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Para algumas pessoas o numeral treze é sinônimo de azar, mas para outras traz sorte. Superstições à parte, os bruxos não tiveram sorte por ter um certo personagem, cujo apelido é o numeral citado anteriormente, como inimigo.

Esse episódio foi mais movimentado que os dois episódios anteriores, mas tenho a sensação de que o episódio de número cinco poderia ter melhor. Eu admito que não sou especialista no que diz respeito à parte técnica, mas concordo com os comentários que li, internet à fora, sobre a má direção do anime. Eu precisei rever o episódio e me esforçar para prestar atenção no que poderia ser melhorado. Um dos grandes exemplos foi a cena da ilusão do Mercenário, que poderia ser mais impactante caso tivesse ângulos de câmeras melhores e uma paleta de cores mais diversa.

Passados cinco episódios desse anime (quase a metade), tenho a sensação de que ele está apenas divertido, embora ache que a história tenha potencial para ser mais do apenas divertida. Como disse anteriormente, esse episódio poderia ter sido melhor. A entrada dos nossos viajantes na vila não me causou tanto impacto assim, embora tenha achado legal a Zero falando sobre cada magia que foi usada nos moradores daquela vila, afinal, ela criou cada uma e as reuniu em um grimório.

Mesmo que possa parecer meio clichê, gostei do momento em que o Albus perde o controle e logo em seguida a Zero o acalma, isso mostra que ele se importava com os seus companheiros bruxos, apesar de mostrar um pouco de imaturidade do mesmo. Outra coisa interessante é que os Feiticeiros de Zero não são essencialmente uma organização maligna. Eles podem até ter roubado o grimório, mas usavam o seu poder para resistir às ofensivas do Estado e da Igreja, porém algumas pessoas entravam para esse grupo a fim de aprender sobre magia e usá-las para o mal.

Foi interessante ver que o Estado e a Igreja apelaram para a magia, mesmo que eles combatessem seus usuários. Numa guerra vale tudo mesmo, até ser incoerente com os seus próprios princípios. O Treze traiu a sua própria classe para conseguir recuperar o grimório, isso significa que ele não se importa com os meios usados para conseguir o que quer.

Quem ganha nesse embate de bruxos?

O reencontro de Zero e Treze também poderia ter sido mais empolgante. Tal reencontro aconteceria mais cedo ou mais tarde, então não chega a ser uma surpresa. Acho que o fato dele ser um traidor também não surpreende. Ainda não sabemos ao certo se ele está com o grimório ou não, e muito menos os seus reais objetivos. Ele se uniu ao inimigo somente para conseguir o grimório? Ele tem algum outro objetivo em mente? Caso ele recuperasse o grimório ele voltaria para a caverna e devolveria o livro para a sua verdadeira dona?

Esse episódio tenta dar uma movimentada na história mas a forma como foi executado acabou não sendo satisfatório ao meu ver. Fico com aquela sensação de que poderia ter sido bem melhor, mas mesmo assim continuo achando esse anime divertido de acompanhar apesar de não ser uma história grandiosa. Assim como todo anime, Grimoire of Zero tem pontos fortes e fracos, agora resta saber quais irão se sobressair no final.

Obrigado a todos que leram este artigo, e até a próxima!

  1. Este episódio de Grimoire, mesmo que me custe dizer, foi fraco e como não bastasse ser fraco ainda foi muito mal dirigido. Começando pelas partes negativas do episódio, não gostei da forma como a trama do episódio foi executada e explorada. Quem prestou atenção aos episódios antes deste, já devia ter percebido que as intenções do Treze eram tudo menos boas. Mesmo o episódio tentar explicar as motivações dele, foi meio que desnecessário e cliché. Outra das coisas que ficou muito mal executado neste episódio, foi a parte em que o Mercenário fica preso na ilusão do treze, e este tem um flashback de um acontecimento chocante do seu passado. Esta cena em si, já tinha impacto, mas com um uso melhor dos ângulos de câmara e uma paleta de cores mais dark, com certeza essa cena teria mais impacto. A parte em que o Balbus, aquele personagem insuportável que acompanha o Mercenário e a Zero, tenta fazer magia de cura, num senhor que estava ferido e que ele conhecia. Como ele podia fazer uma magia de cura eficiente, se ele mal domina um dos 4 ramos da magia. Achei esta parte completamente desnecessária. Isso e aquela parte em que o Balbus entra em estado de fúria e quase mata um dos bruxos rebeldes, só mostrando a imaturidade dele em todos os sentidos da palavra.
    Mas nem tudo foi mau neste episódio, a arte estilo pintura medieval nunca desaponta, a Zero continua interessante como sempre e o Mercenário continua igual. Achei interessante a explicação que a Zero fez sobre a seita de bruxos de Zero. Afinal nem todos os bruxos dessa seita usam os seus poderes para o mal, mas como tudo na vida, à aqueles que entram para a seita para aprender a manusear a magia para depois a usarem para fazer mal. O Treze provou ser um vilão cliché, um vendido, que matou e traiu os seus irmãos bruxos tudo em troca da ajuda de um rei, para a procura dos restantes grimórios. Aqueles bruxos que reivindicavam que as pessoas e os mercenários os deixassem de caçar, foram bastante verdadeiros nas suas intenções, só foi pena que o rei fosse um grande filho da mãe e o Treze a mesma coisa.
    Agora só quero ver se o anime vai ficar, apenas no divertido de assistir ou se vai melhorar lá mais para a frente.
    Como sempre, mais um excelente artigo Flávio.

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