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A telepatia à distância entre Sorey e Alisha finalmente começou a funcionar! Já não era sem tempo. Quero dizer, desde que eles começaram essa coisa de Pastor e Escudeira não haviam evoluído mais nada em sua relação. Oh, mas tenho certeza que foi ciúme espiritual, já que a magia magicamente passou a operar logo depois do Sorey tornar também a Rose sua escudeira, começando um harém espiritual sob pretexto de combater a malevolência no mundo. Olha que vou começar a usar essa nas baladas! Já me imagino chegando na garota e dizendo “ei, que tal fazermos um pacto para combater a malevolência…?”. Agh, ok, é horrível. Só com o Sorey pra funcionar mesmo.

Mas nada disso importa porque só estou a fazer pirraça com a cena final do episódio, que é apenas gancho para o próximo. Nesse episódio descobrimos os mistérios da Igreja de Roland!

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Ah, essa sensação de déjà vu que temos depois de assistir muitos animes… e olha que nem sou dos que viu mais! Não que seja surpreendente que uma história derivada de um game esteja repleta de elementos já bastante conhecidos. Com base em minha percepção, tendo a acreditar que a mídia game é uma das que mais reusa, se apropria e reaproveita elementos já bastante comuns no imaginário coletivo de elementos narrativos. Talvez tenha a ver com o fato de que as produtoras precisam atender não só o público que busca uma história, mas também aquele que só quer superar os desafios propostos e vencer? Bom, isso é especulação para outra hora e outro lugar. E provavelmente para outra pessoa também, afinal eu não poderia estar mais longe de ser um especialista em games.

Tudo em Zestiria é retirado de algum lugar e adaptado em maior ou menor grau. Serafins, corrupção, um salvador, todos os arquétipos de personagens, os vilões, as situações, os desafios. Todas as histórias no fundo são assim? Talvez. Outra discussão para outro momento. Mas sendo ou não de fato apenas um grande quebra-cabeças com peças de tabuleiros diversos, o fato é que a sensação de que Zestiria é assim é maior do que o seu anime médio. O que de forma alguma é prejudicial enquanto ele estiver entregando uma boa história, divertida e tecnicamente bem produzida.

Porém, se Zestiria é mesmo uma colcha de retalhos tão grande, o que foi preciso para me chamar a atenção de tal forma que eu decidisse escrever um artigo apenas sobre isso? Bem…

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Sério que o cara se chama Konan? Konan tipo Conan, o Cimério? Aquele raquítico covarde? Mas bom, não dá para dizer que não há relação alguma. Mas não é entre Conan e Konan, é entre Conan e Rose: ambos são anti-heróis, agem segundo um código moral próprio, segundo uma noção particular de justiça. São assassinos, violentos e carismáticos. Mas enquanto Conan é uma montanha de músculos Rose é apenas uma garotinha bonitinha. Ela jamais seria interpretada por Arnold Schwarzenegger no cinema, então precisa esconder seu rosto e viver uma vida dupla.

E caiu a máscara (literalmente inclusive, a própria Rose a jogou no chão) de uma assassina Robin Hood, matando os maus e poderosos para proteger os bons e fracos. Ela quer mesmo é se vingar. Será que seu pai adotivo aprovaria isso?

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Pode a boa intenção, o sentimento bom, positivo, redundar no mal? Essa pergunta é retórica. Na vida, sabemos que sim. Tales of Zestiria já mostrou que sim também. Seja por causa do fanatismo ou do desespero, produzir o mal, ou mais mal do que bem, é sempre uma possibilidade real. No caso de Zestiria o pior resultado possível é a Malevolência.

Esses dois episódios serviram em primeiro lugar para desenvolver a Rose e explicar sua complicada relação com Dezel, o serafim do vento. E o final do terceiro episódio retornou à Alisha. A escolha não poderia ser melhor, já que as duas representam perfeitamente os dois pólos opostos já mencionados: Rose é uma fanática em sua missão de expurgar o mundo das pessoas más, enquanto a Alisha está desesperada tentando salvar seu povo sem nenhum dano colateral. As duas são movidas por boas intenções e, não obstante, produzem ou estão sob constante risco de produzir o mal. Como Pastor, é função do Sorey guiá-las.

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O que está achando dessa temporada de janeiro? Assistiu muitos animes? Ainda não? Pretende assistir o quê? Enfim! É para ajudar pessoas como você que escrevemos artigos de primeiras impressões aqui no Anime21! Até o momento já escrevemos nossas primeiras impressões de vinte animes, que é nada mais nada menos que metade de todos os animes da temporada (e se considerar que tem alguns que ainda não estrearam, é mais da metade!). Leia todos!

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Polêmica e clichês! Polêmica e animação sui generis! E Zestiria. Bom, apesar de eu enfatizar as polêmicas, nada se aproxima de Kuzu no Honkai, que a Bella já cobriu – se não leu o artigo e não assistiu o episódio ainda, está perdendo tempo por quê?

Masamune-kun é uma comédia romântica escolar que usa bullying como ferramenta de enredo. Onihei é a história de um policial real que atuou na então Edo (hoje Tóquio) e implantou algumas metodologias novas nas investigações, como o uso de infiltrados. Ele também usa metodologias que hoje já são bem velhas e imorais, como tortura, e sendo o anime uma biografia (real ou fictícia) ele não critica isso, e isso pode perturbar a sensibilidade de algumas pessoas. Tales of Zestiria voltou, quem gostou tem que continuar, e é isso aí! Continue lendo para saber minhas impressões mais detalhadas.

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Mais uma temporada, mais um guia da temporada do Anime21! E essa é sua segunda edição interativa, hehe. Queria ter implementado recursos e melhorias mais visíveis nele, mas não foi possível com o tempo que (não) tenho disponível. Fiz sim uma série de mudanças, mas nada que seja visível. O desempenho dele deve estar melhor, e essa é a mudança mais perceptível implementada. De todo modo, para quem preferir, o guia tradicional continua disponível e sempre estará. Acesse-o aqui, se quiser.

Mas chega de falar do guia e vamos falar sobre a temporada. Eu não tive tempo de analisar muito todos os animes ainda, mas pelo que vi está uma temporada bastante interessante – especialmente para quem está esperando aquela nova temporada. Do exorcista filho de satã, do samurai preguiçoso que enfrenta extraterrestres em uma Tóquio alternativa, do Pastor, do nerd que morreu e levou uma deusa consigo para um mundo de aventuras, escolha aí. Tem pra todo mundo! E tem algumas estreias muito interessantes também, dê uma olhada com bastante atenção que tenho certeza que vai encontrar pelo menos um ou dois animes de seu gosto!

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