Drifters

 

Quem escreve esse artigo é o Renato, convidado do Pocket Hobby que irá cobrir Drifters nessa temporada aqui e em seu próprio blog.

Novo anime da temporada, Drifters conta a história de um guerreiro que participou da batalha de Sekigahara – e qualquer coisa que eu diga além disso é spoiler, então já fique avisado.

Após ser mortalmente ferido, esse samurai é transportado para uma espécie de mundo paralelo, onde encontra outros grandes nomes da história japonesa.

Antes de mais nada, preciso dizer: não é fácil assistir esse anime. Talvez, justamente por isso, que esse artigo esteja saindo tão atrasado.

Estou enrolando desde a semana passada para escrever, pois precisei assistir ao episódio de estreia umas quatro vezes, pesquisar livros de história em japonês e perguntar para vários conhecidos sobre alguns detalhes da trama.

Esse artigo é uma colaboração entre o Pocket Hobby e o Anime21. Acesse também o Pocket Hobby! No Pocket Hobby você encontra os mais variados conteúdos sobre cultura japonesa! No blog ou no YouTube, a escolha é sua.

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A sobreposição do protagonista à lua crescente foi outra sacada boa do episódio

Outra estreia excelente da temporada! Pronto para mais um artigo de primeiras impressões? Eu poderia resumir Fune wo Amu da seguinte forma: o Vinicius do finisgeekis disse que a obra original é boa, então vale a pena assistir o anime. Mas isso é um pouco preguiçoso demais de se dizer, não é? Então vou elaborar mais um pouco.

Foi uma estreia muito empolgante, e é incrível que consigam empolgar com uma história sobre um vendedor que se torna editor de dicionário. A trilha sonora e a animação foram sensacionais. A grande questão é que ao fim e ao cabe é uma história de um vendedor que se torna editor de dicionário, então eu totalmente entendo quem queira ficar desconfiado, preocupado que talvez possa ser apenas mais um anime com um enredo pretensioso. Mas ele é de verdade bastante inteligente! Quer ver só?

Comparar um dicionário com um barco usado para atravessar um oceano de palavras durante a maior parte do episódio pode soar críptico demais, ou talvez uma bobagem qualquer que apenas parece profunda. Mas eis que uma cena revela (mostra, não conta, como muitos diriam) que é na verdade uma metáfora bem simples: o oceano de palavras são os livros, e você usa dicionários para descobrir o significado das palavras que não consegue entender, assim “navegando” com sucesso.

E eu já disse que a animação e a trilha sonora são sensacionais? Para um anime cuja primeira cena, que mostrou, não contou o potencial do protagonista para seu futuro papel, tratou-se dele aleatoriamente pensando alto sobre os vários significados da palavra “clima”, Fune wo Amu sem dúvida acertou em cheio na construção de seu clima.

No resto do artigo, veja uma galeria de imagens desse primeiro episódio. Ah, e eu vou escrever sobre os episódios de Fune wo Amu aqui no blog!

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Já que meu trabalho em Drifters foi terceirizado, acho que vou ter que me contentar em dissertar sobre esse que é uma das maiores promessas da temporada, possuidor de alta qualidade de direção de arte e  coreografia dos personagens. Yuri!! on Ice é o último anime que estarei cobrindo essa temporada e o primeiro anime de esportes que falo sobre. Aqui é o Iwan e iniciemos uma nova jornada, dessa vez pelos rinques de patinação do mundo glamoroso do novo falso Shonen Ai do Mappa.

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A melhor frase para definir Long Riders é: Esse anime é um Bakuon melhorado. Para quem não conhece Bakuon, trata-se de um anime de garotas motoqueiras, enfim, o anime sobre o qual estou comentando é um anime esportivo com uma pegada Slice of Life, com personagens simpáticas e um clima tranquilo, algo perfeito para quem quer relaxar ou assistir algo leve depois de ter assistido algo muito pesado.

Esse anime mostra o quanto andar de bicicleta pode ser divertido e relaxante devido aos belos cenários que o anime apresenta. A parte técnica é competente, entregando um anime muito bonito e agradável de se ver, já a história é bem singela, seguindo o ritmo compassado das pedaladas das nossas protagonistas, sem nenhuma pressa, a fim de que o espectador aproveite ao máximo a simplicidade da história.

As personagens são simpáticas, e embora apresentem padrões semelhantes aos de outros animes do mesmo estilo, eu particularmente não acho isso ruim, pois, mesmo que as pessoas digam que as personagens são clichês, eu afirmo que as personalidades cumprem seus papéis narrativos, e as interações entre as personagens são excelentes.

Na continuação deste artigo tem uma galeria de imagens do episódio.

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Elas voltaram!

Mais primeiras impressões, mais segunda temporada! Um dos melhores animes do ano passado, na minha opinião, foi Hibike! Euphonium, e ele acabou de forma perfeita para ter continuação. Assim, não foi surpresa quando saiu a notícia de que haveria uma, mas mesmo assim não pude evitar a euforia ao saber da notícia! E demorou, mas chegou: mais Hibike! Euphonium. Como no ano passado, irei escrever artigos semanais sobre seus episódios.

Euphonium 2 começa exatamente de onde Euphonium 1 havia parado, a final do concurso de bandas de Kioto. Nesse clima de vitória que instilou uma nova ambição e sensação de responsabilidade nos membros da banda, os ensaios recomeçaram e a sombra dos eventos desastrosos do ano passado da banda (cronologicamente antes da história do anime) ressurge conforme um membro que havia abandonado o clube ressurge e implora para retornar. Interesse? Não, ela diz, e pareceu muito sincera, que quer apenas ajudar. Assim, o primeiro grande conflito da banda marcial do Colégio Kitauji está posto!

De outro lado, as protagonistas Kumiko e Reina estão mais próximas do que nunca, para enlouquecer os corações de certa fanbase 😉

Na continuação do artigo, uma galeria de imagens do primeiro episódio de Hibike! Euphonium 2, que foi um episódio de duração dupla!

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Olha quem voltou!

Mais um artigo de primeiras impressões, de novo no formato que eu já expliquei: curto e direto, pra te ajudar a decidir rapidamente se assiste ou não. Se bem que, no caso de continuações, quase sempre essa decisão já está tomada antes mesmo do anime estrear, não é? Bom, pelo menos serve para saber o que esperar.

Aproveito para informar que irei escrever artigos de episódios de Gundam: Iron-blooded Orphans 2.

Sobre o anime, o que esperar? O que teve nessa volta de Gundam Orphans? Tudo continua igual? Longe disso:

  • As “crianças” ainda nem cresceram e a série quer tratar agora de responsabilidade
  • A vitória contra a Gjallarhorn (e as maquinações do McGillis) expôs a corrupção da organização de caráter militar, e rebeliões começaram no mundo inteiro contra ela
  • Rebeliões que usam crianças, seguindo o exemplo da Tekkadan…
  • Outra coisa que voltou à moda graças à Tekkadan foram os Gundans, que começaram a ser retirados de onde quer que estivessem e reativados
  • O sistema Alaya-Vijnana também se tornou cool
  • Tudo isso, o anime insiste, graças à vitória e ao exemplo da Tekkadan

Essa é a nova ordem mundial. A Gjallarhorn está agora se preparando para recuperar seu poder e o McGillis está tramando de novo para, suponho, obter ainda mais poder dentro da organização. A Tekkadan está mandando bem, mas está em uma posição complicada: virou alvo de gente grande por ter chamado atenção e não tem a opção de parar, de evitar continuar nessa espiral de caos e destruição. Que não está muito caótica e destrutiva por enquanto, mas ah, sabemos que vai ficar!

No resto do artigo, confira uma galeria do primeiro episódio de Gundam: Iron-blooded Orphans 2!

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