Sendo honesto, o Ikuta só ensinou traquinagem pra Yatri

Esse anime não tem nenhuma sutileza. Poderia ser pressa mas já estamos no sexto episódio e não só eu continuo a não saber onde o anime pretende chegar (ou sequer por onde pretende ir) como além disso ele ainda está dedicando episódios inteiros para desenvolver personagens. Esse episódio foi o episódio da Yatri, principalmente, e contou parte importante da história do Ikuta. Alderamin não divulgou até onde eu saiba quantos episódios terá, e é tentador imaginar que terá pelo menos 2 cour, talvez divididos. Não é pressa, mas mesmo assim o anime achou por bem logo após um episódio com um brevíssimo flashback da infância de Ikuta e Yatri transmitir outro com esse flashback inteiro. Isso não é nada sutil e já está beirando a previsibilidade.

Sei mais um pouco sobre o passado, mas o futuro ainda é um mistério. Para adicionar uma camada extra de mistério, desde o primeiro episódio há momentos de narração, ora da Yatri, ora da princesa Chamille, que dão a entender que elas estão narrando fatos do passado, ou seja, o que estou assistindo ainda não é o “presente”. Permanecem havendo duas opções: ou o anime será sobre como o Ikuta irá chegar a esse presente que suas companheiras narram, ou sobre o que irá acontecer depois, com tudo isso que veio antes sendo uma longa e (espero) importante caracterização de cenário e personagens.

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Pronto para a aula?

Depois de toda a tensão do episódio anterior esse foi bem mais … bem menos … bom, ele não foi tranquilo, calmo, sossegado, mas definitivamente não foi tenso como o terceiro. A princesa foi fazer as coisas de princesa dela (ou seja, tentar convencer os burocratas do governo de que é ela quem manda) e o Sorey foi passear na cidade.

Ou era essa a sua intenção, mas acabou nem entrando nela e ao invés disso foi dar uma volta em uma ruína próxima com Mikleo e Lailah, seus dois serafins codificados por cor. É curioso como pela aparência os dois aparentem ser adolescentes mas a Lailah saiba tantas coisas a mais que o Mikleo, dando a entender que talvez seja bem mais velha. Ou talvez ele apenas nunca saiu do Elysio mesmo.

De um jeito ou de outro é conveniente assim porque soaria estranho se do nada o Mikleo se tornasse o tutor do Sorey, ensinando a ele coisas sobre o mundo e sobre ser o Pastor. A Lailah serve melhor ao papel de instrutora de começo de jogo.

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Desiste dele, Celty...eu já desisti.

 

Que temporada foi essa, meus deuses? Diversos conflitos armados, personagens novos se destacando, os antigos mostrando suas caras, terciários ressurgindo com tudo…no meio disso, caos, antigos aliados agora um contra o outro, um informante que oscila sua posição o tempo todo, uma motoqueira ainda mais visível agora do que antes…que mais? Venha, temos muito mais para mostrar!

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Uma vampira desligada, uma lobisomem tarada, uma demônio viciada em doces e uma alienígena com problemas amorosos, o que você quer mais?

Vou falar um pouco de um anime que me chamou bastante atenção nessa temporada de verão de 2015: Jitsu wa Watashi wa. Mas dai vocês perguntam o que mais me chamou atenção para eu acompanhar esse anime, dentre tantas outras opções nessa temporada? E eu falo que foi pela Shiragami Youko, uma vampira de cabelos verdes muuuuito fofa, que apesar de ser meio atrapalhada consegue conquistar todos que a conhecem. E daí entra o Kuromine Asahi, um garoto que não consegue mentir, sério, por mais que ele tente é impossível para ele, e por causa disso todos zombam dele.

O problema é quando Asahi, que é apaixonado pela Shiragami, vai revelar o seu amor para ela depois das aulas, e acaba descobrindo que ela é uma vampira, e segundo o trato que ela tinha feito com o seu pai, se alguém descobrisse o seu segredo ela deveria voltar para sua casa no interior e sair da escola, porém, o nosso corajoso Asahi promete que vai guardar o segredo dela a qualquer custo, mas será que ele realmente vai conseguir? hahaha

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Doug se sacrificou por nada

Aconteceu tanta coisa, foi tão corrido, tão difícil de digerir, e eu estava tão ocupado que perdi o timing para escrever o artigo sobre o episódio 11. Então decidi escrever junto com o 12, nada mais justo, certo? Assisti o 12 e enquanto mais elementos foram jogados na tela, nada ainda havia se resolvido. A convulsão era a mesma, mas os eventos eram completamente diferentes. Fiquei na dúvida se deveria mesmo escrever um artigo conjunto para os dois episódios. E continuava ocupado. Talvez devesse esperar o último episódio? Quero dizer, em toda parte (sites de notícias, blogs, fansubs, etc) se informava que o episódio 12 era o final, mas claramente aquilo era um engano, não era? Não era. Oh.

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Esse grupinho vai deixar saudades...

Em meio a tantos animes com temática tensa nessa temporada, Himouto! Umaru-chan conseguiu se destacar por ser o tipo de história simples e divertida que consegue fazer sorrir de maneira quase instantânea! É aquele típico “anime de cura”, que você assiste porque sabe que vai te fazer bem, independentemente de como se encontra o seu estado de espírito naquele momento. O resultado cômico de seus episódios, se deve à excelente junção de efeitos sonoros incrivelmente irreverentes, com uma arte simplista que abusa de feições diversificadas e reações mais do que hilárias de seus personagens. Se o anime oferecesse apenas isso, correria o risco de se tornar bobo e esquecível, mas a evolução dos personagens e os relacionamentos que estabelecem entre si, mesmo sendo tão diferentes uns dos outros, é um fator que conseguiu prender a atenção e nos manter ansiosos para acompanhar cada novo episódio. Além disso, o anime é uma máquina de referências à cultura otaku/nerd e é impossível assistir sem se identificar com alguma das várias situações que Umaru protagonizou. Em resumo: mal acabou e eu já estou morrendo de saudades!

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