Tocar Can Do justamente nessa parte foi muita sacanagem com os meus feelings.

 

 

O episódio final não surpreendeu ninguém. Foi tudo como qualquer um poderia ter previsto, desde o campeão da Winter Cup até os momentos pós-jogo, mostrando as características cenas do cotidiano dos jogadores. Mas quem pode dizer que não foi emocionate, que não foi vibrante, que não nos deixou felizes? Bem, eu posso. Certo, em geral foi tudo ótimo, sim, mas fiquei com a sensação amarga de que o emocional de alguns jogadores ficou mal explicado. E sim, todo mundo sabe de quem eu tô falando, mas é mais que isso. São todos os jogadores, todas as lições, todos os laços que não é possível saber se se estreitaram ou afastaram. Mas é o tipo da coisa, né, se o protagonista tá feliz, quem sou eu pra discordar dele?

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Como de costume,companheirismo é a palavra chave.

 

 

Redenção faz parte. É um direito de todo ser humano, e quase uma obrigação em animes sobre amizade, que alguém que cometeu muitos erros possa se arrepender e ganhar uma segunda chance. Dito isto, é quase óbvio que o próprio Akashi perceberia os seus erros e tentaria consertar tudo, mesmo consciente de que o que ele fez não se esquece tão fácil assim. Só que, no caso do ruivinho tripolar em questão, essa dita redenção não me entra na cabeça. Foi tão repentina quanto a sua transformação naquele monstro que terminou de afundar a Teiko em sua época de glória, porém motivada pelo mesmo objetivo de antes: vencer. Como se pode levar fé em um arrependimento tão superficial assim? Bem, aparentemente, algumas pessoas podem. Mas, vendo pelo lado positivo, Kuroko também conseguiu enfim ter de volta a sua paz interior, após um longo tempo de sofrimento, e isto, meus amigos, foi uma das coisas que levou este episódio a merecer uma quinta estrela.

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Quem é você agora?

 

 

Akashi é um dos personagens mais amados de Kuroko no Basket, e isso não e difícil de se notar. Basta observar os fóruns, as redes sociais, as fanfics, as fanarts, os doujinshis. Eu nunca entendi completamente de onde vinha tamanho amor a um personagem que não tinha outra função além de ferrar com a vida de todo mundo, e não é daquela forma divertida que nos faz amar os antagonistas e vilões, mas de uma forma ruim. Meu principal palpite eram os velhos clichês de que “a vida o deixou assim”, “esse não é o Akashi de verdade”, “ele vai se redimir no fim”. Bem, pelo visto acertei todas elas, mas isso não muda o fato de que eu ainda não o aceito como é. Na verdade, esse pequeno flash back apenas me deu a confirmação de que o poderoso rei Akashi, dominante sobre todos ao seu redor, é na verdade fraco. A pessoa mais fraca de toda a história. E a sua necessidade em alterar a própria personalidade de acordo com a corrente situação, a destruição de seu espírito ante a iminência da derrota, a completa incapacidade em confrontar o sistema à qual foi moldado desde o seu nascimento e o total desconhecimento sobre quem ele é, de verdade, só pioram esse fato. Eu não confiaria, jamais, em alguém que pode mudar da água para o vinagre por simples conveniência pessoal e abandonar não só seus princípios, mas todos os seus companheiros, por motivos egoístas sempre que precisar. Nem todo mundo é Kuroko e Midorima, Seijuro, e vai chegar um momento em que você ficará completamente sozinho. Para sempre.

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Vai nessa, Kagami. Ou é você, ou não será ninguém mais.

 

Este episódio foi muito, muito bom. Talvez o melhor deste jogo final até agora, tanto pela pressão esmagadora do início do quarto final quanto pela fúria que emanava de cada um dos dez garotos em quadra. Mas, ao mesmo tempo, foi um dos episódios que menos me agradou. Parte do motivo veio do Kagami e daquele papinho tão ex machina sobre a segunda zone, mas o principal fator foi, como sempre, ele. O capitão da Rakuzan. O babaca dos babacas, o rei do egocentrismo, Akashi Seijuro. Quando um líder abandona completamente os seus seguidores e começa a lutar sozinho, por considerá-los um bando de incapazes e ignorando completamente os seus sentimentos, eu não posso sentir nada além de desprezo. E, claro, um pequeno lado meu lembra de como os três tratavam Mayuzumi do mesmo jeito poucos minutos atrás e pensa baixinho: “Bem feito, pensaram que eram especiais? Pois bem, não são.”.

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Todo instinto, todos selvagens.

 

 

Nebuya x Teppei é uma das coisas que eu mais gostei de assistir neste jogo. Os dois são determinados, extremamente talentosos, enormes e fortes. É até meio que uma regra silenciosa eles terem de marcar um ao outro porque, sério, imagina se fosse o Akashi. Ou o Kuroko. Nem todas as firulas de anime os salvariam de sérios machucados caso levassem algum esbarrão ou tropeço. Aliás, falando em machucados… Ai Teppei, eu havia esquecido do seu, meu pobrezinho. Ah, a outra coisa que eu mais gostei foram os enfrentamentos 1×1 que rolaram, sempre com o fator comum que era o membro da Rakuzan subestimando o jogador da Seirin. E quebrando lindamente sua carinha bonita.

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O mais inútil é também o mais determinado.

 

 

Olha, não precisa se expert em mangás e animes pra já ter manjado que a Seirin vai fazer alguma loucura pra poder vencer esse jogo. Mas, antes disso, ela ainda precisaria de afundar mais em desespero e desesperança antes de partir pro abraço e pro happy end. Foi justamente isso o que aconteceu na primeira metade deste episódio, mas então, pra tristeza (ou seria felicidade?) geral da nação a situação mudou nem nenhum aviso prévio. A salvação do time de preto vem na forma de Mayuzumi, o copiador. E cara, eu realmente não fiquei feliz com os meios utilizados.

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Aquele sentimento de inutilidade que só um reserva é capaz de sentir.

 

 

Há jogos e jogos. Estratégias e jogadas. Elas variam de acordo com o esporte, o jogador, o time adversário e o jogo em si, dentre outros fatores. Mas poucas vezes, em toda a minha experiência com esportes ficcionais e reais, vi um time tão encurralado e sem expectativas de vitória quanto a Seirin nesta partida. Todos os seus lances são anulados ou superados, o maldito Akashi sempre tem uma carta na manga. Ele é todos em um, mesmo que não tenha a habilidade de copiar do Kise. Ele tem os olhos de água, a agilidade, a força e a astúcia. A melhor comparação que posso atribuir a ele seria uma peça do tabuleiro de xadrez, que se move como uma rainha mas tem a importância de um rei. A diferença é que: será que a partida seria redefinida mesmo que Akashi fosse derrotado? Me sinto seriamente inclinada a pensar que não.

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