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A primeira coisa que chama a atenção em Youkoso Jitsuryoku Shijou Shugi no Kyoushitsu e é como Youkoso Jitsuryoku Shijou Shugi no Kyoushitsu e tem um nome incrivelmente longo. Adaptação de light novel, certo? Faz sentido.

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Olá, pessoal! Aqui estou eu, Tamao-chan, trazendo as primeiras impressões deste anime incrível que é Mahoujin Guru Guru! Para mim foi uma das melhores estreias, e por ser um remake do mesmo anime exibido em 1994, acredito que será uma grande surpresa. O fato de ser uma comédia resgatando todos os elementos de um JRPG me agrada muito, e a comédia ao meu ver não é forçada.

A história começa como qualquer RPG. Tem-se uma história contada através de um diálogo mostrado na tela, inclusive naquele estilo bem “começo de filme do Star Wars”, e não é algo que se pode ignorar, pois vários pontos importantes surgirão na sua cara. Como o rei demônio ressurgiu, estão procurando um herói para matá-lo, e inclusive a pessoa será nomeada como o Príncipe do Reino Antygo. Mas, como havia uma lenda dizendo que existia uma magia chamada Guru Guru e é muito antiga, ninguém acredita nela.

Mas vamos entrar nesse quesito depois, já que precisam de um verdadeiro herói que usa espada, e não magia, que era o sonho de Nike, o escolhido. Ele foi forçado a sair de Thediosa, a cidade do princípio da aventura (que é tediosa mesmo porque não tem nada) para visitar a Vovó maga, mas foi feito de uma maneira nada convencional, utilizando-se um estilingue gigante. Mas mal sabia ele que, ao chegar na casa da mesma, encontraria Kukuri, uma maga que usa a Guru Guru, que é uma faca de dois gumes. Inclusive, até mesmo ao chegar no Reino de Antygo, Nike foi escolhido para ser realmente um herói.

O melhor deste anime é que, dependendo da cena, os personagens recebem design em 8bits, e até mesmo a voz muda. Esta obra não tem o pudor de usar apresentações de RPG, inimigos do mesmo estilo, e nem mesmo história e  armas, as quais aumentam o poder de HP, por exemplo. Acredito que muita gente se identificará com a obra, não por ser algo saudosista, mas também pelas partes de comédia que são muito bem elaboradas. O cenário é bem feito e muito old school e, por ser um remake, achei super válido colocar um traço bem parecido com o de antigamente.

Ultrapassando a qualidade do primeiro, o segundo episódio de Koi to Uso veio com novos personagens e uma descoberta, de minha parte, que vou contar para vocês antes do artigo começar. Pelo estilo da música e a voz do cantor, escutando pela segunda vez, descobri que a abertura de Koi to Uso, que já tinha me cativado na primeira vez em que escutei, é feita pelo mesmo artista de outra música que eu gosto bastante (vou deixá-la no final do artigo). É bem peculiar porém é divertida (e vejam o clipe, é bem legal também).

Do começo do episódio até uma cena específica, eu fiquei pensando que se render à esposa pré-escolhida, apresentada neste episódio, não seria má ideia, afinal, ela também é um amor (sem contar que eu amo tsunderes), porém, tem uma cena da Takasaki falando do que gosta nele que me lembrou o porquê dela ser a protagonista. Vamos ao artigo!

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