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E ae galera!!!!!!!!! Olha eu aqui de novo, já estou com meus dois animes da temporada (para quem gosta de mim, não consigo escrever mais que dois animes, infelizmente…), mas mesmo assim apareci aqui para mais um artigo e de primeiras impressões (provavelmente ficará só nas primeiras impressões mesmo). E adivinha qual anime? Sim, um anime chinês!!!!! Acho que sou a pessoa certa para isso né? Então vamos logo conferir!!!!!!!!

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Para quem não leu a sinopse, ou não assistiu o anime, a história é sobre uma menina, Hinako Nakayama, que até então não conhecia nenhum membro de sua família, o que muda totalmente quando seu suposto irmão gêmeo, Hikaru, aparece e pede para que ela ocupe o seu lugar na nova escola. Não sei ao certo o que a levou a aceitar tal proposta, porém esse episódio mostrou ela nesse primeiro dia de aula. O problema é que é uma escola para delinquentes e ela tem que sobreviver ali, com o nome de Hikaru Onigashima, que é filho de um membro importante do yakuza.

O primeiro episódio desse anime não explicou muita coisa, apesar de que temos apenas oito minutos, o que realmente acaba limitando um pouco, porém eu achei que esses poucos minutos mostraram algo interessante. Tenho que dizer que acabei o episódio cheia de dúvidas sobre a história em si, mas acho que elas não precisam ser realmente respondidas em detalhes minuciosos para que se entenda realmente tudo o que está acontecendo.

Descobri que esse anime é baseado em um jogo, mas eu nunca tinha ouvido falar sobre ele antes. Acho que se você está interessado em assistir algo curtinho, com uma menina vestida de menino e que bate em garotos – apesar de que achei estranho ela simplesmente saber lutar, talvez ela tenha recebido algum dom genético para isso, ou apenas aprendeu em algum momento de sua vida – então essa seria uma ótima escolha.

Eu pretendo continuar assistindo para saber o que vai acontecer com ela. No fundo, eu, como uma boa adoradora de cenas românticas, estou esperando que aconteça algo entre ela e algum outro delinquente daquela escola.

Esse tal de Atom demorou a estrear, não demorou? Apesar dessa demora agoniante, não foi uma grande estreia, mas também não foi ruim. O primeiro episódio, assim como já cansamos de ver em animes dessa e de outras temporadas, apresentou os personagens e os “conceitos básicos” do mundo onde o anime se passará.

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Olá leitores! Aqui estou eu a escrever as primeiras impressões de Grimoire of Zero (Zero Kara Hajimeru Mahou no Sho). Esta história de fantasia é sobre uma poderosa bruxa e um mercenário bondoso, com a aparência de uma fera (tigre) temida e imponente.

Esse anime apresenta elementos que atraem quem gosta de fantasia, como um mundo com características medievais, magia, bruxas e feras. O mundo onde se passa a história, além de ter características medievais, tem uma perseguição contra as bruxas, promovida pela Igreja, algo muito semelhante ao que aconteceu na Idade Média. Assim como nesse período da História, nesse mundo a Igreja parece ter muita influência, pois criou-se na população um sentimento de ódio para com as bruxas a ponto das pessoas caçá-las a fim de exterminá-las, já que todos acreditavam que elas eram más e que traziam calamidades.

Diante do contexto mostrado acima, encontra-se dois personagens cujo o encontro entre eles mudará seus destinos e se tornará um ponto de partida de uma grande aventura. O primeiro personagem é um mercenário metade humano e metade tigre, que no universo do anime é chamado de bestial (humano que possui espírito de animal cujo o propósito era servir como soldados para os bruxos), já o segundo personagem é uma bonita e poderosa bruxa cujo seu livro, que é capaz de destruir o mundo, foi roubado.

O episódio mostrou um pouco do passado do mercenário e contribuiu ainda mais para gerar empatia para com o personagem, pois ele sofria preconceito por ter aquela aparência, e seus pais foram mortos por causa disso.

O que mais se destacou nesse primeiro episódio foi a interação entre os protagonistas que demonstraram ser carismáticos. Outro ponto relevante é a explicação sobre a diferença entre magia e bruxaria, que diferentemente da nossa realidade, não representam a mesma coisa. Normalmente, em animes de magia nós vemos uma estrutura mágica definida, mas neste anime estamos vendo o inicio do conceito de magia e consequentemente do seu estudo, pois estão difundindo as magias que foram criadas pela Zero e que estão reunidas no livro que foi roubado.

Essa aventura com personagens tão distintos promete ser interessante e divertida. Por enquanto não vimos nada demais da parte técnica, e o encerramento é bem bonitinho, com uma música relaxante e agradável.

A temporada de abril decidiu deixar um de seus melhores animes para o final, e ele é o spin-off de DanMachi, que também pode ser chamado de segunda temporada. Ele apresenta uma das melhores propostas do ano, pois conta uma nova história e ainda explora o sucesso que já nos foi apresentado na primeira temporada.

Se você assistiu a primeira temporada e conheceu o mundo e todo o conceito que existia lá, também tem tudo para gostar dessa nova história. Por outro lado, mesmo que você não conheça nada de DanMachi, ainda vale a pena conferir.

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O nome SukaSuka é a contração do nome japonês, que completo e romanizado é Shuumatsu Nani Shitemasu ka? Isogashii desu ka? Sukutte Moratte Ii desu ka?”, e pode apostar que eu nunca vou escrever tudo isso para nada. A tradução seria algo como “O que você faz no fim do mundo? Você está ocupado? Você vai me salvar?”. Fica aí como curiosidade e para ajudar a entender melhor o clima do próprio anime.

Para os seres humanos não há mais salvação, o mundo acabou. Todos morreram. Ou quase: de alguma forma ainda não revelada, um ainda está vivo. Existem outras raças claramente divididas entre homens-animais e monstros. Curiosamente, os monstros (trolls, por exemplo) são humanos em aparência. Há uma guerra contra criaturas-planta e todos (depois da morte do último ser humano) fugiram para os céus. A guerra continua quinhentos anos depois.

Os homens-animais têm profundo preconceito contra os humanoides, a ponto deles serem na prática proibidos em alguns lugares. Uma raça em particular é criada apenas para continuar lutando. Não consigo deixar de enxergar uma alegoria ambientalista nisso tudo, mas a história não é sobre ambientalismo (eu acho).

A história é sobre as crianças criadas para a guerra e sobre o homem, o último Homem, que despertou e logo caiu em desespero mas acaba encontrando trabalho como cuidador dessas crianças – que assim que crescem só tem pela frente a perspectiva de desespero também. Por um período pelo menos isso aquecerá seus corações e também os nossos.

Mas e quando chegar o inevitável momento de separação e cada uma dessas meninas, ainda jovens, tiver que sair de seu pequeno paraíso no céu, pegar sua arma e descer à terra encarando a própria morte?

Desnecessariamente lascivo, para maiores de dezoito anos, não adequado para ambientes familiares ou de trabalho, apenas um nível abaixo do hentai. Nada disso é exagero. Se apenas ler isso já te deixa sem nenhuma vontade de assistir, então por todos os meios não assista.

Mas se nada disso te incomoda, se tem curiosidade (honesta, acadêmica ou mórbida), ou se é exatamente do que gosta ou o que procura, provavelmente não vai se arrepender.

Bem animado, com um bom elenco de personagens femininas belas, variadas e voluptuosas (algumas são exageradas para o meu gosto, mas passa), Sin: Nanatsu no Taizai com certeza não vai te deixar na mão (ou vai, o que eu também dou certeza).

Existe um pretexto para todo esse exibicionismo e quase pornografia que faz às vezes de enredo, e pode vir a ser interessante também. Se não interessar, atrapalhar também não atrapalha, pois sendo apenas mais uma versão da velha história da queda de Lúcifer é bastante fácil de acompanhar com o cérebro desligado (ou excessivamente ligado noutras coisas). E não que eu recomende assistir só por causa da história, mas se quiser existe uma versão com censuras horríveis que só vai ofender a sua sensibilidade estética, eliminando do campo de visão até mesmo o que seria exibido incólume em animes muito mais inocentes.