O momento em que Kirin (à esquerda) diz a Ryou que será sua família

O título é símbolo do que me decepcionou em Koufuku Graffiti. Não é tão “erótico” quanto a sinopse prometia (mas é bem mais do que eu considero aceitável para meninas de 13 ou 14 anos), mas é moe da pior forma possível. Me arriscando a não ser original, diria que é “um K-On! culinário”, talvez. Da metade para o final do episódio eu até consegui gostar um pouco da história e do drama que as garotas estavam vivendo, mas esse tipo de série não me engana. O drama se foi, o moe vai continuar até o final para que seus espectadores possam se deliciar com menininhas que elas adorariam ter como suas “boas esposas”.

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