Então não é o criador do Fushi que “planta” os desafios para ele, mas os tais Nokkers? Agora fiquei confuso. De toda forma, o importante é que o Gugu salvou o dia e essa explicação foi feita, além disso, o trágico fim da “família sem filtros” foi adiado, mas até quando? É perda de tempo esperar finais felizes para personagens de arco nesse anime? Para responder essas e outras questões, me acompanhe por mais uma semana.

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Primeiramente, convido a todos a prestar um momento de reflexão sobre o peso da obra e a importância que ela possui, mesmo que inconclusa, para a vida de cada. Respeito. Uma palavra que inúmeros otakus costumam esquecer, menosprezando a vida que trabalha, o sangue e suor do dia a dia que produz o que consumimos.

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O Soneca tentou justificar sua instrução simplória, mas, honestamente, dou mais mérito a Onda que fez o que ele pediu fazendo o que ela sabe fazer de melhor, que é jogar muita bola. Esse não foi um episódio lotado de acontecimentos, mas indubitavelmente prazeroso por suas sacadas. Uma delas foi a individualidade fazendo o caminho inverso ao potencializar o coletivo, coisa que vira e mexe também acontece no futebol.

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Em seu penúltimo capítulo, a saga da santa dá uma acalmada – ainda maior – para focar na descoberta recente da moça sobre os seus poderes, e como pode utilizá-los em prol dos outros. Porém, se alguém pensou que o anime deixaria esse momento sem o devido clímax, se enganou.

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Se ainda tinha algum ser vivo confuso com os inúmeros mistérios ainda não desvendados em Shadows House, esse episódio é o momento de clareza. Nele é despejado boa parte das respostas que buscávamos para entender toda a loucura que envolve essa mansão e a família que nela habita – e olha que nós só queríamos saber quem ia vencer o debute, mas enfim, fomos premiados com mais.

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Quando fiquei sabendo do anime de 86 imaginava que terminasse como na novel, mas me enganei, e que bom que me enganei, afinal, esse episódio foi adorável em todos os sentidos, um pós-clímax muito prazeroso de acompanhar e que prestigiou não só os integrantes humanos do esquadrão Spearhead, como também Fido, o drone que não era uma inteligência artificial como as outras.

Além disso, qual a perspectiva para o último episódio? O cliffhanger desse vai na direção que o anime está seguindo desde o princípio, mas, repito, se fosse para eles morrerem isso teria acontecido no clímax, agora não cabe, até porque ainda não conhecemos outras perspectivas para a trama, que já tem segunda temporada garantida mais para frente. Sem mais delongas, vamos falar desse episódio apaixonante de 86?

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Recentemente, o Anime News Network, um famoso site de notícias sobre a indústria de entretenimento japonesa, publicou uma entrevista com a staff de Megalo Box 2: Nomad. Os entrevistados foram o diretor Yo Moriyama (Shingeki no Kyojin, Gungrave), e os escritores Katsuhiko Manabe (Shin Kyuuseishu Densetsu Hokuto no Ken: Raoh-den Gekitou no Shou) e Kensaku Kojima (Megalo Box).

Dentre os vários tópicos interessantes que foram discutidos nessa entrevista, um que me chamou atenção foi a preocupação dos entrevistados em relação a filosofia “machista’’ de Ashita no Joe, e como eles precisaram tomar cuidado para não deixarem certos valores dessa obra passarem para Megalo Box.

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Milverton foi um vilão presente em poucos episódios, mas que ainda assim conseguiu ser muito marcante. E marcante também foi como ele teve o seu fim. Ele mesmo nunca o imaginaria quando foi com tanta confiança até Baker Street chantagear o detetive. Mal sabia ele que aquilo que julgou ser a sua salvação desencadearia o seu próprio fim.

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