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Willem fez uma inocente massagem em Chtholly no final do episódio. E bom, tecnicamente foi inocente mesmo. Eles são militares, ali é uma instalação militar, ela havia acabado de retornar de uma operação militar e estava se recuperando, e o Willem sabia o que causava o mal-estar que ela sentia bem como sabia como remediar. E foi só isso o que ele fez.

A construção da cena fez parecer algo bem diferente, contudo. Desde a forma como ele abriu a roupa dela e passou a mão por suas costas nuas, até os gemidos e os movimentos da garota, além, lógico, dos enquadramentos escolhidos. Tudo feito para quem só pensa “naquilo”. Sim, leitor ou leitora! Se você assistiu essa cena e ficou com a impressão de que parecia que eles estavam fazendo sexo, não se preocupe: você é apenas uma pessoa saudável que interpretou corretamente aquilo que o estúdio buscou transmitir para você de forma metafórica.

Dá uma olhada na galeria de imagens abaixo, que não deveria deixar ninguém em dúvida!

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Não é de se estranhar que Yuri!!! on ice tome um cuidado muito grande na forma como trata seus personagens (não à toa, alguém completamente esquecível e irrelevante, como Guang, protagonizou uma cena com o nível de importância e significância que a apresentação “The Inferno” teve.

Nesse pequeno post gostaria que parássemos para analisar qual a mensagem por trás da apresentação de Guang e como Yuri!!! on ice usou um meme para spoilar seu episódio antes do fim :v

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A tão esperada nova temporada de Ataque dos Titãs (Shingeki no Kyojin/Attack on Titan) está muito próxima, e para celebrarmos sua volta, eu resolvi fazer este artigo, que é uma espécie de “aquecimento” enquanto não sai as primeiras impressões e os comentários semanais a respeito da segunda temporada.

A cena que eu irei comentar brevemente é muito forte e ocorre no final do primeiro episódio, que é a morte da mãe do protagonista Eren. Tal cena causou muito impacto prendendo o expectador, que ao ver essa parte é instigado a continuar a ver a história para saber qual será o destino daquele pobre garoto que teve sua vida arruinada por uma tragédia.

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Um exemplo de storyboard preciso.

A princesa Euphemia, embora esteja conseguindo manter o auto-controle como poucos seriam capazes em seu lugar, está uma pilha de nervos enquanto olha para o painel que mostra a posição de todas as tropas. Sua irmã mais velha está em terrível apuro depois de uma avalanche que a isolou da tropa principal, que ou foi destruída ou está tentando se reagrupar em meio ao contra-ataque da Frente de Libertação do Japão. Zero e a Ordem dos Cavaleiros Negros encurralam Cornelia. Os oficiais na base móvel onde ela está suplicam para que a princesa dê a ordem para mover a própria base em socorro à sua irmã, mas ela havia recebido ordens da própria para não se mover não importa o quê. E provavelmente avançar com a base seria uma péssima ideia de todo modo. O que fazer?

Enquanto se debruça sobre o monitor olhando sua própria posição, como a esperar que surja uma resposta, eis que a resposta surge mesmo! Centralizada em suas mãos, mensagem de Suzaku, com o próprio se oferecendo para resolver o problema. Só ele seria capaz de resolvê-lo àquela altura e se apresentou quando Euphemia mais precisava. A cena foi montada e conduzida de forma e demonstrar tudo isso com o máximo de impacto dramático. Uma das excelentes cenas da ótima Batalha de Narita.

O Guren foi introduzido no episódio 10, e revelou-se um robô de batalha (“knightmare”, no jargão do anime) poderosíssimo, rivalizável apenas pelo Lancelot, que no entanto só entrou na Batalha de Narita no episódio 11. O choque entre os dois poderosos robôs era inevitável. O britanniano e o japonês? Sim, mas não.

Guren é pilotado por Karen, uma britanniana mestiça, filha de seu pai com uma criada japonesa (ou pelo menos a essa altura do anime ela é uma criada, não sei se era diferente quando Karen foi concebida; de todo modo, foi um caso fora do casamento), e membro da Ordem dos Cavaleiros Negros, que foi fundada a partir de uma célula de resistência japonesa por Lelouch para ser seu exército particular contra o Império. Karen luta pela causa japonesa mas ela própria não é totalmente japonesa e está trabalhando sob um homem cujos planos não são exatamente a libertação do Japão, mas sim a destruição de Britannia.

Lancelot é pilotado por Suzaku, japonês e britanniano honorário, filho do ex-primeiro ministro japonês quando o país foi derrotado e ocupado. Ele luta por Britannia sim, mas seu objetivo, por confusos que sejam seus meios, é melhorar as condições de vida de seu povo realizando reformas dentro do Império.

Dois japoneses lutando por japoneses, mas de lados opostos. Seus robôs não poderiam refletir seu patriotismo e antagonismo de forma mais óbvia: as cores de Guren e Lancelot são vermelho e branco, respectivamente, cores que vêm a ser justamente as cores do Japão. Ambas máquinas de guerra ostentam detalhes dourados (que representam o sol?). Lancelot está equipado com uma arma azul, a cor de Britannia e que nesse contexto representa a contradição de Suzaku.

Eu confesso que vendo tanta coisa que eu dava por certa mudando diante de meus olhos esse detalhe veloz foi algo que eu não dei a devida atenção: por quê Yakumo segurou a Konatsu no balcão, e não o Sukeroku? Por toda a história conjunta dos dois (e porque Sukeroku segurava Miyokichi, com quem Yakumo também tinha uma longa história) a escolha óbvia, automática, visceral até, seria ele ter segurado seu irmão. Deixar uma criança cair para a morte é terrível, mas o Yakumo nunca foi famoso pelo seu grande coração de todo modo, então por quê? Não que eu tivesse dado a devida atenção a isso inicialmente, como já disse.

Em seus comentários no meu artigo de análise sobre o episódio, tanto a Chell quanto o Kondou mostraram que para eles aquilo foi uma escolha deliberada e que devia carregar algum significado. Pois então comecei a pensar e … é mesmo, não é?

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Com um certo atraso absurdo aqui vai uma cena que eu estava querendo fazer a muito tempo (por muito tempo quero dizer desde que ela foi inventada a 3 meses atrás). A cena da queda de J.J é em minha opinião uma das melhores cenas em Yuri on Ice e merece uma análise separada de si mesma que eu não podia dar na época em que soltei o artigo referente ao episódio dela.

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