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Charioce e Gabriel chegaram a um acordo: É guerra. É sempre bonito ver quando os grandes e poderosos das elites governantes das nações resolvem entre si as coisas, sem precisar perturbar a ralé com assuntos triviais. É bom ter quem decida por todos, e seja uma pessoa determinada, convicta, e que pensa longe no futuro. Talvez alguns morram. Talvez muitos morram. Mas todo mundo vai morrer um dia, não vai? Que seja pelo menos em nome de uma causa nobre! Aquela que o próprio poderoso escolheu em primeiro lugar, é claro. Ele sabe melhor.

Os que discordam não são problema. Para eles existe a porrada e a cadeia.

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A primeira queda foi na temporada anterior, né? Quando ela perdeu os poderes concedidos pelos deuses. Isso é mencionado nesse episódio inclusive – diz Joana que perdeu os poderes quando matou um deus. Ela matou um deus? Minha memória da primeira temporada está confusa, confesso, não me lembro disso. Lembro dela tentando usar sua arma divina e ela não funcionando porque os deuses não são estúpidos e não dão para os humanos armas que possam lhes fazer mal. Mas nem lembro se foi nesse momento que ela perdeu os poderes. Enfim, não importa.

Esse episódio e esse artigo são sobre a segunda queda da Santa Cavaleira.

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Personagens idiotas, no bom sentido, são divertidos. Engraçados, simpáticos, é preciso ser uma pessoa sem coração para não gostar de um idiota. E eu sei que muitos fãs de Bahamut adoram idiotas porque o que não faltou foi gente revoltada com a ausência do Favaro no começo do anime e até o final do episódio anterior. E tem alguém mais idiota que o Favaro?

Tem, tem sim. A Nina é incrivelmente mais idiota que o Favaro. Para ser justo, os dois são espécies diferentes de idiotas: o Favaro é um canastrão atrapalhado, um trapaceiro com coração de ouro. Já a Nina é apenas incrivelmente inocente, o que se pode atribuir em parte ao fato de ter nascido e vivido durante quase toda a sua vida em um vilarejo isolado da civilização, mas certamente não é só isso. Ela nasceu com alguns parafusos fora do lugar mesmo.

Enquanto Favaro e Nina vivem suas vidinhas de presidiários como se fosse a coisa mais normal do mundo, os personagens inteligentes de Rage of Bahamut: Virgin Soul já começam a planejar a grande fuga.

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Boa parte do que aconteceu nesse episódio já era bola cantada do anterior (ou anteriores). Assim, foi mais divertido assistir como as coisas aconteceram do que descobrir o que aconteceria. E em vista de tudo isso, como irão reagir os personagens de Rage of Bahamut: Virgin Soul? O que eles podem fazer e o que estará se passando na cabeça deles?

Um anime com um mundo complexo e bem desenvolvido e uma história que gira totalmente em torno de seus personagens: igualzinho a quando eu jogava RPG de mesa. Desde a primeira temporada, essa é uma das principais razões pelas quais adoro Bahamut.

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Se você ficou com a impressão que depois descanso do episódio anterior esse não precisava de tanto descanso e deveria ter partido logo para a ação, estamos juntos!

Mas, porém, contudo, entretanto, todavia, não acho que tenha havido tempo desperdiçado. É uma série de dois cours afinal, e o combate foi bastante curto – o que é uma economia sim, mas também serviu para mostrar o quanto um dos lados era mais poderoso do que o outro. O combate ser curto teve função narrativa, assim não era necessário um episódio inteiro de combate e as informações reveladas (parte delas, pelo menos) antes do combate começar deverão ter aplicação imediata após a batalha, de forma que era inescapável que viessem antes dela.

O resultado da batalha, aliás, era bastante previsível, não era? Trato nesse artigo menos sobre a batalha em si e mais sobre o homem (ou melhor, o demônio) que a planejou: Azazel.

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É comum animes terem episódios clichê. Aquele tipo de cenário que você já viu várias vezes (se já tiver assistido vários animes) e tem mais ou menos ideia do que vai acontecer por causa disso. Coisas como o infame episódio de praia, piscina ou termas, por exemplo. Ou o episódio do festival escolar. Ou o episódio da pesca de galinha que é muito estranho porque não só não faz sentido tentar pegar galinhas com varas e anzóis, mas também porque os personagens ficam pulando em uma perna só, e ok, esse eu inventei, não leva a sério tá. E Bahamut tem o seu próprio episódio clichê: a dança.

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