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Primeiramente eu gostaria de pedir desculpas pelos atrasos dos artigos.

Eu afirmo a vocês, leitores, que foi divertido acompanhar Grimoire of Zero por três meses.

O último artigo que fiz sobre esse anime comentei sobre o plano de resgatar a Zero e acabar com a magia daquele reino a fim de reintroduzir a magia de forma correta, acabando com o conflito entre Estado e bruxos. Por falar em guerra, existe uma figura central, o qual está por trás de toda essa confusão, que foi mostrada durante a série. Tal figura é o bruxo Treze, que é o antagonista da série. Ele não é o tipo de personagem que se encaixa na definição de personificação do mal, e também não é do tipo que quer dominar um mundo.

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A ideia de felicidade está desde sempre associada a mais fundamental das perguntas: Qual é o sentido da vida? Obviamente definir o que é “felicidade” é em si um grande desafio e se ela for a resposta ao sentido da vida ou estiver a ela relacionada, filosofias completamente conflitantes podem surgir a partir de definições diferentes para “felicidade”. E fica pior: a linguagem em si é uma armadilha, e “sentido” ou até mesmo “vida” podem assumir significados bastante diferentes. “Sentido” é um objetivo? Um estado? Se for objetivo ele é atingível ou é um ideal? “Vida” é apenas a vida humana? É a vida do indivíduo ou a vida da humanidade como um todo?

Longe de querer responder o que tantos ainda continuam tentando depois de milênios, vou só aproveitar esse episódio de SukaSuka para fazer alguns comentários bastante superficiais sobre a filosofia da felicidade, e comentar sobre esse episódio que ao mesmo tempo me deixou tristesatisfeito.

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Olá, pessoal! Aqui estou eu, Tamao-chan, e venho com o último artigo de Fukumenkei Noise.

Juro que fiquei com medo do final ser bem ruim. O início eu achei bem clichê, depois a história foi melhorando a passos de formiga, até onde estamos atualmente, no dia do show na LogRock Horizon. Apesar do 3D exagerado, das imagens sendo repetidas várias vezes e da voz estridente da protagonista, o show foi muito bom, mesmo com todas as surpresas encontradas em meio ao seu desenvolvimento.

Além disso, a vida de Nino mudou bastante. O que será que ela pretende fazer após o seu amado Momo ter se distanciado dela? E como fica o Yuzu em meio a tudo isso?

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Olá pessoal, quinta é dia daquela resenha especial feita pelo Kakeru17 para você que só queria uma vida tranquila e “não fez nada de errado”, ou para você que gostaria de parar o tempo para consertar qualquer coisa. Hoje é dia de Jojo, aquela obra que é um diamante inquebrável para os seus fãs!

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O último episódio de Eromanga-sensei foi diferente de tudo que eu havia pensado e de tudo que ele deveria ter sido nos outros 11. Dessa vez foi explorado a todo momento seu lado ecchi, o que era esperado de um anime com este título. Todo o desenvolvimento que tivemos até aqui, de romance, foi totalmente esquecido, o que pra mim é um ponto positivo.

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Montanha-russa. Exatamente isso, uma montanha-russa. Esse episódio de Atom começou lá embaixo — horrível — e foi subindo de forma bastante lenta. Após duas horas assistindo isso — eu tive essa sensação — Atom finalmente chegou ao seu ápice, assim como a descida de uma montanha russa, na melhor parte. Então, senhor Nomichi, esse episódio foi bom ou ruim? Não foi bom, mas também não foi ruim. Assim como já venho afirmando, eu diria que esse episódio foi uma montanha-russa. Altos e baixos.

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Depois de sermos apresentados aos personagens, enfrentarmos alguns vilões e termos um ótimo arco com um campeonato, nada mais justo que os estudantes passarem por estágios. Isso me lembrou o que acontece em Shokugeki no Souma, quando, depois do torneio, os alunos também fizeram estágios com chefes de cozinha reconhecidos. Parece que isso está virando tendência nos animes shonen.

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