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Oioi!

Como eu ando um tanto sem tempo, eu não abordei tudo tudo tudo que eu gostaria de falar aqui nessa resenha sobre ×××HOLiC, entretanto, contudo, todavia eu não deixei de falar sobre as partes que eu considero mais fundamentais da obra.

Aliás, esse blog é sobre animes, mas eu decidi fazer uma resenha “casada”, isto é, discorri sobre o anime e sobre o mangá. Aí você me pergunta: “Por quê?” Simples, um complementa o outro. E eu já aviso de antemão que eu acho melhor assistir o anime primeiro e depois ler o mangá. Os motivos você saberá ao ler a resenha.

Tudo pronto? Vamos lá!

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~Nem que fosse um OVAzinho sequer~

Isso certamente já aconteceu com todo mundo que curtiu muito determinado livro, série, anime ou mangá: desenvolver um sentimento tão profundo de afinidade com determinado personagem que tem a plena certeza de que tudo seria melhor se ele fosse o protagonista, ao invés do… Bem, protagonista. Ou sente que determinada história não foi bem contada, e merecia um pouco mais de atenção. Ou simplesmente o ama, e só quer tê-lo por perto mais um pouco. Bem, a indústria japonesa anda muito atenta a isto, e os spin-offs direcionados são um mercado em crescente expansão. Não que eles já não existam há muitos anos, mas é impossível negar a força que ganharam na última década. Nem é preciso se esforçar muito para lembrarmos de vários exemplos: Rivaille, de Shingeki no Kyojin; Simbad, de Magi; Ban, de Nanatsu no Taizai; Rock Lee, de Naruto; Red, em Pokemón; Trunks, em Dragon Ball; Grell, em Kuroshitsuji; Yuki, de Suzumiya Haruhi. Seja em forma de série regular, de OVA’s, de filmes, todos estes personagens tiveram seu breve momento de glória muito bem merecida, mas outros tantos não tiveram a mesma sorte. Vamos conhecer alguns deles?
PS: Isto aqui está repleto de spoilers, estejam avisados.

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