Contradições morais, culpa e vergonha, isso é o bastante para um homem fugir de todos e se possível fosse até de si mesmo. E justiça? Dúvida cruel, afinal, o que é a justiça? E se não há resposta, como viver sem um parâmetro para o bem e o mal?

Babylon já é polêmico desde seus primeiros episódios, mas a cada semana ele se desafia cada vez mais. Sua vilã finalmente retornou, despejando ainda mais beleza e sensualidade do que nunca.

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O que acontece quando reunimos um médico, um detetive, um bandido juvenil, um faisão, um cachorro e um macaco no mesmo cômodo? É, não pode dar coisa boa mesmo…

Tá achando confuso? E veja que eu ainda não disse que tem um pêssego no meio dessa história. Bem, agora eu disse.

Enfim, o mistério desse episódio roda em torno do desaparecimento de um homem. Mas, será que esse homem realmente desapareceu, ou aconteceu algo a mais?

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Babylon apresenta muita investigação policial, tramas políticas e até discussões morais. Afinal, qual é o valor da lei? E se cumprir a lei é perpetuar a justiça, então o que um homem que busca a justiça deve fazer quando as leis são injustas?

Mas se as leis não são necessariamente um valor de justiça, então qual é o sentido de seguir essa enquanto clama pela outra? Bem e mal, certo e errado, justo e injusto… tudo isso de esfarela em poucas e breves linhas de diálogos de Babylon.

Mas então… vamos ao episódio?

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Parece que Watson não vai ter seu caso resolvido tão cedo. Eu mesmo já acreditava que nesse episódio o caso do Dr. John Watson seria exposto. Agora já não tenho nem mesmo ideia de quando.

Mas vamos ao episódio. Um novo caso, uma nova investigação, e obviamente, um novo crime. Vamos analisar agora o que tivemos nesse episódio, e principalmente, o que não tivemos nele.

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O começo do episódio pode parecer banal. Mas não é. O que ele faz é apontar o dedo e dizer “está vendo aquilo? Vê o local indicado, bem em frente a seus olhos? É para lá que história irá se dirigir”, e ainda conclui “quer você queira ou não…”. Tudo porque a explicação de como os detetives são contratados traz segurança a narrativa. Mas vamos ao episódio. Deixemos isso para o fim.

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Kabukichou Sherlock não é uma adaptação de Sherlock Holmes, ou sobre Sherlock, mas meramente se inspira em Sherlock Holmes. Neste artigo me proponho a analisar o anime em paralelo com as histórias clássicas do maior detetive da literatura mundial. Ainda assim, Kabukichou está repleto de crimes, detetives, e muito, muito mistério.

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Keishichou Tokumubu Tokushu Kyouakuhan Taisakushitsu Dainanaka: Tokunana… por Cristo, vamos ficar só com Tokunana mesmo, conta a história de Seiji Nanatsuki, um detetive que quando jovem foi salvo por um oficial durante um ataque terrorista. E se não basta terroristas e assaltantes, já presentes em nossa realidade, em seu mundo uma variedade de raças coexistem pacificamente, tendo existido até mesmo dragões em seu passado.

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Em Maou-Sama, Retry! o protagonista é invocado em um mundo de fantasia (novidade…) como o seu personagem Hakuto Kunai, o Rei Demônio do jogo Infinity Game. Mas não é o Infinity Game. Não. É um mundo completamente desconhecido. Não por menos, a maior parte do anime Kunai passa reunindo informações sobre esse novo e desconhecido mundo.

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