Todas as garotas da abertura já apareceram, acho que o harém do protagonista está completo. Ou pelo menos o núcleo dele, vai saber. De longe a melhor das duas novas foi a Karen Jinryou, a espadachim de família samurai que só sabe balançar a espada e fazer mil rostos engraçados diferentes. Quase morri de rir com a Karen, Karen melhor garota! Não, mentira, continuo preferindo a Aika “então expulsa elas daqui” Tenkuubashi. A outra nova garota é a Hakua Shiodome, uma gênia que entra em transe resolvendo fórmulas em qualquer superfície e que apesar de ter a mesma idade das demais tem a aparência física de uma menina de 5 anos, e isso me faz ficar muito perturbado quando ela aparece em qualquer cena minimamente sensual. O personagem dela em si é interessante, mas as cenas insinuantes dela me incomodaram.

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Chegamos ao segundo capítulo do anime e parece que seus fãs só crescem. Seria natural um anime com tanto ecchi (explícito) não agradar as pessoas, mas não foi isso aconteceu, o pessoal tá adorando o anime.

No artigo passado eu disse que esse anime parecia com Cross Ange, nesse episódio isso foi mostrado mais uma vez. Vocês podem dizer que eu estou maluca, tô delirando, e tentando achar pontos iguais entre um e outro, mas não é bem assim:

  • Valkyrie: Um lugar onde as mulheres (até agora foi mostrado que só elas pegaram esse vírus) são isoladas por serem diferentes das pessoas normais, em uma ilha no meio do oceano.
  • Cross Ange: Mulheres que nascem sem a luz do mana e são vista como aberrações (normas) e acabam isoladas em uma ilha no meio do oceano.

Eu vejo uma certa troca de ideia ou então uma inspiração de um anime pra outro, agora quem se inspirou em quem eu não sei.

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