Um episódio de ligação entre o arco inicial e o próximo, que se nada der errado será o da (tentativa de)  viagem para a Terra. Um pouco mais de tudo é revelado, a Gjallarhorn, a Terra, Marte, as crianças da CGS (agora Tekkadan). Não o suficiente para matar totalmente a curiosidade, mas o bastante para não voarmos à deriva pelo espaço, hehe. Comento sobre tudo isso e um pouco mais nesse artigo a partir do próximo parágrafo!

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Esse foi o primeiro episódio do anime que não foi auto-contido. Era natural que isso uma hora acontecesse, mas eu não esperava que fosse assim. Não parece que a história começou a andar, na verdade ainda estão contando o passado. Dessa vez, e pela primeira vez, não houve história do presente, mas houve alternância louca de linhas de tempo sim, entre o passado e o mais passado ainda. É a história do Jirou, o protagonista, e deve acabar revelando além de seu passado informações sobre sua personalidade que o fariam, nos anos obscuros da história, abandonar o Escritório de Super-Humanos. Reparei algumas coisas notáveis nele nesse episódio, mas não dá para concluir muito ainda antes do próximo, e quase pensei em deixar para escrever o artigo só quando ele saísse, mas quando me vi com o dilema “e se houver ainda um terceiro?” percebi que era melhor escrever logo, ou nunca escreveria, hehe.

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Agora voltei a ter esperança nesse anime. Mas precisava três episódios só pra mostrar o quão vagabundo o Saitama era? Ah sim, as piadas. Foram mesmo de matar, que bom que ficaram três episódios contando as mesmas piadas para eu decorar elas direito e rir bastante. Enfim, nesse episódio, movido por sua motivação idiota de sempre, Saitama entrou em ação mas pela primeira vez os adversários que enfrentou o levaram a refletir um pouco. Para alguém que não quer nada com nada como o Saitama refletir é uma grande coisa. E porque ele quer ser mais reconhecido (ele não sabia que ninguém o conhecia) decidiu entrar em uma tal Associação de Heróis, o que me parece promissor também em termos de possibilidades de evolução do enredo e do personagem.

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Episódio mais fraco do anime até agora, certamente uma ponte entre os acontecimentos desde o despertar do protagonista até sua ida à capital e o que está para acontecer a partir de agora. Aconteceu pouca coisa relevante, mas admito que o título que dei ao artigo é um exagero, não é como se não tivesse acontecido nada. Aconteceram quatro coisas nesse episódio:

  1. Nova haremete é introduzida
  2. Nova haremete serve de escada para fazer o protagonista parecer mais legal
  3. Fanservice pros mano e pras mina
  4. Grande revelação brochante

A ordem foi exatamente essa mas não é como se um evento tivesse se encerrado completamente antes do início do próximo, a narrativa é mais suave e inteligente do que isso. Esse artigo é, de todo modo, organizado em torno desses quatro eventos. Me acompanhe a partir do próximo parágrafo!

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Ai meu JoJo, que título brega que eu escolhi! Parece Sailor Moon e não um harém mágico para garotos adolescentes! E não é totalmente correto também, já que Ikki treinou anos para a luta desse episódio, aquela força já era dele. Mas não dá para negar que ele havia perdido a moral e se não fosse a Stella talvez tivesse sido derrotado. Então é um título meio verdadeiro. Mas foi o que aconteceu depois da luta que me fez decidir por esse título!

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Parece que tá começando a surgir uma história não é mesmo? E parece que ficará melhor ainda no próximo episódio.

A história de Valkyrie finalmente começou e nos deparamos com uma organização chamada de Welter, onde elas são a classe dominante da ilha. No começo do anime achei que todos que chegassem tinham como obrigação ir para esse lugar, e que era ali onde se controlava todas as prisioneiras da região (desculpe, mas para mim uma pessoa que é obrigada a ficar numa ilha isolada do mundo é uma prisioneira) a mando do governo. Mas não, elas na verdade são tão prisioneiras quantos as outras, com a diferença de que se organizaram para criar uma sociedade naquele lugar, acho que no intuito de manter a ordem.

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Todas as garotas da abertura já apareceram, acho que o harém do protagonista está completo. Ou pelo menos o núcleo dele, vai saber. De longe a melhor das duas novas foi a Karen Jinryou, a espadachim de família samurai que só sabe balançar a espada e fazer mil rostos engraçados diferentes. Quase morri de rir com a Karen, Karen melhor garota! Não, mentira, continuo preferindo a Aika “então expulsa elas daqui” Tenkuubashi. A outra nova garota é a Hakua Shiodome, uma gênia que entra em transe resolvendo fórmulas em qualquer superfície e que apesar de ter a mesma idade das demais tem a aparência física de uma menina de 5 anos, e isso me faz ficar muito perturbado quando ela aparece em qualquer cena minimamente sensual. O personagem dela em si é interessante, mas as cenas insinuantes dela me incomodaram.

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Chegamos ao segundo capítulo do anime e parece que seus fãs só crescem. Seria natural um anime com tanto ecchi (explícito) não agradar as pessoas, mas não foi isso aconteceu, o pessoal tá adorando o anime.

No artigo passado eu disse que esse anime parecia com Cross Ange, nesse episódio isso foi mostrado mais uma vez. Vocês podem dizer que eu estou maluca, tô delirando, e tentando achar pontos iguais entre um e outro, mas não é bem assim:

  • Valkyrie: Um lugar onde as mulheres (até agora foi mostrado que só elas pegaram esse vírus) são isoladas por serem diferentes das pessoas normais, em uma ilha no meio do oceano.
  • Cross Ange: Mulheres que nascem sem a luz do mana e são vista como aberrações (normas) e acabam isoladas em uma ilha no meio do oceano.

Eu vejo uma certa troca de ideia ou então uma inspiração de um anime pra outro, agora quem se inspirou em quem eu não sei.

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Como diria a Xuxa no Teleton, esse episódio me deixou feliz que nem pinto no lixo. A cuidadosa montagem da sala fechada no episódio anterior foi na medida correta para manter o suspense não muito alto nem muito baixo, mas com certeza presente o episódio inteiro e exercendo uma pressão crescene, até culminar com temporização perfeita no final do episódio, quando o mistério começa. Nesse episódio descobre-se o que afinal era e significava aquele carrinho andando sozinho com a Dra. Magata em cima em vestido de noiva. Eu juro que a vi se mover ali em cima no final do episódio anterior!

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Eu sempre me pergunto o que meus personagens favoritos fazem quando não estão salvando o mundo (ou roubando as joias da coroa Britânica ou se tornando o homem mais forte do universo), e o programa tipicamente italiano de Lupin, Jigen e Goemon parece ser assistir uma boa partida de futebol. O trio está impressionado com a performance e determinação de um jogador chamado Brozzi, que leva uma cotovelada no olho direito e mesmo assim não para de avançar em direção ao gol para marcar, selando a vitória de seu time. Goemon compara a determinação do homem com a de um samurai, com sua fala normalmente encríptica. Já Lupin prefere reclamar como uma velha resmungona que acabou de perder uma aposta, porque bem… ele tinha mesmo perdido uma aposta sobre a partida de futebol, graças à vitória assegurada por Brozzi para seu time.

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