Estamos recrutando redatores, clique aqui e se candidate, vagas limitadas!

Fuga lá embaixo, fuga lá em cima. O episódio construiu rapidamente as circunstâncias para as fugas de Kaisar e Azazel, presos em Anatae, e Mugaro, preso no Céu, e seguido por Nina, Baco e Hamsa (esses dois tecnicamente estavam presos também). Alternando entre um cenário e outro, teve bastante ação e no final eles estão todos bem – por enquanto.

Aproveitando esse episódio movimentado mas de pouco conteúdo, e depois de comentar sobre os alinhamentos de poder no artigo sobre o episódio anterior, te convido agora a acompanhar uma análise das motivações subjetivas dos personagens principais, como elas se cruzam, se afetam e, no final das contas, dão forma à história.

Ler o artigo →

Abertura, encerramento, músicas novas. Gostou? A música do encerramento não me parece tão diferente assim e a animação deixou de ser um jogo de plataforma para ser contos de fadas, mas no geral o tom não mudou. Porém, a abertura, quanta diferença! Eu adorava a música anterior, aquele metal sujo, barulhento. A animação era legal também, contando de forma direta o começo da história. Agora a animação mostra uma série de cenas e personagens e situações diferentes, o que parece se adequar ao enredo que passou agora a ter várias tramas paralelas. Já a música … bom, o que de melhor eu posso dizer é que não desgostei. Não sou fã de música eletrônica, fazer o quê.

Três tramas começaram nesse episódio. A Ordem dos Cavaleiros de Órleans não suporta mais ser subalterna e seus comandantes ainda não sabem como, mas sabem que querem vê-la de volta à glória do passado. O Rei Charioce foi procurar alguma outra coisa, que não faço ideia do que seja. E o mais importante, claro, o começo da jornada de Joana D’Arc e Nina rumo ao Céu!

Ler o artigo →

A Estrela da Morte do Charioce na verdade é uma Mão da Morte, e seu poder é capaz de romper até mesmo as mais poderosas barreiras protetoras criadas pelos deuses. Uma arma de um tempo antigo, antes da existência dos homens no mundo e que mesmo a maioria dos deuses nunca ouviu falar, embora fosse em um de seus templos saqueados que o projeto para sua construção estivesse guardado. Seu poder é capaz de rivalizar com o Bahamut, e Gabriel não tem a mais pálida noção de como os humanos foram capazes de construí-la. Um único disparo derrubou a nave divina do céu, com muito prejuízo, e custou apenas a visão do olho esquerdo de Charioce.

O título do episódio faz sentido – Adeus às Armas. Com uma arma dessas, todas as outras se tornam inúteis. As guerras acabam porque todos os que tiverem sabedoria, bom senso, medo ou simplesmente vontade de continuar vivos têm que se submeter ao domínio de Charioce.

Ler o artigo →

Charioce e Gabriel chegaram a um acordo: É guerra. É sempre bonito ver quando os grandes e poderosos das elites governantes das nações resolvem entre si as coisas, sem precisar perturbar a ralé com assuntos triviais. É bom ter quem decida por todos, e seja uma pessoa determinada, convicta, e que pensa longe no futuro. Talvez alguns morram. Talvez muitos morram. Mas todo mundo vai morrer um dia, não vai? Que seja pelo menos em nome de uma causa nobre! Aquela que o próprio poderoso escolheu em primeiro lugar, é claro. Ele sabe melhor.

Os que discordam não são problema. Para eles existe a porrada e a cadeia.

Ler o artigo →

A primeira queda foi na temporada anterior, né? Quando ela perdeu os poderes concedidos pelos deuses. Isso é mencionado nesse episódio inclusive – diz Joana que perdeu os poderes quando matou um deus. Ela matou um deus? Minha memória da primeira temporada está confusa, confesso, não me lembro disso. Lembro dela tentando usar sua arma divina e ela não funcionando porque os deuses não são estúpidos e não dão para os humanos armas que possam lhes fazer mal. Mas nem lembro se foi nesse momento que ela perdeu os poderes. Enfim, não importa.

Esse episódio e esse artigo são sobre a segunda queda da Santa Cavaleira.

Ler o artigo →