A nostalgia de uma amizade, a lembrança, o rápido lampejo de Xin. Frente ao peso da responsabilidade, o segundo temporal de um passado preenche o presente, uma dádiva a ele oferecida com bruta gentileza por Kyou Kai. A comandante que vaga rumo ao acerto de contas, é a luz que guia o general em seu protagonismo.

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Pensei que o Yotsuya e a Glen fossem encontrar inimigos, não os exilados da vila de Zagroth, exceto se eles forem uma ameaça ao cumprimento da missão, será? E mal posso esperar para ver como o cliffhanger desse episódio será aproveitado no próximo.

Mas antes de chegar lá tenho bastante coisa a comentar e peço que você, caro leitor, me acompanhe nessa viagem. Agora eu quero ver se xxx vai morrer ou não…

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Winnie é uma daquelas BBBs que estavam no povão quando o reality começou, entrou naquele evento para selecionar novos brothers e sisters e depois adentrou a casa?

Porque a forma como ela fala que observava eles faz tempo, como se fosse assinante do pay-per-view, só me fez pensar nisso. Zoeiras a parte, foi um episódio interessante para conhecer a bruxa e preencher lacunas ante o final do anime, não da história, que já “acabou”.

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Neon Genesis Evangelion é um prato cheio para fãs que procuram por cenas marcantes. Desde os momentos mais simples, como o beijo entre dois adolescentes, até o cenário apocalíptico de alguns episódios, EVA pode facilmente alugar um espaço na mente de milhares de pessoas.

Dentre as várias razões para esse fenômeno, a principal delas é o cuidado que Evangelion tem de sempre ser tematicamente relevante, o que faz com que mesmo as cenas mais banais possam carregar uma enorme importância e serem citadas como pontos de virada muito tempo depois.

Dentre todos os grandes momentos do anime, aquele que mais marcou a minha experiência ocorreu no episódio 22, no confronto de Asuka Langley com o anjo Arael.

O maior motivo disso é porque além desse ser um dos momentos mais brutais de toda a franquia, também é um ponto de virada para o arco da Asuka, e um ótimo microcosmo para os temas da obra.

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Entre beijos, momentos constrangedores – ao menos para mim -, alguns rápidos cortes de ação e algumas surpresas, por fim o arco do Keith sequestrado chega a sua conclusão numa nota positiva, dentro dessa segunda temporada que tentou desampacar o grande harém que estava “quieto” até então.

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Uma vez que a noite de Walpurgis começou, muita coisa aconteceu e Rimuru se viu numa situação bem ruim. Enfrentar a Milim é algo bem complicado, uma vez que ela é simplesmente um dos seres mais fortes que existe.

Porém, tem algo que consegue piorar essa situação: a vontade de ajudá-la, ao invés de causar algum dano.

E com esses e outros objetivos, o gran finale está por vir!

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Diante do fatídico fim, a Kukuru esgota as possibilidades mais absurdas nas horas que lhe restam e os demais já vão entregando os pontos, cientes da “derrota”. Porém nesse meio você percebe que a coisa passou do limite, quando o Kai decide se forçar um pouquinho para ajudar sua querida amiga, nem que seja moralmente. Afinal, qual será o destino do Gama Gama e desse povo?

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Não vou me aprofundar na cena meio enigmática entre o chefe dos guerreiros goblins e o irmão do Shitan, só digo que quando aparecer uma mulher misteriosa na trama já sabemos, é a bruxa. Além disso, gostei das considerações feitas sobre o Shitan e o trabalho dele de “espião”, mas duvido que isso acabe tomando proporções maiores na trama, diferente do evento interessante que ocorreu nesse episódio…

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O clichê do salvamento na infância sempre funciona comigo, sabe por quê? Porque se tratam de crianças, então eu super consigo entender a caracterização das personagens, assim como o tipo de promessa que fizeram e o tipo de amizade que se desenvolveu entre as duas, Chisato e Kanon. Acho que a Chisato complicou um pouco demais as coisas, mas no final deu tudo certo, né? Vamos aproveitar o verão?

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