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Boa parte do que aconteceu nesse episódio já era bola cantada do anterior (ou anteriores). Assim, foi mais divertido assistir como as coisas aconteceram do que descobrir o que aconteceria. E em vista de tudo isso, como irão reagir os personagens de Rage of Bahamut: Virgin Soul? O que eles podem fazer e o que estará se passando na cabeça deles?

Um anime com um mundo complexo e bem desenvolvido e uma história que gira totalmente em torno de seus personagens: igualzinho a quando eu jogava RPG de mesa. Desde a primeira temporada essa é uma das principais razões pelas quais adoro Bahamut.

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Se você ficou com a impressão que depois descanso do episódio anterior esse não precisava de tanto descanso e deveria ter partido logo para a ação, estamos juntos!

Mas, porém, contudo, entretanto, todavia, não acho que tenha havido tempo desperdiçado. É uma série de dois cours afinal, e o combate foi bastante curto – o que é uma economia sim, mas também serviu para mostrar o quanto um dos lados era mais poderoso do que o outro. O combate ser curto teve função narrativa, assim não era necessário um episódio inteiro de combate e as informações reveladas (parte delas, pelo menos) antes do combate começar deverão ter aplicação imediata após a batalha, de forma que era inescapável que viessem antes dela.

O resultado da batalha, aliás, era bastante previsível, não era? Trato nesse artigo menos sobre a batalha em si e mais sobre o homem (ou melhor, o demônio) que a planejou: Azazel.

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É comum animes terem episódios clichê. Aquele tipo de cenário que você já viu várias vezes (se já tiver assistido vários animes) e tem mais ou menos ideia do que vai acontecer por causa disso. Coisas como o infame episódio de praia, piscina ou termas, por exemplo. Ou o episódio do festival escolar. Ou o episódio da pesca de galinha que é muito estranho porque não só não faz sentido tentar pegar galinhas com varas e anzóis, mas também porque os personagens ficam pulando em uma perna só, e ok, esse eu inventei, não leva a sério tá. E Bahamut tem o seu próprio episódio clichê: a dança.

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Bahamut é um anime que sempre tem um monte de coisa acontecendo, e esse episódio não poderia ser diferente. Azazel está tentando convencer os demônios de que é capaz de derrotar os humanos. Um pouco mais sobre o passado do Rei Charioce é revelado e Kaisar finalmente reúne coragem para opor-se firmemente ao monarca. E de quebra, parece que a Rita talvez tenha algum apego pelo cavaleiro..?

Mas a grande estrela do episódio foi mesmo o Mugaro. Ou seria a Mugaro??

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Quem nunca sofreu tentação na vida que feche a aba na qual está assistindo hentai, desfaça todas as amizades em redes sociais que adicionou só porque achou a foto de um amigo de amigo bonitinha, pare de ir de quinze em quinze minutos à geladeira para ver se apareceu algo gostoso para comer, se impeça de procrastinar vendo memes e imagens fofas de gatinhos quando deveria estar trabalhando ou estudando, etc, etc, entendeu o ponto, não é? Não que importe, esse parágrafo inteiro está aqui apenas porque eu cedi à tentação de começar o artigo em tom grandiloquente, ainda que não tenha proferido uma palavra útil sobre o episódio. Enfim!

Assim como eu e você, que existimos de verdade, também os personagens de ficção, como sua waifu ou husbando e o elenco de Rage of Bahamut: Virgin Soul estamos todos sujeitos à tentações. Na ficção isso serve a propósitos definidos pelo autor (ou é apenas ilusão surgida da super-interpretação de um pseudo-crítico sob a tentação de querer escrever um texto interessante no Anime21). Uma tentação já carrega em si uma carga negativa, sendo algo a que o sujeito tentado não deveria ceder para demonstrar seu auto-controle, e em alguns casos, que são os que me interessam nesse episódio, a tentação é preparada de caso pensado por uma outra pessoa ou criatura interessada na queda daquele que ela tenta. Nesses casos não há apenas uma carga negativa na tentação em si como ela é fruto da ação do mal. E que criatura melhor personifica o mal, portanto está em melhor posição para tentar outrem, do que o demônio, não é?

Que bom que Bahamut tem uma população inteira de demônios! E melhor ainda que não só os demônios possam ser demoníacos.

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Existem personagens indecisos de um tipo e personagens indecisos de outro tipo, não é? Eu escrevi no artigo do episódio anterior sobre como a Nina com certeza se comoveu com a causa dos demônios, mas naquele momento ela não podia, não estava pronta, para tomar um lado. Ela sentiu empatia, ficou visivelmente entristecida pelo tratamento que os demônios vêm recebendo, mas ela apenas tinha medo de se envolver. É coisa grande demais pra ela.

Contraste isso com o protagonista de Clockwork Planet, por exemplo, que se recusou a tomar qualquer atitude mesmo depois de descobrir que os milhões de habitantes de uma cidade estão a poucas horas de serem sacrificados. A recusa em si foi compreensível, como a da Nina, embora o caso fosse muito mais urgente, mas ele rapidamente muda de ideia porque … bom, é um motivo bastante fútil. Se já assistiu, você sabe, se não assistiu eu não vou estragar para você. De todo modo, leia o artigo do Hugo, meu colega de blog. A opinião dele pode ser diferente da minha e não quero passar a impressão de que sou o único portador da verdade. Mas no meu artigo eu falo o que eu quiser, né?

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Não me entenda mal, a minha carteirinha do Fã-clube do Favaro é a de número 3, atrás apenas da Amira e do Kaisar. Se existisse apenas uma pessoa nesse mundo que gostaria de ver o Favaro nessa segunda temporada, seria eu. Mas não acho que ele irá reaparecer tão cedo e logo explico porque, bem como porque eu acho que essa seria a decisão narrativa correta.

Por enquanto permita-se gastar o resto da introdução falando sobre a abertura do anime. Que abertura, hein!? Uma excelente música no melhor estilo Bahamut e uma animação linda que por sinal entregou já toda a história desse primeiro arco de Bahamut: Virgin Soul. Pelo menos metaforicamente, é aquilo lá que deve acontecer – e sem sinal de Favaro também. O que, repito, é bom. Já o encerramento eu não gostei muito não.

O que achou da abertura e do encerramento de Rage of Bahamut: Virgin Soul? Comente depois de ler esse artigo!

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