Se ele gosta, quem sou eu para julgar

Acabou! Pra quem gosta, vai deixar saudade. Não acredito que seja o tipo de anime que tem segunda temporada, mas não percam as esperanças. Eu não vou ser hipócrita, nunca fui: achei uma série medíocre e espero que termine por aqui. Mas teve lá seus pontos altos, e esse episódio final foi divertido. Embora, confesso, saber que era o último tenha me dado um ânimo extra enquanto assistia, hehe.

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"Vá assistir Durarara!!"

Quem assiste Durarara (anime que a Lidy está cobrindo a atual temporada) ou pelo menos assistiu alguma temporada anterior já sabe o que é um dullahan. Eles são uma criatura tão específica da cultura irlandesa, da qual o mundo só costuma conhecer leprechauns, trevos de quatro de quatro folhas e outras coisas relacionadas à sorte (a lenda dos irlandeses beberrões também corre o mundo, mas isso não é exatamente místico ou folclórico), que eu assumo que Monster Musume só tem uma dullahan porque seu autor é leitor de Durarara (que no original é light novel) ou pelo menos assiste ou assistiu o anime. Com isso quero dizer: você gosta de Monster Musume? Então experimente Durarara! Até o autor do mangá que você gosta curte Durarara, então você deveria dar uma chance, não acha? De volta ao episódio, é claro que a dullahan de Monster Musume também perdeu a cabeça!

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O que pode ser melhor que a Suu Godzilla?

Quem me conhece sabe que eu gosto desse tipo de humor referencial. Já devo ter falado sobre isso ou quase sobre isso em alguns outros artigos dentre as centenas que já escrevi também. E fala sério, quem é que não gosta disso? A Suu virou o Godzilla! E enfrentou um ent! E nem foi do nada, assim, sem explicação nenhuma. Quero dizer, não que a explicação tenha sido boa ou necessária, mas quem se importa? Vai lá, Suuzilla!

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Draco, a dragonete tsunderê

Sim, eu sou cretino, por isso o título idiota. E sim, eu não gosto de Monster Musume, mas eu reconheço um episódio decente quando eu vejo um. Mas veja bem: eu disse decente, não bom. Enfim, alguém está ameaçando o Kimihito (em um episódio decente ele até merece ser chamado pelo nome) caso ele atreva-se a casar com uma das garotas. Qualquer uma das cinco que ele tem em sua coleção (e aposto que vai aumentar). Foi um episódio inteiro sobre um só tema, o que vinha fazendo falta em Monster Musume, e nem por isso ficaram repetindo a mesma coisa o tempo todo. Bom, basicamente ficaram repetindo uma coisa em metade do episódio e na outra começaram outra que não se repetiu ainda por falta de tempo, mas irá se repetir no próximo. De todo modo, foi divertido. E a Suu continua sendo a melhor.

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Quem esperaria isso da dona aranha?

Esse episódio conseguiu se livrar por pouco de ser bom. Não vou dizer que seria bom para o meu gosto, mas seria, vá lá, interessante, competente, razoável, embora ainda fosse Monster Musume. Desesperado com essa perspectiva o problema foi resolvido da forma mais forçada possível: simplesmente acabou a parte boa do episódio e começou outra, ruim como os piores episódios desse anime até agora. Essa passou perto! Continuem com o trabalho duro, garotas monstro!

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Here, piggy, piggy, piggy!

Eu sou velho, eu não jogo nada hoje em dia mas quando eu jogava, eu jogava Duke Nukem. Mas Duke Nukem nem era novo mais na época, já era um old school famoso com adaptações para outras plataformas e uma nova versão para PC em desenvolvimento que nunca viria mas ficaria anos sendo prometida. Não sei se hoje um jogo tão politicamente incorreto faria o mesmo sucesso (se bem que GTA está aí né … e eu jogava no tempo de sua primeira versão; aquilo é que era GTA!). Eu nem precisava falar tudo isso, na verdade, já que meu objetivo era só comparar os orcs de Monster Musume aos pig cops de Duke Nukem. Os de Duke Nukem parecem bem mais legais, mas essa é provavelmente minha única referência a unir porcos com armas e obscenidade (a diferença é que em Duke Nukem o obsceno era você, não os porcos … bons tempos). E assim como os pig cops em Duke Nukem existiam apenas para ser humilhados e trucidados pelo personagem título, os orcs de Monster Musume só apareceram para ser humilhados e derrotados pelo esquadrão especial da Smith.

Na segunda metade do anime aquela aranha do episódio anterior reaparece. E sequestra o protagonista. E pena que não era para comer. Enfim, ela teve uma triste história de sofrer preconceito e ser rejeitada pela família que a abrigou, por isso fugiu com aquele pseudo-cinegrafista que alimenta uma rede (ilegal, suponho) de pornografia bestial. Os orcs pelo menos foram os primeiros monstros do sexo masculino a aparecer no anime, mas se era para sofrerem um tratamento tão radicalmente diferente talvez fosse melhor ter continuado apenas com garotas.

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Não se empolgue porque não é o que parece

Mais um episódio semanal monstruoso, mais peculiaridades sobre esse mundo de monstros imaginado na mente de um japonês que tem um gosto bastante … incomum. A essa altura já aceitei o fato de que esse anime quer estimular níveis saudáveis de constrangimento e náusea em seus espectadores, então meio que não me incomoda muito mais. Ou melhor falando, incomoda mas eu sei que não poderia esperar diferente. Pelo menos há alguns momentos engraçados (poucos) ou ligeiramente emotivos (ahn, sinceramente não lembro de nenhum, mas acredito que deva ter tido um ou dois pelo menos) que, se não compensam, ainda assim divertem.

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