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Muita coisa aconteceu nesse episódio de Dungeon: Sword Oratoria. Tivemos grandes revelações, algumas coisas foram respondidas e novas perguntas apareceram, mas o foco do episódio foi, sem dúvida, a batalha na Dungeon, onde alguns personagens conseguiram me surpreender.

Antes de tudo, a história da elfa Filvis fez toda a diferença pela forma como foi contada. O anime apresentou a personagem de uma maneira que qualquer desconfiaria de seus atos, mas agora sabemos seu verdadeiro passado, e diria que sabemos até demais. A forma como ela saiu do andar 27 foi aterrorizante, o que explica a maneira como ela age atualmente.

Exatamente como me sinto segunda-feira de manhã

É claro, Lefiya ficou do lado de Filvis, o que combina bastante com a sua personalidade, enquanto Bete simplesmente mandou ela morrer logo, o que também é algo clássico que ele diria. Pra completar, o anime ainda mostrou um lado “fofo” da elfa, que provavelmente vai virar waifu de muita gente a partir de agora.

Como as duas são elfas não é errado shipar, né?

Ainda sobre Lefiya, acho que já podemos dizer que ela superou sua dificuldade em usar as habilidades. Ela se mostrou muito útil na luta contra inimigos fortes, e de quebra, ainda teve um bom trabalho em equipe com Bete. Eu ainda acho que ela demora muito pra conjurar as magias, mas tivemos um grande avanço em relação a personagem no início do anime.

Outra que me chamou atenção foi Asfi, que lutou sério pela primeira vez nas duas temporadas, inclusive com umas habilidades interessantes, como as asas nos pés que remetem ao seu Deus Hermes. Em contrapartida, o resto da party continuou inútil, só assistindo os outros lutarem. Se alguém dali morresse, ninguém ia ligar.

Já o grande vilão do episódio, que usava uma máscara de caveira, teve sua identidade revelada: ele é Olivas Act, responsável pelo Pesadelo do andar 27. Coincidência ou não, a outra sobrevivente deste andar também estava lá, e claro, com querendo se vingar pelo que ele havia feito.

Olivas é aquele vilão perturbado que na verdade é só um capanga de alguém mais forte. Inclusive, ele se mostrou bem mais fraco do que imaginei, pois apenas controlava os monstros-planta que foram destruídos por Lefiya com facilidade. Descobrimos que ele e Revis são monstros híbridos, que se alimentam daqueles cristais para ficarem mais fortes, ou simplesmente viver. Além disso, Olivas ficou o tempo todo falando de uma tal de “senhorita”, e eu já tenho uma teoria sobre quem possa ser.

Na cena pós-créditos foi revelado que Aria, mãe de Ais, na verdade é um espírito. Eu não faço a menor ideia de como um espírito deu a luz a um ser humano, o que podemos concluir que talvez Ais não seja uma humana de fato, ou seja e tenha algum tipo de benção que a torne tão apelona.

Mas voltando a Senhorita, como Olivas disse, ela não é um Deus, e pode ser um espírito que quer destruir a cidade, por isso meu chute é Aria. Ainda não está claro o porquê dela querer fazer isso, mas o fato de Revis também conhecê-la pode aumentar as chances da mãe de Ais estar envolvida com essa coisa toda. Dessa forma justificaria como a Princesa da Espada estaria ligada aos monstros, e talvez sua própria mãe a esteja usando.

A diferença do tamanho das duas espadas é gritante, mas estamos falando da Ais, então isso não importa

A luta de Ais e Revis não teve muito desenvolvimento, o que parece que elas vão se enfrentar novamente. A própria vilã chamou ela para o andar 59, e adivinha o que aconteceu? Ela aceitou o convite, obviamente. Quando a pessoa que tentou te matar ou um completo estranho te chamar para algum lugar, você aceita, até porque não tem nada de errado nisso. Não tem nenhum motivo para você desconfiar de alguma armadilha ou coisa do tipo. Pelo menos dessa vez parece que a família Loki vai com ela, então temos menos chances de dar problema, mas se tratando do nível do andar, acredito que já podemos estar próximos da batalha final e de revelações primordiais sobre a trama.

Sim, mamãe

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