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A culinária é uma das formas de refletir os costumes de um povo. Além dos alimentos usados na preparação de um prato típico, os utensílios e as técnicas utilizadas na culinária também fazem parte do acervo cultural.

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O modo como ele pesca lembra um urso caçando

Nesse episódio gastronômico a culinária serviu como pano de fundo para desenvolver a personagem Shiori, que por sinal, sabe cozinhar muito bem, algo que já foi dito em algum episódio passado.

Contextualizando o episódio 7, a Rainha junto de suas ministras decidem criar um evento culinário a fim de promover a cidade. O momento em que as garotas apresentam suas receitas é um dos alívios cômicos que o episódio apresentou.

A Shiori é uma jovem discreta e gentil (ela é do tipo “perfeita para casar”), mas que não pensa no futuro a longo prazo. A sua família é uma proprietária de uma fazenda, que por sinal é automatizada. Daqui uns anos, naturalmente, seus pais irão envelhecer significando que alguém da família terá que assumir a fazenda, no entanto, eles não gostariam de forçar a Shiori a tomar o controle da fazenda.

Até que eles formariam um belo casal

Shiori está focada apenas no presente ou seja, na vida que ela tem agora ao lado da família e trabalhando no Conselho de Turismo. Porém as coisas mudam com o passar dos anos e sua falta de motivação pessoal poderia atrapalhar um dia.

A falta de ambição e de certa forma, a acomodação fazem parte da sua tímida personalidade, a qual está sendo trabalhada nesse arco. Diferente dos dramas anteriores, a personagem em foco nesse arco nunca saiu da pequena cidade de Manoyama ou seja, ela não passou por uma decepção numa cidade grande como a Sanae e a Maki, que tiveram que se refugiar numa cidadezinha para repensar suas vidas.

Shiori se contenta com a sua vida pacata e seu emprego estável, fazendo dela uma pessoa muito simples e agradável. O fato de seu drama ser diferente das personagens anteriores é um ponto que pode ser considerado como positivo. Tudo está acontecendo de forma natural e simples sem precisar exagerar para situações muito dramáticas.

Os alívios cômicos do episódio servem para deixá-lo o mais leve possível, ao mesmo tempo em que a personagem Shiori é desenvolvida. O fato dela ter aceitado liderar a equipe do evento culinário é o primeiro passo para o seu crescimento como personagem.

O conflito entre os comerciantes e o Conselho de Turismo foi interessante e mostrou que a Yoshino, mesmo exercendo a função de Rainha, não era capaz de liderar a equipe que estava promovendo o evento, pois ela o colocou na mesma data do festival de verão dos comerciantes.

Roupas engraçadas

  1. Este episódio de Sakura Quest foi muito bom. Acho que já não é nenhum segredo, mas a Shiori é uma das personagens que eu mais gosto. Ver a Shiori a ter mais destaque neste episódio, foi muito agradável e também serviu para simpatizar mais com ela. A Shiori é a típica mulher para casar, recatada, gentil, se eu tivesse que resumir ela é uma Yamato Nadeshiko, ou por outras palavras, a Shiori encaixa muito bem no estereótipo de mulher japonesa ideal (é bonita, prendada e comedida). Eu já sabia que a família da Shiori estava ligada à agricultura, mas nunca pensei que tivessem uma fazenda que é quase toda automatizada. Mas por falar em fazenda, o inicio do episódio, foi muito engraçado, a Ririko parecia uma shinobi, a Sanae parecia uma apicultora, a Maki parecia a protagonista dos filmes do Kill Bill do Tarantino e a Yoshino estava vestida como uma típica agricultora americana. Eu gostei bastante da família da Shiori, tanto os país e os avós dela, são excelentes pessoas. Mas o pai dela é que teve mais destaque. Como eu gostei de ver a preocupação do pai da Shiori sobre o futuro dela, só demonstrou o carinho e dedicação que toda a família dela têm pela Shiori. A irmã dela é tal e qual ela, só por disser que ela é mais velha.
    Mas passando mais adiante, eu cada vez mais admiro o esforço do conselho de Turismo, a Yoshino e as outras, estão a dar tudo de si, para reviver aquela cidade rural. Como eu achei engraçado, ver a Yoshino vestida de rainha e a outras vestidas de chef de cozinha, para elegerem um prato de assinatura para representar aquela região. A culinária da Sanae foi muito engraçada, quem é que nunca pensou colocar umas asas de frango dentro dos noodles. O prato da Yoshino deu medo, aquilo parecia, não vou dizer o nome, pois este blogue é um blog familiar, mas aquilo tinha uma cor castanha muito duvidosa.
    Mas foi o prato da Ririko, que em fez rir até mais não, como não pensar de forma maliciosa, depois de ver o prato dela. Aquilo parecia uma larva, e depois quando a a Ririko faz pressão no prato a larva (aquilo devia ser uma omelete) expele um molho verde, pelo rabo, como uma pessoa não vai pensar porcaria nesta cena, é impossível (e a cara de não quero saber da Ririko não ajuda). Mas passando ao que interessa, o prato da Shiori, foi o mais normal de todos, não podia ter um aspecto atractivo, mas devia estar muito bom. A Shiori, é daquelas personagens, que são cabeça de vento, calmas e que se dão bem com toda a gente e é isso que eu gosto nesta personagem. A Shiori serve como elo de ligação, ela é a representação da alma daquela pequena cidade do interior e isto ajuda na relação e objectivos da Yoshino e das ministras dela.
    A introdução do chef de cozinha francesa foi muito bem feita, ainda por cima depois de termos visto que a Sayuri, a irmã mais velha da Shiori tinha algum interesse nele. Ele à primeira vista, notou-se que era uma pessoa esforçada, mas meio trapalhão, como a Sayuri e a sua irmã. Por momentos, pensei que pudesse haver um romance entre o Kumano e a Shiori, mas este já tem alguém que gosta (a Sayuri). Mas se ambos se tornassem um casal, seria um bom casal. A maneira como o Kumano apanhou os peixes no rio, soou muito como um trocadilho do estúdio com o nome dele, pois ele parecia um urso e o nome dele é Kumano (Kuma significa urso).
    Agora a parte do final, eu não esperava que a Shiori se tornasse uma líder temporária, mas percebi as intenções dela. Afinal ela ama a sua terra nata e fará tudo ao seu alcance para a ajudar. A data da festa, foi um grande problema, como o Conselho de Turismo não se lembrou da data da festa do Conselho de comércio. A presidente do conselho do comércio, podia ser um pouco mais razoável com as garotas, mas esta tinha razão, só não se expressou bem (além que esta velha pode ser meio irritante às vezes).
    Como sempre, mais um excelente artigo de Sakura Quest Flávio.

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