O mangá de Shokugeki no Souma terminou este ano e decepcionou boa parte dos fãs. Eu, que sou grande fã da animação e decidi não ler o material original para não tomar “spoiler”, não conseguia entender como uma história tão boa caiu de nível logo no final. Bom, acho que agora estou começando a entender.

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Assim como a tragédia cruzeirense (que salvou o meu Vozão, ufa!), a tragédia desse episódio já estava anunciada; ainda que menos do que o rebaixamento futebolístico. E esse, ainda por cima, foi merecido!

Isso é bom? Isso é ruim? Foi bom ver a desgraça acontecer? Acho que o ocorrido foi sim bastante interessante para a trama, mas se vai ser bem aproveitado mesmo ou não só o tempo dirá…

O fato é que LOGH agora se encontra em outro patamar, mas diferente do que ocorre no futebol brasileiro, a rivalidade na prática me parece bem menos desigual. É hora de LOGH no Anime21!

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Agora sim podemos dizer que a invasão começou pra valer! De um lado temos Oito Balas do Grupo Hassai e do outro heróis profissionais e a nata da U.A., incluindo o comedor de sol. Já havia cantado a bola de que Suneater era o melhor herói de todos e esse episódio provou isso.

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A Ilha Drum, a única ilha com algum médico que o Bando do Chapéu de Palha encontrou para poder tentar curar a Nami, na verdade não tem nome. O local – mais conhecido como Reino de Drum – sempre foi regido por algum rei, ou seja, é uma monarquia, e o pior deles foi o último, Wapol, que fugiu após um ataque pirata.

Como Wapol era um covarde, toda a população resolveu arrumar as coisas pela ilha, mas o pior de tudo é que, além de ter matado muita gente, o antigo rei também exilou diversos médicos, e ainda formou a Isshi-20, que são médicos que trabalhariam única e exclusivamente para ele.

Com o título de rei, Wapol conseguiu com que tudo se tornasse um caos, e apenas uma médica e seu assistente, Tony Tony Choper, uma rena que comeu a hito hito no mi, conseguem curar alguns moradores, quando conseguem encontrar pacientes.

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Já está acabando o ano. Qual o melhor anime de 2019 na sua opinião? E o melhor curta? Ainda não sei o que pensar, mas vou convencer a equipe a fazer algo relacionado aos curtas, porque esse foi um ano muito bom para esse tipo de anime. Sem mais delongas, fique com o “A Semana é Curta”!

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O anime deve ter 26 episódios mas, ainda assim, acho que o final vai ficar corrido. Em compensação, esse episódio foi bom dentro do que o anime tem a oferecer. Repetitivo até certo ponto, mas a direção soube dar uma temperada para manter o público suficientemente interessado, creio eu. É hora de Dr. Stone no Anime21!

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Bateu um desânimo enorme com esse episódio. Sendo sincero, recomendo que procurem o mangá, espero que seja fácil de achar na internet. Ademais, vou debater as diferenças entre o mangá e o anime no vídeo linkado ao final do artigo. No decorrer do texto vou me debruçar apenas sobre a adaptação em anime, como costumeiramente escolhi fazer. Mas já deixo avisado, a adaptação pulou no mínimo dois tankos e mudou algumas coisas para forçar conexões entre eventos, para além de limar da história toda uma saga e diversos capítulos que engrandecem a obra original.

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O anime de hoje, o qual utilizarei como ponto de reflexão, comentário e louvor, é Hotarubi no Mori E. Primeiramente afirmo: vocês, quem quer que sejam, deveriam conhecer e assistir esse anime; não estou recomendando, e sim convidando-os a o fazerem. É um OVA curto, de cerca de 40 minutos, lançado originalmente em 2011, dirigido por Takahiro Omori, baseado, por sua vez, em um volume único publicado em 2002, escrito por Yuki Midorikawa. Bem, essas são informações de apresentação, nem sei porque as escrevi, pois o que importa é o conteúdo dessa linda história. Então vamos lá.

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Claro que os dois episódios tiveram um foco maior nos jogos e nos jogadores dos times que foram apresentados, porém isso me alegrou bastante. A MadHouse não tem feito um trabalho muito bom na obra, e mesmo em momentos importantes está apresentando slides de PowerPoint, mas o que fizeram com os americanos foi bem legal.

Não é sempre que se vê os jogadores gringos falando em sua língua natal em animes. No caso de Diamond no Ace, os que falam em japonês fluente são os intercambistas, como o Carlos, então não pensei que dariam uma atenção especial com os dubladores estrangeiros. Mas assim que um deles começou a falar em inglês, e com aquela movimentação diferente em suas bocas, me deu mais ânimo para continuar.

Engraçado colocarem mais movimento na boca dos gringos, embora o tempo de cada um estivesse meio errado, mas é mais um mimo que a MadHouse deu para quem veio de fora mesmo e fala só em inglês. O resto foi apresentação de PowerPoint mesmo, mas seria exigir demais para ter uma animação mais fluida nesses episódios. Uma pena.

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