Rin em destaque do começo ao fim. No episódio nove de Blade presenciamos uma saga completa de desenvolvimento, ou melhor, estabelecimento, da determinação inquebrantável de nossa protagonista. Mais do que vingança, ela deseja enfrentar a realidade e a brutalidade humana. Anotsu pode ser alguém mais complexo do que ela esperava, e ela mesma se depara com uma complexidade particular que nunca imaginou existir em si.

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Nesse episódio se consolida a apresentação do bando da Mugai-Ryu. Manji e Rin resolvem conversar com o bando e entender quais são os objetivos do mesmo. De um lado temos a sagacidade de Manji, que percebe de imediato que alguém de “cima” está financiando a empreitada, ou seja, a caça aos membros da Itto-Ryu. De outro temos a confluência de interesses entre a dupla e os mercenários.

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Tivemos novamente mais um daqueles episódios introdutórios sobre os personagens. Já está ficando chato. Está mais parecendo uma tentativa de cobrir episódios, pois realmente não há a necessidade de contar o passado da maioria desses personagens. Principalmente quando não há um conteúdo a ser passado. Como é o caso desse episódio. No fim, o anime parece estar girando em círculos, como um cachorro atrás da própria cauda, sem chegar a lugar algum.

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O episódio dessa semana, assim como o episódio quatro, diminui um pouco o ritmo para nos apresentar diversos personagens importantes. A partir daqui Blade engrena em arcos mais longos, onde os oponentes não morrem de imediato no mesmo episódio em que são apresentados. Tudo bem que isso não aconteceu em todos os episódios anteriores, mas em parte significativa deles, sim.

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Já não é de agora que Seizaki está mudando sua forma de ver o mundo e as leis. Mas agora, ele decidiu que seguir o caminho de sempre não bastaria. Nunca pensei que ele planejaria sequestrar Itsuki. Foi uma ideia interessante, mas foi um erro deixar para fazer isso após o debate. Itsuki foi subestimado, e agora ele irá cobrar o seu preço. E será com juros.

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Finalmente tivemos um episódio que conseguiu ao mesmo tempo ser introdutório e interessante por si mesmo. Diferente do episódio passado onde só servia para apresentar um personagem, e que por si tinha pouco valor. Aqui, a personagem foi muito bem apresentada e o episódio conseguiu ainda ser realmente interessante.

Se eu tivesse que simplificar esse episódio com uma palavra seria Lucy, e se fosse com duas, então seria Lucy Morstan. Sem dúvidas, o episódio inteiro rodou em torno da personagem. E merecidamente, pois é uma excelente personagem.

Mas vamos dar uma olhada nesse episódio com um pouco mais de calma.

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Contradições morais, culpa e vergonha, isso é o bastante para um homem fugir de todos e se possível fosse até de si mesmo. E justiça? Dúvida cruel, afinal, o que é a justiça? E se não há resposta, como viver sem um parâmetro para o bem e o mal?

Babylon já é polêmico desde seus primeiros episódios, mas a cada semana ele se desafia cada vez mais. Sua vilã finalmente retornou, despejando ainda mais beleza e sensualidade do que nunca.

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