A trama desse episódio foi sobre um grupo de charlatões e suas táticas para ganhar mais e mais dinheiro. Eles vendiam uma gloriosa e sagrada água, que não havia sido retirada da fonte da juventude, mas de uma torneira de pia qualquer.

E claro, temos também um romance rolando. Para resolver esse caso sai Sherlock e entra Mary. E no fim, é o Watson quem sai ganhando.

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Esse episódio inteiro girou em torno da cúpula do G7. Mais especificamente, se tratou da discussão sobre o que é o bem e o mal. Esse problema foi proposto pelo presidente Alexander W. Wood, dos Estados Unidos. E então todos os líderes mundiais lá reunidos se dedicaram a essa tão complexa questão. E então, qual foi a resposta deles?

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Um detetive que não consegue seguir em frente precisa se lembrar de algo que ficou para trás. Pois o futuro só pode ser construído quando se olha para o passado. Mas antes que pareça ter aqui algo profundo, tenho que lembrar que falamos de Kabukichou. E aqui as estranhezas são tantas que até se estranha a normalidade.

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Babylon continua com seu foco na discussão de seu perigoso tema. Em um episódio mais lento, quase nada acontece, e já nada impressiona tanto. Algo chocante é no instante seguinte ignorado, pois já não possui tanto valor. Babylon nos puxa pelo pé e nos afoga em outro episódio de morte e pessimismo. Mas no fim, ainda há alguma luz.

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Moriarty está passando por maus bocados na prisão, mesmo sendo filho do prefeito. Mas esse episódio tratou mais sobre outro tipo de prisão. Aquela que ironicamente só existe ao lado da liberdade. E por isso mesmo, esse episódio se tratou de personagens se libertando de escolhas que nunca fizeram.

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