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Não serão 18 bruxas, mas apenas 10. Bom, na verdade 11. Por que eu achei que fossem 18? Ok, o título. Mas foi só isso? Eu podia jurar que vi em sinopse ou notícia por aí que eram 18 bruxas, quando na verdade, pesquisando aqui, nunca nenhuma notícia e nem o site oficial fala na quantidade de bruxas. Jamais. Eu estava pronto para chamar esse artigo de “Fui tapeado!” por causa disso, mas parece que não fui. Ou fui, mas pela minha própria memória – e desde o começo do anime!

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Aparentemente a Presidente e o Honda estão resolvidos, pelo menos foi o que demonstraram suas atitudes durante todo o episódio. Agora é finalmente a vez do Mishima e da Mashiki, a não ser que novamente resolvam inventar um novo casal aleatório para ser o foco de um episódio inteiro. Também temos a triste chance de que aconteça algo de ruim com a Mashiki, pois é o que eles estão tentando nos dizer.

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É com pesar e contentamento que começo a análise do último episódio de Re:Creators, um anime que vai me deixar saudades mesmo tendo problemas e passando longe de ser o melhor ou o mais marcante do ano de 2017. E isso por quê? Porque Re:Creators é uma história sobre a criação de histórias, e desde criança eu sou um aficionado por elas. Sendo escritas ou desenhadas, atuadas ou animadas, o importante para mim é que sejam histórias que me cativem e me façam refletir sobre algo. Esse anime conseguiu fazer isso em seus vinte e dois episódios, então primeiro falarei o que achei desse último e depois tecerei comentários sobre todo o anime em si. Co-criadores, peço pela última vez que embarquem comigo nessa viagem!

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“Talvez o capitão já esteja morto.” Com aliados assim, quem precisa de oponentes? Bem, isso nada mais é que um alívio cômico inicial de um dos animes mais especializados nesse tipo de coisa (se você está aqui, obviamente sabe que estou falando de G.A.T.E., assim como deve estar ansioso pela análise dos próximos episódios). Então, Ikou!

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Qualquer pessoa lendo meus artigos não pode dizer que alguma coisa nesse episódio a surpreendeu, certo? O ritmo do enredo foi mais lento do que eu gostaria, a nova batalha em Anatae apenas começou e nada muito divertido aconteceu ainda, os demônios ainda não deram as caras, a Rita não apareceu (maior ponto negativo do episódio), mas eu acho que entendo e aceito. A partir de agora tudo vai acontecer ao mesmo tempo – e se os dois últimos episódios não forem alucinantes, aí sim eu vou reclamar!

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Em 1994, um homem berrou a seguinte frase: “É TETRA!! x4”. Exato! Eu estou falando de ninguém menos que Galvão Bueno, um narrador extremamente dependente de atenção — assim como um bebê de 3 anos. Porém, esse não é um artigo sobre o Galvão — até porque se fosse eu provavelmente seria processado — na verdade, estou aqui com a minha cara lavada para resenhar sobre o episódio final de Sagrada; episódio esse que me fez gritar “É TETRA!!” igual um certo narrador — que não citarei mais o nome por medo de ser processado.

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