Eu me pergunto como deve ter sido a reunião entre os integrantes da equipe criativa do anime para decidir os rumos da trama.

Porque, sério, foi muita trollagem em seis episódios dar a entender que a escola não seria fechada para no sétimo recorrer a esse plot batido que é a cara de Love Live!, como também a cara da mediocridade.

Ainda assim, eu consegui gostar do episódio e agora vou explicar o porquê.

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Eu gostei desse episódio, só que na avaliação geral esse arco me decepcionou, mas não pela história dele e sim pelas decisões da produção, que espremeu um arco que merecia é ser alongado e não o finalizou com um clímax realmente pungente, caindo na mesma falha de toda temporada desse anime, que, aliás, já teve seu sexto ato anunciado. Enfim, vamos falar do fim do arco do Shigaraki?

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Keita virou um assassino devido ao verme dragão ter assumido o corpo da Iris, mas não passou por um profundo choque como o Yotsuya, pelo menos não ainda. Talvez em uma terceira temporada? Porque, evidentemente, não há mais tempo para desenvolver personagem assim, além do único que tem esse tipo de desenvolvimento ser mesmo o protagonista. Mas além disso, tem outros fatores.

Diferente do Yotsuya do final da primeira temporada, o Keita já começou sabendo dessa premissa, de que o mundo para o qual viajam não é nenhum jogo, e não só isso, ele tem uma personalidade diferente da do Yotsuya, tendo aceitado muito antes a ideia de matar alguém se fosse em prol de sua família, sendo ele também alguém mais “simples”. Então sim, consigo aceitar a assimilação mais fácil dele.

O que não consigo aceitar é só ter me dado conta do plot twist que gerou o cliffhanger quando o Lanan acordou. Não é que o Bispo Dragão da vez me enganou direitinho? Aliás, foi legal a expansão de mundo e a conexão entre informações reveladas anteriormente feitas, além do feeling do Yotsuya que encaminho bastante o final desse arco. Só falta um episódio, vamos falar de como se processou a chegada até lá.

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Tawawa on Monday (Getsuyoubi no Tawawa) surgiu há alguns anos como artes que o mangaká Kiseki Himura publicava em seu Twitter, coisa que ele faz até hoje, ainda que a obra tenha recebido uma série de mangá na revista Weekly Young Magazine (casa de sucessos como Akira, Back Street Girls, Tejina-senpai, Origin e Nande Koko ni Sensei ga!?).

Himura ganhou popularidade na indústria ao assumir a arte da primeira fase do mangá de Sword Art Online: Progressive (o spin-off focado nos andares de Aincrad) e fazer o character design do anime Just Because! (sério, não tem como não reconhecer o traço dele).

Não à toa a Ai-chan, uma das heroínas de Tawawa, é a cara da Mio, a heroína de Just Because!, anime que adoro e indico se curtir slice of life e romance. A única certeza que tenho é de que você curte animes com fanservice, mas não se iluda, pois vou problematizar haha. Vamo nessa?

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Ganbare Douki-chan é um anime curto de Yom, o criador de Miru Tights. A produção tem simulcast da Crunchyroll e conta a história de dois colegas de trabalho em situações “românticas”.

Vai ter senpai, kouhai e muito fanservice com lingeries, meias-calças e o que mais fez a cabeça do público que acompanha as artes fofas do autor no Twitter e que deram vida a essa animação.

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É curioso como um ditado pode se aplicar tanto a uma história, como esse se aplica a Hamefura. Quem diria que ao finalmente conquistar duas rotas românticas completas, a protagonista vilã desbloquearia uma nova dor de cabeça oficialmente?

Pois bem, para quem achou que o fim se daria aqui, se enganou, porque o harém nunca é grande o suficiente para Catarina Claes.

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Do que os ogros são feitos? De ódio. Plot twist? De forma alguma. Mas foi interessante a informação dada de que alguém usa o ódio dos humanos para criar os ogros. Se um dia tiver uma segunda temporada, será que veremos este elemento? E se tiver, também não seguirá a ordem cronológica? Não sei. A única certeza que tenho é de que o saldo foi positivo; tanto do episódio, quando do anime; e agora vou explicar porquê.

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Para quem ainda guardava no coração uma pontinha de esperança quanto ao Gama Gama, esse episódio simplesmente destrói tudo, mostrando as limitações do lugar e colocando a Kukuru no fim da linha. No fim essa tempestade que arrasa, é a mesma que recria uma nova possibilidade para ela, como a menina vai processar essa virada?

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