Esse foi um episódio simples que pra mim funcionou mais como uma transição, ao passo que consumou o plano final da dupla Curly e Loki, pra tomar o mundo das histórias. No país das maravilhas, tudo está de pernas pro ar – na verdade não está, ao contrário, as coisas estão em ordem até demais – e é a Alice que torna a vida mais difícil para seus conterrâneos.

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De um lado, atitudes impulsivas para terminar uma relação e de outro, para desnecessariamente avançar muito nela, enfim o segredo foi descoberto. A relação entre Hina e Natsuo foi descoberta pelo colégio e nós sabemos que alguém vai perder o emprego, no mínimo. Depois de tantos vai e vem durante esse episódio, finalmente tivemos algo concreto, afinal, depois da descoberta é certeza de que eles vão se separar e sinceramente não posso “dizer” que tenho tantas expectativas positivas para o próximo episódio. Aliás, um detalhe curioso sobre esse episódio é que a autora reclamou dele em seu Twitter e sinceramente eu também tenho as minhas reclamações.

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Bom dia!

Sexta-feira passada encerramos uma das mais grandiosas sequências temáticas de artigos até então na história do Anime21: as listas de animes artísticos.

Foram 55 animes, divididos em 6 listas, dos mais diversos gêneros de anime e retratando diversas formas diferentes de arte. Eu, o Flávio e o JG21 escrevemos os artigos, e quase todos os demais redatores (e até o parente de um redator) ajudaram a compor os artigos descrevendo animes específicos.

Caso tenha perdido algum, esses foram os artigos:

6 Animes de artes ocidentais
6 Animes de artes “de otaku”
6 Animes de artes tradicionais japonesas
13 Animes sobre idol femininas
10 Animes sobre idol masculinos
14 Animes musicais

A divisão entre eles é arbitrária – em alguns casos mais arbitrária do que em outros. Mas se é difícil definir quais são esses ou aqueles tipos de artes, essa dificuldade é ainda maior para definir o que é arte.

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Bom dia!

O Giess é triste e a Chisato é triste. As garotas mágicas são tristes, e os soldados e oficiais militares se sentem mal por dependerem de crianças para lutar suas guerras. Os monstros invasores foram derrotados mas o mundo em si é um lugar triste.

Pelo menos a Asuka é privilegiada de ter suas amigas queridas. Mas fiquei com a impressão que do que depender da Brigada de Babel isso não vai durar também.

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É engraçado como Vento Aureo sempre consegue render uma boa luta, não importa o Stand inimigo ou as circunstâncias do combate. Aliás, são elas que têm deixado os combates tão instigantes, afinal, o lugar, a ativação ou não do Stand e a decisão de quando recuar ou atacar têm sido imprescindíveis para determinar os desfechos das lutas. Dessa vez Narancia brilhou novamente, tendo uma ajudinha de nosso amado e super desenrolado GioGio. Entre The Clash e Talking Heads fico com o Aerosmith!

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O que pode sair de um episódio no qual se tem um quase cego que quer ver – achar também o seu gato perdido – e uma desmemoriada que não desejava lembrar de onde veio? Bom, as probabilidades diziam que ambos podiam se dar mal, ou então os dois sairiam lucrando e numa terceira hipótese, um ganharia e o outro se lascaria.

Os problemas da dupla de protagonistas eram inconvenientes, cada um a sua maneira, porque afetavam os planos e sonhos deles. A diferença aqui são os reflexos que essas duas situações trariam no final de tudo – o gato preto ajudou um e deu azar para a outra.

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E não é que estávamos enganados? Terada não é traidor! Só é idiota mesmo. Não sei se sua jogada de distração foi efetiva para o ataque surpresa, afinal não vimos a luta e acredito que, sendo ataque surpresa ou não eles ganhariam o embate.

Vamos para uma luta que pareceu mais uma sova: Ritsu contra Shimazaki. É óbvio que se comparado a muitos espers apresentados na série, Ritsu não é tão forte assim, mas ele consegue compensar com seu intelecto ao utilizar tudo que puder a sua volta. Mas já era de se esperar que o resultado do combate fosse a derrota do garoto.

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