Misaki Akeno

Olha eu inventando mais uma categoria de artigo! Como no artigo sobre o episódio final de Haifuri não cabiam muitas imagens (é sempre difícil colocar mais do que 10 em um artigo de episódio normal) e depois dessa aventura eu achava absolutamente necessário mostrar todas as garotas, decidi criar um artigo só para isso. Quase sem texto mas com dezenas de imagens, espero que divirta-se!

Não sei se todas as garotas apareceram em todos os episódios, mas Haifuri no geral se esforçava para mostrar sempre várias delas exercendo suas funções à bordo e expressando suas próprias preocupações e anseios, e isso é legal, porque o fator humano é muito importante em Haifuri. No episódio derradeiro todas as garotas apareceram, e eu fiz questão de arranjar imagens de todas elas (algumas vão aparecer com mais frequência do que outras, naturalmente). Incluí também imagens de alguns outros personagens além da tripulação do Harekaze.

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Obrigado por tudo, Harekaze!

Haifuri acabou. Pela sinopse e pelo material de divulgação inicial eu não dava nada por ele – parecia só mais um anime de garotas fofas, afinal. E militar também, para atender dois fetiches com um enredo só. Lembro de quando Girls und Panzer foi anunciado. Eu não dava nada também, mas desde o começo eu queria assistir porque a sinopse dizia, afinal, que a guerra usando veículos blindados pesados era um esporte. Pelo menos era criativo pra caramba, não é? Eu recomendo Girls und Panzer se não tiver assistido, vale a pena.

Mas Haifuri era diferente, ele parecia se levar a sério. Aí logo pensei “como pode uma história sobre colegiais pilotando navios de guerra ser séria?” e esperei pelo pior. Logo no primeiro episódio Haifuri provou que era, sim, muito sério! Além de ter uma animação espetacular em fluidez, detalhes, ângulos de câmera, tudo. Quem fez as cenas de batalha em Haifuri sabe o que as pessoas querem ver em batalhas navais. E mesmo que o grande mistério do anime tenha se revelado um pouco frustrante as relações humanas e as batalhas emocionantes de Haifuri foram mesmo dignas de uma lenda. Mas o que afinal faz uma lenda?

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Misaki em crise, Mashiro tentando ajudar

Que reviravolta hein? O Musashi que estava seguindo no sentido leste em direção às Filipinas deu um cavalo de pau no meio do caminho e virou para o norte, em direção ao Japão! Outra coisa que aprendi sobre o mundo futuro de Haifuri: não existem satélites, aviões-espiões ou qualquer forma de rastreamento de navios segura que não seja a própria auto-identificação dos navios para os centros de comando de tráfego. Ainda bem que as Blue Mermaids estão lá para salvar o dia né?

O grande conflito desse episódio foi a indecisão da Misaki. Ela queria loucamente ajudar o Musashi e Moeka, sua amiga de infância, mas estava morrendo de medo que sua tripulação no Harekaze se ferisse – ou coisa pior. A garota perdeu toda a auto-confiança que ela tinha, e é compreensível: o Harekaze não teve escolha nas primeiras batalhas e simplesmente reagiu, e depois sempre puderam contar com a ajuda da Wilhelmina, que voltou para o seu navio. Agora ela está “sozinha” e precisa decidir jogar o seu navio contra outro muito mais poderoso. Mas ei, quem disse que ela está mesmo sozinha?

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Meu-Anime-n-17

Mais uma edição atrasada da coluna e eu realmente quase não consegui assistir anime nenhum essa semana. A coisa está tensa, mas estão aí os comentários do pouco que assisti e por favor comente tudo o que você viu, conforme eu for recuperando o tempo perdido eu respondo!

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Sempre quis ter um óculos desses

Quando eu estudava publicidade na USP (um dos cursos que eu não concluí) eu costumava frequentar uma balada anual da FAU (a Faculdade de Arquitetura) chamada “Festa do Equador”. Por que eu da publicidade ia para uma festa da arquitetura? Se você está mesmo fazendo essa pergunta a sério você não sabe o que é vida universitária. Além disso na época estudava lá um dos meus melhores amigos, condição que ele mantém até hoje. Não a de estudante, mas a de um dos meus melhores amigos, embora não sejamos mais tão próximos. Isso é culpa minha, hoje em dia não sou lá muito próximo de ninguém.

Então isso nunca esteve em questão. A dúvida que eu tinha na época mas nunca me dei ao trabalho de descobrir era outra: por que raios aquilo se chamava Festa do Equador? Graças a esse episódio de Haifuri eu descobri: estavam celebrando o dia do ano em que a Faculdade de Arquitetura da USP navega através da Linha do Equador.

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