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As escolhas que fazemos na vida nos levam a conhecer várias pessoas. Para onde você vai, que estilo de vida quer ter, o que estudar, com o que trabalhar, hobbies, cada uma dessas escolhas, e cada combinação de diferentes escolhas mais a aleatoriedade do destino, te leva a conhecer essas pessoas mas não aquelas. Você irá se aproximar mais de algumas pessoas, ser mais íntimo, ter maior amizade, tudo isso mais ou menos de acordo com as escolhas que você faz.

E tem aquelas pessoas que você não escolhe e que mesmo assim são íntimas, não importa o quão diferentes vocês possam ser: a sua família. Se não é possível escolher quem vai ser sua família, seus pais e irmãos, é verdade que pelo menos é possível escolher se afastar delas, da mesma forma que se pode escolher se afastar de qualquer outra pessoa. Mesmo assim continuarão sendo a sua família. Por mais que o rompimento seja genuíno e que se pretenda honestamente definitivo, seu pai sempre será seu pai.

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Eu tenho bode com o termo “bruxa”, como usado pelo anime. Faz parecer que são garotas más, ou que tomaram a decisão que tomaram em pleno gozo de suas capacidades mentais e em um momento em que possuem várias outras alternativas melhores. Como esse não foi o caso de nenhuma delas até agora, chamá-las de bruxas apenas desloca a culpa para as vítimas. Eu entendo que o anime faz isso de propósito, mas se eu apenas repetir isso aqui estarei fazendo o oposto do que me proponho – não estarei criticando. Se essa é uma forma do anime mostrar a sua crítica, tão melhor que eu aponte isso, não é?

Nesse episódio viu-se como surge uma bruxa.

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Segundo estimativas do Population Reference Bureau, entre pessoas vivas e mortas, 108 bilhões de seres humanos já nasceram no mundo desde cerca de 50 mil anos. Isso significa que para cada vivo há pelo menos 14 que já morreram – e isso só nos 50 mil anos após o homo sapiens ter adquirido as características anatômicas atuais.

E se todas elas retornassem do Tártaro para se vingar, punir ou no geral nos reclamar de volta para o pó de onde viemos?

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Sassassul Quetzacoatl Quetzcalcot Quetzcalcoatl Quetzalcoatl (acertei na quarta tentativa, quantas você precisa para conseguir escrever Quetz… para escrever o nome dela corretamente??), enfim, a garota cobra finalmente foi apresentada!

E ela não é uma cobra. Digo, lógico, cobras não andam e falam, mas o ponto é que o povo cobra sequer evoluiu a partir de cobras. Estranho, né?? Estranho, mas não é diferente do que já aconteceu (e temo que ainda aconteça) no mundo real.

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Princess Principal enfim mostrou como Chise, a espiã samurai (eu a chamei de ninja até agora, não foi? Isso está bastante errado, me perdoe, Chise). Ela veio do Japão, lógico, mas junto com ela veio uma carga enorme de referências históricas que certamente te deixaram bastante empolgado caso as tenha reconhecido e se interesse por isso. Se não reconheceu todas as referências, esse artigo irá cumprir esse papel, enquanto comenta sobre o episódio.

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Que pancada no final! De súbito, esse episódio se tornou tão ou mais triste que o terceiro, o da garota com uma doença incurável. E a ideia de que o Haruto “salva” as garotas fica cada vez mais difícil de defender. Ele mal parece ter uma vontade própria, mudando de comportamento e de personalidade a cada nova garota, a cada episódio.

Bom, em parte isso se deve à escolha criativa de ter um diretor por episódio, claro, mas acredito que não seja apenas diferenças de ponto de vista, e sim intenção deliberada. Com o tempo descobriremos, suponho.

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O que garotas adolescentes conversam com suas amigas, na intimidade? Eu não sei. Eu não era uma garota quando fui adolescente (nem antes e nem depois, aliás). E francamente não sei direito nem o que garotos adolescentes conversam intimamente, porque justamente a minha adolescência foi uma época de várias mudanças de amizades, então acho que perdi essa fase – só voltei a ter amigos realmente íntimos já no finalzinho da adolescência, quando, suponho, todo mundo já tinha conversado sobre todas as coisas vergonhosas do mundo.

Mas a gente sempre imagina. Ou assiste Centaur no Nayami, que tem a sua versão da história.

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