Tá vendo como eles sabem o que estão fazendo?

Mais um episódio que tinha muitos elementos para ser bom, mas foi uma grande porcaria. Se a animação fosse boa, se as batalhas fossem bem feitas, se o drama fosse melhor explorado. Eu já disse em outro artigo que Cross Ange parece ser um anime auto-consciente. Em mais de um momento parece que seus produtores conversam diretamente com o espectador e sabem que estão fazendo um anime ruim – notavelmente nas narrações das prévias. É como se eles quisessem fazer um anime ruim. Mais do que isso: é como se eles quisessem ver até onde podem irritar o espectador impunemente. Se a Sunrise me odeia tanto assim, se ela não se importa comigo, também não vou mais me importar com essa porcaria. Alternarei para o modo preguiçoso nesse artigo.

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Ange e suas companheiras observam a pira de dragões-humanos

“Então é natal, e o que você fez?” Passei mal sem nem ter comido nada, e … escrevi esse artigo sobre um episódio de Cross Ange? É, eu odeio o natal. Cross Ange abre mais uma linha de enredo nesse episódio. O mundo que há hoje não é o mundo real, ou natural, ao invés disso um cara chamado Embryo e tratado como deus um dia decidiu que tava tudo errado e usou engenharia genética ou sei lá eu o quê para criar um paraíso sem escassez e consequentemente sem conflitos. Como sabemos que esse mundo está longe de ser um paraíso, temos Cross Ange.

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Tudo começou quando uma não quis deixar a outra acariciar seu dinossauro de estimação

Assim que terminei de assistir esse episódio pensava em xingar muito no artigo. Na verdade eu ri bastante durante o episódio, e se você assistiu, sabe que ele tem bem pouco humor. Do humor proposital eu não ri, apenas senti vergonha alheia, mas do humor involuntário de todo o resto do episódio em rachei de rir. Mas Cross Ange é um anime consciente de que é ridículo e tem um enredo, na melhor das hipóteses, fraco. As narrações durante as prévias para os próximos episódios e as piadas vergonhosas em momentos inadequados (como a do fedor de Ange e Hilda nesse episódio) não me deixam mentir. O problema é que além do enredo, se você tem me lido até agora, sabe que eu critico também a forma apelativa como Cross Ange trata a discriminação, a violência contra a mulher, entre outros temas sérios, mas principalmente esses dois. E esse episódio começou com uma cena imperdoável, de dar nojo mesmo, para livrar a cara dos irmãos da Ange por tudo o que fizeram a ela. Com a cabeça fria, horas depois, reconheço que a reviravolta no enredo foi interessante e pode ser positiva. Mas isso não significa que esse episódio mereça ser melhor avaliado ou ter a dita cena patética esquecida.

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A canção da mãe se tornou o hino de guerra de Ange

Essa é a conclusão a qual Ange chega depois de ser rejeitada por sua própria irmã, sua família e seu povo. E ela não estava só desabafando não, ela planeja realmente provocar todo o caos que puder até que sua última gota de sangue escorra para fora de seu corpo então sem vida. Não posso dizer que concordo com ela, mas ao mesmo tempo a entendo. No geral, o episódio não foi ruim, mas mais me incomodou do que me agradou. Ou seja, algo normal em se tratando de Cross Ange.

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A jovem Hilda com sua mãe

Um episódio interessante, com bastante potencial, pouco aproveitado é lógico, afinal estamos falando de Cross Ange, mas quem sabe o final pelo menos não possa ser bom? Ou servir para colocar o anime em um bom rumo? Ange e Hilda se separam, e cada uma vai procurar sua respectiva família. Ange para salvar a sua, Hilda apenas para reencontrar. O anime intercala a história das duas e mostra mais uma vez como esse é um mundo cruel com as normas. Será que em um mundo assim podemos confiar em alguém? Ora, logo no primeiro episódio vimos a princesa até então amada do Império Misurugi passar a ser odiada em um instante e um golpe de estado ser executado com sucesso apenas porque ela é uma norma. Mesmo conhecidos próximos de Ange são vistos olhando com ojeriza para a princesa. Mas pelo menos os vínculos familiares são mais fortes do que isso. Seus pais tentaram protegê-la, bem como a mãe daquela bebê norma tentou proteger sua filha, e como visto nesse episódio, a mãe de Hilda também tentou protegê-la. Então a família é o último refúgio seguro de uma norma. Não é?

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Ange está cansada dessa Festa! toda. A fantasia representa bem o estado mental da protagonista nesse momento

Apesar do título engraçadão, até que o episódio dessa semana foi bom. Digo, bom para o padrão Cross Ange, não vá me entender errado. E como é de Cross Ange que estamos falando, lógico que tinham que enfiar de qualquer jeito um episódio com as garotas na praia vestindo biquini, mesmo que esse seja um anime que se passa basicamente em uma prisão de trabalhos forçados. Mas é a Festa! O único dia do ano que as normas podem relaxar. Tem até um torneio esportivo, com esportes crossangeanos como corrida equilibrando ovos nos peitos. É, pensando bem não teve nada de bom nesse episódio. O cão de guarda foi comprado por uma tigela de hambúrgueres. A princesa está com muito mal humor por causa da sua irmãzinha (isso é até compreensível, admito). Na verdade Ange está com o humor tão perturbado que ela termina o episódio tendo Hilda como sua melhor amiga, e falo sério. Quem não fala sério são os produtores desse desastre em forma de anime.

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Ange descobre o hobby de Salia

Esse episódio foi muito ruim, em muitos níveis. Um dos motivos, não necessariamente o pior, é que muita coisa simplesmente não fez sentido, ou por não fazer mesmo sentido nenhum mesmo ou por não fazer sentido na história que vinha sendo contada até agora. Por isso quero acabar logo com isso, vou tentar postar de uma forma diferente, apenas pontuando o que aconteceu em ordem cronológica seguido do meu comentário. Me acompanhe nessa trilha espinhosa.

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