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Existem personagens indecisos de um tipo e personagens indecisos de outro tipo, não é? Eu escrevi no artigo do episódio anterior sobre como a Nina com certeza se comoveu com a causa dos demônios, mas naquele momento ela não podia, não estava pronta, para tomar um lado. Ela sentiu empatia, ficou visivelmente entristecida pelo tratamento que os demônios vêm recebendo, mas ela apenas tinha medo de se envolver. É coisa grande demais pra ela.

Contraste isso com o protagonista de Clockwork Planet, por exemplo, que se recusou a tomar qualquer atitude mesmo depois de descobrir que os milhões de habitantes de uma cidade estão a poucas horas de serem sacrificados. A recusa em si foi compreensível, como a da Nina, embora o caso fosse muito mais urgente, mas ele rapidamente muda de ideia porque … bom, é um motivo bastante fútil. Se já assistiu, você sabe, se não assistiu eu não vou estragar para você. De todo modo, leia o artigo do Hugo, meu colega de blog. A opinião dele pode ser diferente da minha e não quero passar a impressão de que sou o único portador da verdade. Mas no meu artigo eu falo o que eu quiser, né?

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Não me entenda mal, a minha carteirinha do Fã-clube do Favaro é a de número 3, atrás apenas da Amira e do Kaisar. Se existisse apenas uma pessoa nesse mundo que gostaria de ver o Favaro nessa segunda temporada, seria eu. Mas não acho que ele irá reaparecer tão cedo e logo explico porque, bem como porque eu acho que essa seria a decisão narrativa correta.

Por enquanto permita-se gastar o resto da introdução falando sobre a abertura do anime. Que abertura, hein!? Uma excelente música no melhor estilo Bahamut e uma animação linda que por sinal entregou já toda a história desse primeiro arco de Bahamut: Virgin Soul. Pelo menos metaforicamente, é aquilo lá que deve acontecer – e sem sinal de Favaro também. O que, repito, é bom. Já o encerramento eu não gostei muito não.

O que achou da abertura e do encerramento de Rage of Bahamut: Virgin Soul? Comente depois de ler esse artigo!

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Depois de assistir esse primeiro episódio da segunda temporada de Bahamut devo dizer que estou… impressionado. WOW! E nostálgico também. A primeira temporada de Rage of Bahamut foi um dos animes que cobri na primeira temporada de existência do blog e gostei bastante, ainda que a qualidade tenha caído um pouco na segunda metade. Não preciso dizer que a coisa tem um valor sentimental para mim, né? Hehe.

Mas mesmo se eu não tivesse nenhum carinho prévio pelo anime, acho que seria impossível não ficar de boca aberta com essa estreia. Seguiram o padrão da temporada anterior de começar com uma batalha épica (e o “épico” aqui não é hipérbole, não é um elogio ou exagero, é apenas descrição do evento) e em seguida passar para os personagens protagonistas em situações mundanas-mas-nem-tanto. Kaisar teve grande participação no episódio, a Rita fez uma aparição brevíssima na última cena e o Favaro ainda não deu as caras, mas pelo visto a protagonista será Nina, a nova personagem. Uma garota super animada, super forte, que fica super envergonhada perto de homens e que tem um super segredo. Esse é só um artigo de primeiras impressões então não vou contar, hehe, você vai ter que assistir. Mas foi assim com a Amira na primeira também, não foi? Só descobrimos parte do segredo no primeiro episódio.

Sobre o conflito principal, dessa vez a coisa parece que vai ser mais complicada. Quero dizer, derrotar um único vilão colossal que quer destruir o mundo (e tem poder para isso) é difícil, mas pelo menos é um vilão só com um objetivo bastante simples. Mas e quando os inimigos são a arrogância e o preconceito humanos? Demônios foram escravizados e deuses estão sendo dizimados. Ainda que haja um líder nesse movimento insano, ele só tem sucesso porque possui apoio de milhares, talvez milhões. Seus genocídios são transformados em glórias e imortalizados na arte e no coração das pessoas – e ao mesmo tempo, deve sem dúvida estar atraindo o ódio daqueles a quem odeia.

Derrotar uma besta adormecida é fácil. E derrotar uma besta invisível?

Esse é meu artigo de saldo semanal com mais animes desde que comecei a escrever esses artigos. Vinte e três no total, o número irá necessariamente diminuir já que um deles ainda é o episódio final de Shingeki no Bahamut. E isso me leva a outro detalhe desse artigo: a maioria dos animes de uma temporada, e você que acompanha temporadas como eu sabe disso, estreia em um período de duas ou três semanas, razão pela qual o meu saldo da primeira semana não cobre apenas o período de uma semana. Eu aguardei pacientemente até que todos os animes que eu pretendo acompanhar tivessem estreado, o que significa que alguns deles já estão no segundo episódio, mas vou me virar do mesmo jeito como me virei na temporada passada. Se algum ficar muito defasado eu coloco uns dois ou três episódios em um artigo só e pronto. Sobre esses artigos nessa temporada faz-se necessário um aviso: o anime21 tem uma editora nova agora, não sou apenas eu, mas esses artigos de saldo semanal serão apenas a minha opinião pessoal, não a da Lidy. A menos que pensemos em algo diferente ao longo da temporada, e aí você será avisado disso também. Sobre as estreias em si devo dizer que estou mais empolgado do que estava na temporada anterior. Pode ser que me decepcione muito ainda, mas gostei bastante de vários animes, o que é um contraste enorme com a temporada de outono onde gostei de verdade de apenas um punhado deles. O que não quer dizer que não tenha bomba nessa temporada também. Sempre tem. Quais foram as bombas e o que a temporada teve de melhor nessa primeira semana? Classificação abaixo!

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A temporada de outubro frequentemente é considerada uma temporada boa, ou pelo menos, uma temporada de estreias de peso. Sobre as estreias de peso sem dúvida que houveram. Mas a qualidade geral da temporada (avaliando pelos animes que assisti, naturalmente) não foi tanta quanto eu esperava que fosse. Fiquei um pouco frustrado sim. Apesar disso, não foi uma temporada ruim. Nesse texto exponho minha opinião final sobre os animes que terminaram nessa temporada e minha opinião parcial sobre os que continuam. Teço ainda alguns comentários sobre os animes que abandonei e sobre a enquete que realizei com os visitantes do blog sobre quais terão sido os melhores animes da temporada.

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No começo minha expectativa era baixa com Shingeki no Bahamut. Na verdade até duas semanas antes do início da temporada eu não tinha a menor intenção de assisti-lo. E eu começo a decidir os animes que vou assistir tão logo saiam as primeiras tabelas de lançamentos da próxima temporada (normalmente no meio da temporada anterior). Eu chegava na parte “card game” e nem lia o resto. Aí li um guia que disse algo que me chamou atenção (e que eu já devia ter percebido): era do estúdio MAPPA, o mesmo que estava produzindo então Zankyou no Terror, um anime que eu gostei muito da temporada anterior. Depois assisti o primeiro trailer e me convenci a assistir. Ainda assim, a expectativa era apenas mediana, afinal continuava sendo um material derivado de um card game online. Veio o primeiro episódio, e os seguintes. Bom, o histórico está aí, qualquer um que tenha me acompanhado nessa jornada sabe o quanto me impressionei e gostei do Bahamut. Minhas expectativas subiram mais alto que o céu. Será que ele teve um final à altura de tanta expectativa?

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Última semana? Três meses com só onze semanas? Na verdade eu comecei atrasado mesmo. E mesmo esse artigo está um pouco atrasado. De todo modo, não seria muito diferente disso mesmo sem pular semana nenhuma. Nessa semana assisti menos da metade dos animes que normalmente assisto, porque todos os outros terminaram. Bom, todos os outros não, alguns não passaram por causa da época do ano e Garo nenhum fansub quis fazer o episódio 13 ainda. Assim que fizer o artigo sobre o último episódio de Shingeki no Bahamut (nesse artigo ainda aparece o penúltimo) penso em escrever outro com a classificação e considerações finais sobre todos os animes que terminaram nessa temporada. Só os que terminaram, pois não teria sentido considerações finais sobre algo que não finalizou ainda.

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