Mecha-ude é um dos vários projetos que foram financiados no site de financiamento coletivo Kickstarter. Arrecadando pouco mais de 66 mil dólares, a produção do estúdio TriF liderada pela diretora novata Sae Okamoto, fez uma animação de 25 minutos nos trazendo uma interessante história original. E como impressão inicial, devo dizer que é uma boa forma de gastar o tempo por conta do divertimento proporcionado pelo episódio.

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É um conto de fadas cru, realista e doloroso que vai te proporcionar muito mais que uma reflexão, ele vai te fazer sentir.

O que seria do mangá/animê se não fosse Tezuka? A figura mais importante da história do nosso meio e eu só tinha visto um animê dele até agora.

Sim, eu sei, é um absurdo. Mas sanei esse problema com uma overdose que incluiu a obra do artigo de hoje e mais inúmeros curtas, tanto da década de 1960, no início dos trabalhos da Mushi, como da década de 1980.

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Você não imagina o tempo que esperei para assistir esse movie!

Começando do início: eu adoro Dirty Pair. É um dos animês mais divertidos e gostosos de assistir. Ele tem tudo na medida certa: ação, humor, sensualidade. É uma obra muito consciente de si: não cria nada mirabolante, nem apela para vulgaridades, segue a linha base do seu gênero, alicerçada na proposta do animê e com um nível muito bom até o final.

Kei e Yuri fazem parte da WWWA, uma agência particular que é contratada para resolver os mais diversos casos, geralmente envolvendo tiro e explosões. E é isso. Cada episódio elas entram e desvendam um caso, chutando bundas e, a marca registrada da dupla: deixando grande destruição por onde passam, ao ponto que são apelidadas de Dirty Pair. Sim, elas irão resolver seu problema, mas não sem deixar um prejuízo milionário.

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Todo heavy user de animê conhece o Hijikata: demoníaco vice-comandante do Shinsengumi e, mais importante, viciado em maionese. Personagem da zoeira sem fim de Gintama.

Hijikata, Shinsengumi e vários outros personagens dessa série realmente existiram. Em Hijikata Toshizou: Shiro no Kiseki, conhecemos o lado real dessa parte tão importante da história do Japão.

Essa publicação existe graças ao grande Kondou-san, que conversou comigo a respeito desse animê e me ensinou vários detalhes dessa parte histórica. As informações que ele me passou foram tão interessantes que considerei de grande valia divulgá-las. Tudo que foi dito pelo Kondou-san estará devidamente marcado neste artigo.

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Shinigamis, os tais deuses da morte, são figuras que vira e mexe aparecem em mangás e animes que fazem sucesso. Bleach e Death Note são exemplos que vêm fácil à mente de qualquer pessoa que vê animes ou lê mangás há algum tempo.

Mas, e quando tal figura não é exatamente central, tendo um papel que visa mais passar uma mensagem por meio da situação de morte, que exemplos de obras com essa abordagem vêm a sua mente? Admito que antes de assistir o curta metragem não tinha um exemplo a dar, mas agora tenho, pois é o que Kuro no Sumika: Chronus faz!

O curta-metragem é um dos quatro vencedores do Anime Mirai – prêmio japonês que visa apoiar jovens animadores – de 2014 e pode se tratar de um anime simples e previsível, mas que nem por isso deixa de ter seu valor.

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Uma história sobre evolução tecnológica em pleno Japão da Era Meiji. Se os smartphones foram uma revolução gigantesca em uma sociedade que já tinha tecnologia, imagina como não foi impactante a chegada das lâmpadas e, posteriormente, o advento da eletricidade. Realização de tarefas noturnas, o comércio podendo funcionar por mais tempo, todo um período do dia que fica em aberto para se viver.

Ojiisan no Lamp é fruto do Young Animator Training Project (que depois o nome mudou para Anime Mirai e, após, para Anime Tamago), projeto anual que foi lançado em 2010, financiado pelo governo japonês, com o objetivo de incentivar novos animadores. Um grupo que representa os profissionais recebeu essa verba e distribuiu a maior parte para os estúdios, para que eles investissem no treinamento de jovens animadores.

Um dos motivos do investimento feito pelo setor cultural do governo é a preocupação com a grande terceirização que vem ocorrendo na indústria, o que leva a redução de oportunidades para jovens profissionais dentro do Japão.

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Arata naru Sekai: World’s/Start/Load/End é um projeto multimídia que compreende OVA, light novel e mangá, um de cada, mas neste artigo irei comentar apenas o OVA, produção do estúdio Madhouse, cuja história é de Hitoma Iruma – autor da light novel Denpa Onna to Seishun Otoko –, com a direção de Yuzuru Tachikawa – Death Parade, Mob Psycho 100.

Para entender tudo que acontece nesse OVA o mais indicado é consumir as três mídias, mas acredito que assistir somente a ele já seja o suficiente para que a pessoa tenha uma experiência interessante – não à toa eu resolvi resenhá-lo aqui no blog.

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Mais um daqueles animês de adulto da década de 1990: traço realista, ação, mulheres peladas, sangue. É o tipo de animê que se aproxima muito dos filmes live action da época e, por isso, deveria ter feito mais sucesso no ocidente, a única diferença é que ele é desenhado e não gravado com atores reais. Contudo, não foi o que aconteceu.

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