Doug se sacrificou por nada

Aconteceu tanta coisa, foi tão corrido, tão difícil de digerir, e eu estava tão ocupado que perdi o timing para escrever o artigo sobre o episódio 11. Então decidi escrever junto com o 12, nada mais justo, certo? Assisti o 12 e enquanto mais elementos foram jogados na tela, nada ainda havia se resolvido. A convulsão era a mesma, mas os eventos eram completamente diferentes. Fiquei na dúvida se deveria mesmo escrever um artigo conjunto para os dois episódios. E continuava ocupado. Talvez devesse esperar o último episódio? Quero dizer, em toda parte (sites de notícias, blogs, fansubs, etc) se informava que o episódio 12 era o final, mas claramente aquilo era um engano, não era? Não era. Oh.

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Semana que vem vai ser sanguinolenta, pessoal

A história do episódio não foi de todo ruim. Bastante clichê, mas vá lá. A animação por outro lado … que tristeza. É normal (infelizmente) que animes para a TV sejam produzidos em qualidade inferior, às vezes sofrível mesmo, e depois recebam retoques para o lançamento em home video. Mas isso é assim porque não só os recursos são limitados, mas o tempo também – os episódios são semanais, afinal. Primeiros episódios sempre são melhores porque são produzidos com mais tempo. Mas para esse episódio tiveram uma semana a mais e o resultado foi esse. E se eu não reclamo disso na maioria dos animes é porque apesar de tudo faz pouca diferença, ou fica apenas engraçado (e via de regra são raros os animes que têm um episódio com duas semanas para produção). Mas Gangsta tem um clima pesado e personagens cheios de drama com um bom desenvolvimento, e quando são transformados em caricaturas mal desenhadas de si mesmos se perde a maior parte do efeito dramático de sua presença, postura, expressões. E a história, se não foi ruim, também não ajudou.

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Deu ruim pro Nicolas

As cenas de luta do episódio foram bastante decentes, apesar da animação menos do que ótima. Até a Alex deu uns tiros e dessa vez não foi contra um cadáver. Um banho de sangue, uma revelação sobre o Nicolas e sobre o sistema de ranqueamento dos twilights, um monte de gente que eu não conheço morreu, um monte de gente com quem eu não me importo foi implicada em uma grande conspiração. E o irmão da Alex reapareceu. Eu gostei, mas puxa. Esse foi o episódio da semana de Gangsta!

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Se pudesse, Nicolas iria embora de Ergastulum?

Já sabe-se qual vai ser o grande conflito da série. São aqueles assassinos de twilights, não são? Se bem que … para quem eles trabalham? E eles próprios não são twilights? Se não forem, como mataram até mesmo pelo menos um A/0? Parece que há algo maior acontecendo. O que os líderes de Ergastulum têm a dizer? Será que um deles é culpado? Bom, tirando um deles, todos são do partido pró-twilight, se me permite chamar assim, e ele assegura que jamais trabalharia com twilights. É alguém de fora? Quem? Por quê? O que existe fora, afinal de contas?

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Os quatro (serão os únicos?) poderosos de Ergastulum

Acho que o anime terminou de contar a história do Worick e do Nicolas, não é? Pelo menos as partes importantes já estão todas aí, já dá para ligar os pontos sem medo de errar. É uma história ferrada como era de se esperar desde que essa lenta sequência de flashbacks começou, mas acho que ela é mais ferrada do que eu esperava. O que é bom, totalmente não foi inútil. Foi uma forma legítima de caracterizar os protagonistas e a relação entre eles. E como se já tivesse colocado um ponto final nesse tema, Gangsta ainda usou o tempo restante para avançar um pouco mais a Alex e para finalmente mostrar a cara dos matadores de twilights.

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Nicolas e Worick quando jovens e o senhor sinistro aí em primeiro plano é o pai do Nicolas.Ele não foi um bom pai.

Ergastulum parece estar parada no tempo. Em flashbacks, já viu-se que a velha que vende cigarros e outras tranqueiras e que contrata os serviços dos faz-tudo para pequenas entregas já trabalhava há décadas naquela mesma birosca, que tinha a mesma aparência que tem hoje. Está mais ou menos estabelecido também que as principais famílias mafiosas que mandam no lugar (em especial a família Monroe) e até mesmo a polícia eram essencialmente iguais a hoje, em posição, funcionamento, tudo. A cafetina do bordel também já está no mesmo lugar desde antes da chegada de Nicolas e Worick. A cidade vive um eterno presente, como se não houvesse futuro. As pessoas estão envelhecendo, mas todo o resto continua igual. Parece, contudo, que alguém acha que é chegada a hora do relógio voltar a girar.

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Todos em Ergastulum arrastam grilhões

Fecho a minha linha editorial da temporada com Gangsta. Como demorei a decidir vários episódios já se passaram, todos bastante diferentes entre si, com pouca coisa em comum além dos personagens. Ao contrário de Rokka no Yuusha, que comecei semana passada, não é viável eu escrever mais de um artigo porque como eu poderia especular, digamos, em um artigo sobre o segundo ou terceiro episódio, sobre coisas que outros episódios já revelaram, nem que seja em parte? Sem falar que já perdi totalmente o timing.

Mas deixe eu me retificar: há sim uma coisa que une todos esses episódios. Não é exatemente um tema ou um fio de trama ainda que escondido, mas uma sensação. Se preferir, é a personalidade da cidade de Ergastulum, onde a história se passa. Nesse tipo de história é comum que o local adquira características bem definidas, às vezes ao ponto de se tornar um personagem. Não, a cidade não vai se levantar ou conversar com alguém nem nada do tipo, mas ela possui uma dinâmica própria e, a seu modo, interfere na história dos demais personagens, protagonistas inclusos. Em alguns casos, ela determina a história. É o caso de Ergastulum, e seu nome não é por acaso.

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