Hoje eu irei recomendar um mangá que para alguns pode ser bem interessante e para outros, algo a se passar longe. O nome do mangá, como o título já diz, é Dead Tube. Basicamente, a história é sobre um jogo onde você posta um vídeo num site de vídeos similar ao Youtube e compete por visualizações. Além de ter liberdade em relação ao conteúdo, você também pode ganhar muito dinheiro caso seu vídeo seja o vencedor, ou seja, temos algo parecido com a realidade onde os criadores de vídeos fazem as coisas mais idiotas possíveis para ganhar visualizações. 

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Os episódios 9 e 10 de High Score Girl foram simplesmente incríveis!

Doi muito o peito saber que esse anime está lentamente caminhando para o fim, que em duas terças os episódios vão simplesmente acabar. Honestamente, se eles fizessem mais uma temporada eu veria 1000 vezes sem reclamar!

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Eu nunca sofri de insolação. Isso porque nunca fiquei em condições intensas para ter. Quem trabalha dentro de um escritório é normal que tenha água e ar condicionado para se manter fresco, mas quem trabalha em ambiente externo e não tem muito tempo para se hidratar, além de ficar muito tempo em baixo do sol, sofre. Casos de insolação são muito comuns quando há uma elevação brusca de temperatura. O corpo começa a esquentar gradualmente, e a insolação começa a partir de alguns sintomas, como tontura, vertigem e até desmaio se não estiver em condições mais “humanas” a tempo.

Não dá para imaginar o que o humano x estava fazendo no momento: se ele estava trabalhando ou se ele estava passeando, mas uma coisa é certa: a falta da hidratação correta fez com que o corpo dele entrasse em colapso, e não apenas ele se deu mal nessa história (que inclusive teve um final feliz), mas também as suas células, que se esforçam tanto para manter o seu corpo saudável.

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Ao considerar as personagens de Asobi Asobase, o único senão que me vem a mente é o irmão de Olivia. Mesmo com seu comportamento desagradável no esquete final desse episódio 11, a série consegue alcançar seu nível habitual de absurdo de maneira inteligente, apostando em seu texto e na força de suas personagens. Ainda que as passatempeiras ocupem um espaço que podemos considerar secundário, os coadjuvantes tomam à frente das ações e enriquecem o que já é engenhosamente bizarro. As duplas presidente do Conselho Estudantil/vice-presidente e Oka-san/Agrippa são geniais. E merece destaque a maneira como Asobi Asobase costura os segmentos, executando perfeitamente a continuidade entre eles. O episódio 11 é um dos mais engraçados, aproveitando o seu elenco e revelando que, realmente, normalidade é um item fora de moda em Asobi Asobase.

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Bom dia!

No título do artigo dessa semana parafraseio Daiba Nana, que ao final de seu duelo com Hikari disse: “Starlight é uma tragédia”. O “Starlight” ao qual ela se refere é a própria peça que elas vão encenar.

No palco, cada atriz tem seu papel pré-definido antes mesmo da peça começar. Não importam os sonhos, anseios e sentimentos dos personagens, se está escrito que irão sofrer, irão sofrer. Se estiver escrito que irão triunfar, triunfarão. Protagonistas e coadjuvantes, heróis e vilões, tudo está escrito antes da peça começar.

Uma peça de teatro é um microcosmo em que vivem seus personagens, mas não foi feito para eles. Foi feito para o deleite do espectador. E talvez isso, mais do que as histórias encenadas, seja o que a ficção tem de mais parecido com a realidade.

O mundo não foi feito para você.

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O episódio 24 demorou, mas chegou! Depois de uma semana sem notícias, está aí, o anime de volta. Eu tinha visto a preview deste episódio e me animei de ver bastante. Não fiquei tão ansiosa quanto esperava, mas é isso aí. O fato é que o Nezumi Otoko se casou e foi enganado. No entanto, não foi só ele, como vários outros homens (se bem que ele é um meio-youkai, mas acontece). O fato é que a mulher mais desejada por todos era, na verdade, uma youkai que engana os homens, fazendo-os relaxar e fazendo o que quiser com eles, seja bater, roubar carteira e… Bem, um anime assim não iria tão longe ao chegar em ESTUPRO, porém foi demais a ponto de mostrar como alguns homens realmente se sentem, como aquela bendita frase que várias de nós conhecemos: “MULHER NENHUMA PRESTA!” ou então a cena em que o Konaki-Jiji ficou tão ouriçado com a moça que, quando se agarrou nela, começou a ofegar e a se esfregar nela. Pois bem, vamos deixar essas coisas para lá. Isso daria bem mais que um parágrafo enorme para ficar escrevendo o quão isso pode soar absurdo.

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Após muito sofrimento e muito suor envolvido, Iori e seus amigos finalmente chegaram em Okinawa para não só tirar sua licença mas também para se divertir, afinal, quem em sã consciência não faria o mesmo? E seguindo uma linha parecida com o episódio anterior, recebemos algumas aulas de mergulho e como cereja do bolo vimos uma bela representação de amizade.

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O penúltimo episódio de Chio-chan no Tsuugakuro tem seus dois segmentos focados em suas personagens e em assuntos cotidianos, ambos ligados, de alguma maneira, à saúde, já que tanto a privação de sono, quanto os odores corporais podem acarretar mal-estar (físico e psicólogo) e até significar doenças. Como se trata de uma comédia, o que não falta é humor a respeito dessas condições. Nesse episódio, o absurdo não é algo tão presente, a sua comicidade é extraída das ações e reações das personagens a partir de uma situação comum – que não deixa de ser extrapolada ao máximo – e dos monólogos internos. Os esquetes são engraçados, valendo-se do carisma de Chio-chan, e da química poderosa que a garota tem com Manana. Porém, é notável que falta o tempero do exagero, uma loucura a mais. Ainda assim, o resultado é satisfatório, com alguns momentos inspirados.

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Desde o primeiro episódio da primeira temporada de My Hero Academia fomos apresentados à rivalidade entre Bakugo e Izuku. Ela veio se desenvolvendo durante todo esse tempo até chegarmos no confronto entre os dois ao melhor estilo Naruto vs Sasuke no Vale do Fim, só que com um fim bem mais ameno.

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