O ano é 2022, três anos após o período onde o clássico filme da década de 80 de Blade Runner se passa (2019). E sim, esse Blade Runner 2022, é uma animação, um chamariz e um aprofundamento de um evento que será, e é, mencionado, para além de impactar diretamente a história e enredo do filme Blade Runner Live Action, lançado em 2017, mas que abrange um período futuro de tempo, no futuro fictício de 2049. Esse Live Action se passa mais de 20 anos após os eventos descritos nesse OVA, e do primeiro filme de 80. Contextualização efetivada com sucesso. Vamos a resenha sobre essa linda obra.

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O breve OVA (assistam aqui antes de ler), que na verdade é um clipe musical, feito sob encomenda para a música de mesmo nome da dupla japonesa de rock pop, Chage and Aska, dirigido e animado por ninguém menos do que o lendário Miyazaki, é o que eu chamo de obra de arte de transposição. Explico melhor no decorrer deste singelo artigo/resenha do clipe em questão.

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Manie-Manie: Meikyuu Monogatari, popularmente conhecido como Neo Tokyo, é um filme, ou melhor, uma composição de três OVAs, ou três histórias curtas, que juntas se “conectam”, mesmo sem terem relação direta uma com a outra, em uma obra de 50 minutos de duração. Lançado em 1989, segundo o myanimelist, mas, segundo a wikipédia, a data é 1987. Datas não são importantes no momento, para maiores detalhes sobre a origem dessa pequena antologia de histórias, uma pesquisa rápida no google lhe responderá. Então vamos aos ovas, ou segmentos dessa obra.

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A vida é cheia de reviravoltas, momentos nauseantes onde o pensamento não acompanha os fatos. Choque é o nome que se apresenta em momentos dilacerantes, sejam eles positivos ou negativos, o torpor nos toma por completo, os sentimentos nos atingem como um relâmpago noturno. Esse filme se inicia exatamente assim, como uma guilhotina de lâmina e fio, cirúrgica.

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Quem nunca desejou ter um amigo, um confidente ou mesmo um ajudante que nunca te abandona-se, traísse ou sentisse qualquer negatividade em relação a você. Alguém sobre o qual não sentimos rancor, competição, ou mesmo a sensação de sermos, ou estarmos, diminuídos pela existência alheia. Esse filme é a história de uma utopia que deu errado.

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Antes de partir para a resenha em si, já agora levanto um questionamento. Não sei se esse filme é um filme, no sentido cinematográfico, ou uma animação propriamente dita. A pergunta é válida, uma vez que o filme em questão se utiliza da técnica da rotoscopia. Pessoalmente não sei, mas desenvolvo no corpo do texto a apresentação dessa história.

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