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Cara… se eu achava que até agora tava difícil encontrar alguma influência de arquétipo em FMA, a barriga do Gluttony merece o prêmio. Eu não sei se é porque é o Gluttony ou se não acontece nada demais nessa parte mesmo (se acontece, não é tão impactante assim como as outras). Mas enfim, o que falar do Gluttony? Nada. Desculpa, ele não fala muita coisa relevante além de querer comer todo mundo que não é amiguinho. Não tenho informação o suficiente pra criticar ele, para associar um arquétipo a ele, e nem pra gostar dele. Eu não sei se a autora fez isso de propósito, mas todos os pecados, menos os emocionais, não pensam muito. Exemplos como Gluttony (gula) e Sloth (preguiça), são bem retardados, comparados aos irmãos. Se a Hiromu quis assim, eu não sei. Ou se ela segue uma lógica para desenvolver as características de cada homúnculo, eu não sei.

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Chegou a hora de falar da grande waifu desse anime… Winry! Tá meio difícil falar da waifu de muita gente… sem machucar ninguém. Mas enfim, eu estive ignorando ela por alguns motivos. Um é porque a informação dela vinha em partes, e se eu fosse falar em partes, teriam só umas frases e ela iria aparecer em todos os posts. E a outra é porque mesmo a Winry sendo a heroína da história, ela às vezes parece personagem secundário. Isso não é algo ruim, mas, em alguns momentos, eu acho que ela aparece lá só porque… eu não sei mesmo, a autora quis. Digo, pra uma garota (mulher no final da série) se arriscar tanto assim, ela deve gostar muito do boy. Não é um ponto negativo, qualquer cena com ela é lucro pros fãs.

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Bem vindos a mais um post, que muitas pessoas não devem ler. Eu até imagino o porquê, um dos motivos é que eu demorei 3 fuckin posts pra cobrir o início de FullMetal (e adicionar esse e vários outros). Mas enfim, já que cobri os 6 arquétipos que eu falei que ia focar no meu primeiro post, eu posso começar a separar os acontecimentos que se relacionam a isso. Eu só não fiz antes, porque não queria rushar FMAB. O bagulho de uma forma já pareceu rushado um pouco.

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Bônus: Começamos com um bônus porque meu antigo post foi bem incompleto e meu tempo livre também é, mas os meus professores da faculdade não ligam. E eu não acho que vou completar completamente o post anterior nesse (ou tentar), enfim, já que tá incompleto vou ir completando nos próximos.

Enfim, o post anterior ficou parecendo meio incompleto ou ruim mesmo, mas tem um motivo, eu juro que faltou tempo e eu tive que resumir o que eu queria falar (além de eu ter subestimado a quantidade de assunto que esse tipo de post rende). Mas então já falamos sobre o começo de Fullmetal e como adaptaram várias coisas em 4 episódios. Enfim, em geral o começo de Fullmetal Alchemist Brotherhood foi bem apressado, mas não foi algo ruim. Pela popularidade que o anime tem em qualquer lugar, foi uma adaptação muito boa. Eles mantiveram os fãs de 2003 e conseguiram novos. Mas enfim, tirando o primeiro episódio, porque vamos combinar né… aquele episódio pra mim só foi exibido pra falar que as coisas vão ser diferentes pros fãs de 2003. O episódio 2 foi muito bem adaptado, não acho que pecaram em nada, mesmo se comparando com o de 2003 o de 2009 tenha sido um pouco menos impactante. Mas enfim, adaptaram bem o suficiente pros novos espectadores não ficarem perdidos e os antigos fãs não ficarem entediados. Sobre o Tucker, o de 2003 deve explicar muito mais sobre ele (por motivos de encheção de linguiça), mas eu sempre vi ele como combustível para fazer a série melhor. E no começo de Fullmetal acontece um monte de coisa “importante” pra história até todo mundo saber o que eles realmente devem fazer.

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E começamos com a primeira resenha, análise, ou “arquétipar”(se você falar enquanto toma um chá inglês fica melhor). Enfim, decidi começar com FMA porque eu sou um grande fã da obra, e tem tanta coisa pra falar sobre Fullmetal que eu não sei como começar. Fullmetal Alchemist: Brotherhood foi serializado de Abril de 2009 até Julho de 2010. O anime é uma adaptação do mangá, escrito e desenhado pela Hiromu Arakawa entre 2001 até 2010, publicado pela Monthly Shonen Gangan no Japão e pela Viz Media nos EUA/USA.

Já que vocês sabem o básico, que não é necessário, podemos ir em frente sem arrependimentos.

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