Filmes de franquias costumam ser como lembrancinhas, um bônus, amostra grátis para os fãs, e por serem idealizados assim, costumam ser descartáveis, e não apenas isso, mas se apresentam em um resultado próximo a expressão “nas coxas”, ou seja, de qualquer jeito. É compreensível até certo ponto, mas é quando o nas coxas apresenta real potencial não desenvolvido ou mal desenvolvido, aí mora a frustração.

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No artigo de hoje lhes apresento o ONA Fastening Days, é uma resenha de transição para desanuviar um pouco enquanto penso em quais serão os próximos artigos intercalados com os filmes de One Piece dessa seção.

Entretanto, não é porque é um artigo de transição que ele não seja um artigo e uma análise, vamos a obra.

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O quarto filme de One Piece, ao contrário dos três primeiros, tem uma linguagem típica do formato filme. Percebi isso com clareza ao assistir esse quarto, os três primeiros filmes de One Piece se caracterizam pela ambiguidade de identidade, ora eles são OVAs, ora eles são episódios seriados de animação, ora se propõe como filmes.

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O terceiro filme de Madoka Magica fecha com chave de ouro a história principal do cenário, a espinha dorsal da franquia. O considero como o melhor dos três filmes, o mais incrível e competente em ser ótimo em todos os elementos técnicos e minúcias que compõem a essência da animação. O mistério se revela, e ao mesmo tempo que se desvela o enredo em uma excelente narrativa visual, as perguntas que a obra sucinta, na verdade não são nunca respondidas, pelo menos não diretamente.

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Chegamos ao terceiro filme de One Piece, ou ao menos eu cheguei, e sim, que bom que aqui estou, pois esse valeu a pena.

O terceiro filme de One Piece é o mais divertido dos três que resenhei até o momento, ele desenvolve e aborda o que One piece tem de melhor, a sua estranheza.

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Dando continuidade a jornada iniciada no primeiro artigo, agora temos o segundo, baseado no segundo filme de Madoka Magica. Esse segundo filme oferece o fechamento da história, recontando e readaptando exatamente a mesma história apresentada no anime seriado, de 12 episódios. O Terceiro filme deve ser entendido como um spin off, e como possível final alternativo ou definitivo da trama, mas o comentarei posteriormente. Vamos ao segundo filme.

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Sem muita ideia de como fazer uma introdução para o artigo, então estou escrevendo que estou sem ideia de como fazer uma introdução para fazer uma introdução. Lidem com isso.

De todo modo, vamos ao segundo filme de One Piece, a aventura na ilha Nejimaki.

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O anime de hoje exige responsabilidade. Digo, talvez seja um dos poucos animes lançados nos últimos tempos que seja recoberto de tamanha unanimidade. Que jogue a primeira pedra aquele que não elogia a grande gama de qualidades de Madoka Magica, e por contraste, a sua efêmera ausência de defeitos.

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Esse é o começo de uma jornada por dentre o universo de One Piece, na verdade, ao lado, pelas bordas, pelas partes e apêndices do cânone. Sim, pelos filmes. E né, acho que faz sentido, já que esse é o quadro do blog que resenha filmes.

Embarque nessa aventura! Ou não, só queria usar essa frase mesmo. Até o momento One Piece possui 14 filmes lançados, e a ideia é resenhar dois por mês, de modo intercalado, uma semana sim, e outra não, para não poluir essa seção com um anime só. Eu já fiz isso por quase três meses com Kara no Kyoukai, e não me arrependo, mas vou pegar leve desta vez. Acho, vamos ver.

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Quem nunca comeu miojo que taque a primeira pedra. Pois bem, após uma épica aventura por Kara no Kyoukai, tiro uma semana para relaxar e apreciar, não o prato macarrônico típico do japonês médio, mas sim o resultado de marketing da empresa mais famosa, ou ao menos mais artística, do pedaço. Cup Noodles.

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