Descreve muita coisa nesse anime

Utawarerumono não acabou nem vai acabar tão cedo, o anime vai continuar na próxima temporada. Aliás, já leu o guia dos animes que vão estrear? Prefiro assistir aquele do tio que é viciado em marshmallow do que Utawarerumono. Tá bom, estou exagerando, mas o meu ponto é: o anime do tio do marshmallow pelo menos é mais honesto (nem começou ainda, mas tenho certeza que será mais honesto).

Eu também vou ser honesto: esse é o último artigo que vou escrever sobre Utawarerumono. Vou continuar assistindo, embora sem a pressão para escrever artigos talvez acabe deixando acumular alguns episódios. Mas nada mais de artigos. Talvez eu comente alguma coisa no twitter – muito provavelmente zombando do anime porque ele não ajuda.

Último artigo desse anime então, aproveite!

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Olha carinha de retardada feliz da Anju ...

É com muita surpresa que depois de tanto tempo eu volto a gostar de um episódio de Utawarerumono. A história foi ad hoc, o humor foi meia boca e a ação foi pior que de costume. Mas uma personagem irritante desde que havia surgido, e mais ainda pela posição que ocupa, teve um desenvolvimento extraordinário, sensível. “Mas isso foi só no fim do episódio! Estava achando ruim até ali e magicamente passou a achar bom?” É, mais ou menos assim. A questão é que não acho os episódios de Utawarerumono de todo ruins, acho-os entediantes, acho que eles não cumprem propósito nenhum. Esse episódio, bem perto de seu final, mostrou a que veio. E foi bom!

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Meu ânimo com Utawarerumono

Utawarerumono está chegando na metade de sua temporada (terá 25 episódios). E eu devia ter escrito o artigo sobre o episódio 9 antes mas não consegui por algumas razões, então achei por bem escrevê-lo sobre os episódios 9 e 10 ao mesmo tempo. Eles não são tão diferentes assim afinal de contas. O anime até aqui apresentou um mundo interessante povoado por pessoas-bichinho e que lembra o Japão medieval, mas menos fechado (existem outras nações e há esforço diplomático em manter contato com elas – uma das personagens principais veio de outro país, inclusive). Tem um protagonista humano amnésico e um grande elenco de personagens-bichinho (a grande maioria garotas). E tudo isso para quê?

Quem disser que Utawarerumono tem uma história está mentindo. Não dá para colocar de outra forma. O que parecia ser uma fantasia medieval agora é melhor descrito como um slice-of-what?

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Olha só que cara vilânica de vilão o Dekoponpo tem

Depois de uma longa sequência de episódios amenos de apresentação de personagens Utawarerumono volta a ter ação de verdade. Mas me joga direto dentro dela, assim, sem nenhuma explicação, sem eu saber o que está acontecendo ou o que esperar, sem eu saber porque está acontecendo. Me senti como se estivesse conversando com um amigo no bar, e depois dele passar a tarde inteira falando de ex-namoradas, do tipo de mulher que ele gosta, comigo ali só fazendo cara de paisagem e ouvindo tudo com um sorriso (ele é meu amigo afinal), do nada ele muda de assunto para política internacional. Do nada mesmo, não tem nem um corte do tipo, “mudando de assunto, você viu o ISIS?” ou “mano, outro dia eu tava zapeando na TV e apareceu um cara falando do Obama…”. Seria algo mais parecido com: “e você lembra que te falei da Giselda? Achei puta injusto quando ela terminou comigo. Mas a Turquia que tá ferrada agora hein? Derrubaram o avião russo. Avião russo!!”.

E o pior é que do mesmo jeito que eu conheço meus amigos e sei o que esperar deles nessas conversas aleatórias, eu já tô pegando o jeito de Utawarerumono e sabia que não podia esperar nada desse caso pela forma como ele foi apresentado. Não parecia que seria divertido, não parecia que seria instigante, não parecia sequer que traria qualquer consequência para a história. E depois de assistir, eu tenho certeza que não foi divertido, não foi instigante e não vai trazer qualquer consequência para a história.

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A princesa Anju, a mais principesca de todas

Não quero escrever esse artigo. Não quero mais nem assistir esse anime, que dirá escrever esse artigo. Bah, eu comecei, já está no sétimo episódio então agora eu quero assistir até o final sim, nem que seja para xingar muito. E comecei a escrever, então vou até o fim também. Pelo menos até o fim dessa temporada, quero dizer, porque Utawarerumono está programado para ter 25 episódios, então até março vou ter que assistir isso, mas como de costume no Anime21, não garanto que continuo a cobertura após a estreia dos novos animes da temporada que vem. E não se preocupe que não é porque estou com má vontade com o anime que eu vou escrever o artigo de má vontade também, ok? Prometo fazer o melhor que eu puder!

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Kuon e suas mães olhando para o Haku desmaiado de bêbado

O episódio começou com um enorme de um fanservice. Eu já estava aqui achando que ia ser, hmm, “pesado”. Bom, pelo menos para os padrões de Utawarerumono até agora. O Haku foi seduzido por uma bela mulher-bichinho na terma, e os dois, sozinhos e nus, beberam e conversaram. Depois disso ela enviou a ele um convite para um banquete em seus aposentos. Ah, tem coisa aí! Ela havia demonstrado mais interesse por seu nome do que por ele em si, é verdade, mas mesmo assim. Então enquanto ele seguia para o banquete (junto com a Kuon) foi de alguma forma imobilizado e a mulher-bichinho misteriosa montou em cima dele de forma muito sugestiva. E daí em diante … não aconteceu nada. O que não me decepcionou, longe disso. Decepcionado eu estaria se Utawarerumono tivesse se transformado em um torneio de quem submete mais o protagonista. Mas não foi o que aconteceu nesse episódio. O Haku sequer foi protagonista nele.

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O Haku sabe atribuir prioridades

E o harém cresceu! E qual era a importante missão do Haku, secretamente dada a ele pelo grande general do império? Consertar telhados! E fritar takoyaki! E limpar sarjetas! Pelo menos agora ele está morando em um hotel luxuoso e tem um emprego estável, então todos estão felizes. Quero dizer, a Kuon está bastante feliz, o Haku está quase tão embasbacado quanto eu. A Rurutie está felizona também, mas eu nem sei qual a função dela naquele grupo (ou no anime como um todo), então não considero importante como ela se sente a respeito. E você, como se sente com esse super-desenvolvimento do roteiro de Utawarerumono?

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