dela, se não fosse por ela o episódio não ia ter acabado dessa forma. Para mim ela quer se destacar sendo a melhor em tudo e isso é irritante, mas algumas vezes isso é bem conveniente, ainda mais se levarmos em consideração que o futuro da escola foi salvo por ela, ou algo do tipo.

Uma coisa que me chamou bastante atenção foi como uma adolescente pode saber mais do que os professores. Não faz muito sentido para mim isso, a não ser que não seja uma escola boa, o que faria menos sentido ainda, já que a Diana estuda ali e ela me parece ser de uma família bem rica e dedicada ao estudo da magia. Com toda a certeza eles iriam querer que sua filha prodígio estudasse em uma das melhores escolas. Apesar de que isso poderia ser explicado pelo fato da Diana também ser fã da Shiny Chariot e querer estudar na escola que ela estudou, assim como a Akko

Pelo menos a Akko é esforçada.

Por fim acho que não tivemos muita explicação da “história principal” nesse episódio, mas acho que foi bom não termos tanto protagonismo da Akko. Ela praticamente não serviu para nada ali, além de deixar todo mundo com mais castigo do que já tinham. A coisa mais certa nessa história toda é que ela ainda vai se enfiar em muitas confusões, porque ela simplesmente não consegue ficar longe dos problemas.

Obrigada por acompanharem até aqui. Até o próximo episódio!

  1. Este episódio, foi bem melhor que o episódio 4, só o inicio do episódio 5. deixou-me mais entusiasmado a ver o episódio, do que o episódio 4 inteiro. Começando pelo inicio do episódio , aquele roubo da pedra mágica, por uns momentos não me pareceu estranho, como tu bem referiste, aquela cena foi bem parecida, com uma que ouve no primeiro filme de Little Witch. As professoras e a directora, quando a Akko e a Amanda, entraram na sala onde elas estavam, nem souberam disfarçar o seu nervosismo, pois já sabiam o móbil do roubo da pedra. Finalmente já começaram a dar mais destaque às outras, futuras amigas da Akko, a Amanda, a Constanze e a Jasminka. A Amanda é muito parecida com a Akko, ao menos em termos de personalidade são bastante semelhantes. A Constance, nem sei o que dizer, quem não quer uma amiga, que faça um avião, uma espécie de microondas e um robô de lavar roupas em uns segundos, a Constanze é a pessoa ideal. A Jasminka, continua adorável, acho muito engraçado aquela postura dela, o mundo podia estar a acabar à volta dela, que ela não ligava desde que tivesse comida. Ver todas a lavar a roupa, foi um pouco aborrecido, o que compensou, foi quando a Diana apareceu e fez papel de chata e snobe, no sermão que deu à Akko. Ver a Amanda a atiçar, a coragem da Akko foi muito boa, principalmente quando elas fazem aquela posse, antes de ir ao covil dos dragões, tal posse fez-me lembrar as Meninas Super Poderosas, quanto tempo da minha infância, gastei a ver esse desenho.
    Agora a parte melhor do episódio, a entrada da Akko no covil dos dragões, aquilo que eu ri com o Dragão Fafnir, ele não tinha interesse em comer (no sentido da palavra) as bruxas, ele apenas queria que a escola caloteira, lhe pagasse o que devia a ele. Não sei a obsessão que alguns animes de 2017, têm com dragões, Kobayashi no Maid Dragon, tem um Dragão chamado Fafnir e agora Little Witch também, eu conheço a lenda do Fafnir da mitologia nórdica, não preciso que os animes com dragões, tenham sempre um com o nome de Fafnir. Aquilo que achei bem engraçado no Fafnir, é que ele mesmo velho, adaptou-se melhor às novas tecnologias, do que a escola de bruxas, que ainda usa o método de ensino e outras coisas de forma tradicional. O Fafnir, representa muito bem a sina de vida, de um dragão, um dragão que não seja mais ambicioso, não é um dragão, o vicio do vil metal, é uma característica deles, dragões, mas no caso do velho Fafnir é um caso mais grave (ver aqueles monitores todos, com gráficos dos ganhos e perdas do Fafnir, foi muito engraçado. Em relação à Diana, eu próprio admito que foi, um pouco de conveniência do roteiro, que a Diana, soubesse ler a escrita dos dragões, mas não acho que fosse algo impossível para uma bruxa de elite. Mas foi bem estranho, a Diana saber mais coisas que as suas professoras, mas quem sabe, como tu bem referiste, se calhar, naquele mundo existem outras escolas de magia melhores que a Luna Nova, mas a Diana queria estudar na mesma escola, que a bruxa Chariot estudou (a Diana nem precisa disfarçar, que eu sei, que ela era fã da bruxa Chariot). O pobre Fafnir, nem sabia onde se esconder, depois do seu plano de extorsão ter vindo a público, em defesa dele, a ambição de um Dragão, no que se trata em acumular o vil metal, é incontrolável, acumular riquezas, através de pilhagens, extorsão, extermínio de humanos etc, está no sangue dos dragões. Como foi boa, aquela última conversa entre a Akko e o Fafnir, o velho Dragão viu a sinceridade das palavras da Akko, nos olhos dela. O Fafnir disse que já a algum tempo que não via uma pessoa com aquele olhar, será que essa última pessoa, não era a Chariot, o olhar dela e da Akko são bem parecidos.
    Como sempre mais um excelente artigo, de Little Witch Academia Isabella.

    • Isabella

      Dragões não são seres muito bons, mas pelo menos esse não conseguia oseu dinheiro matando. Não que ele tenha sido muito honesto, mas é menos ruim do que tentar exterminar os humanos pra roubar deles.
      Sobre a frase que o dragão falou para a Akko, eu também pensei a mesma coisa. Acho que a última vez que ele viu aquele olhar foi na Shiny Chariot. Pelo menos naquela foto da premiação o jeito dela me pareceu muito com o jeito da Akko.
      Ótimo comentário, Kondou! Desculpe a demora para responder!!

      • Não faz mal. Os dragões na mitologia, são muito interessantes, eles dão inspiração para as histórias de filmes e videojogos. A versão do Dragão Fafnir, deste episódio, foi muito boa, ele aumentava as suas riquezas com acções online, ele para um dragão era super evoluído e tecnológico. Eu sei que ele não, foi honesto com a escola, mas todo o dragão que se preze, tem que ser ambicioso, nem que para isso, tenha que recorrer a métodos ilícitos, para obter mais riquezas.

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