O que o futuro nos proporcionará? Essa á uma pergunta equivocada. Talvez o que devemos perguntar seja, o que esperamos do futuro? E um terceiro modo de questionar o porvir, se tudo der certo, será, onde está o futuro?

Brincadeiras sérias à parte, mais um filme de Kara no Kyoukai se assoma. Apresento a todos o filme alegórico de Kara no Kyoukai: Mirai Fukuin, que ilustra que o destino do futuro está em jogo. Um destino de algo que não existe a menos que deixe de existir.

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Semana passada terminamos a saga de sete Filmes de Kara no Kyoukai, pensei, ingenuamente, que os demais não seriam filmes importantes, mas, no caso, para além dos sete principais, existem mais 4 Ovas. Não sei qual a relevância dos demais que verei, mas o que apresentarei no decorrer desse artigo, é o OVA, ou filme, realmente não sei como categorizar, mais central e indispensável dentre todos os que compõem a adaptação da obra.

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Chegamos ao último filme da sectologia de Kara no Kyoukai, mas não a última adaptação para a mídia de animação de suas histórias. Para além desse núcleo série de filmes, temos ainda pelo menos dois outros OVAs de complementação do cenário, os quais irei resenhar também, é claro.

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O sexto filme, chegamos ao sexto, ou ao menos eu cheguei né. Enfim, depois de um percurso tenso, onde nos apresentaram os segredos do poder de Shiki, desenvolveram o homem do ano, Mikiya, desvelam o denso, e ainda assim, obscuro, mundo dos magos onde Touko habita.

Estamos próximos do fim do quebra cabeça, poucas peças nos restam as mãos. O desfecho não apresentará respostas e clareza, mas sim a aridez de uma realidade de dimensões que extrapolam, e muito, a compreensão.

Entretanto, neste sexto filme, que funciona como uma ponte e um apêndice ao contexto geral das conexões do cenário que até o momento foram estabelecidas, acompanhamos Azaka, a irmã de Mikiya, e descobrimos os seus reais sentimentos.

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Chegamos ao quinto OVA de Kara no Kyoukai, e devo confessar, esse deve ser ápice da jornada. Durante os filmes anteriores, fomos lentamente apresentados a situação, aos personagens e ao cenário, mas agora, nesse quinto fragmento, se consolidam não todas, mas uma boa gama de pontas que estavam soltas.

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Nesse quarto filme/OVA de Kara no Kyoukai, nos deparamos com o impacto. Na verdade, quem se depara com o impacto é Shiki, que aparentemente foi atropelada, o que tudo indica, por livre e espontânea vontade, mas vamos descobrir, para salvar Mikiya, a pessoa que estava prestar a matar. Tá, parando pra pensar isso é bem estranho, ainda mais devido a fato de que faz todo sentido no anime. Mas vamos lá.

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Caminhamos para metade de nossa jornada, um percurso labiríntico, onde as peças estão soltas e a deriva entre o sangue de pessoas anônimas, mutiladas, desmembradas ou torcidas de um modo visceral, tendo os seus ossos partidos como palitos de fósforos. A história de um estupro, o vislumbre da dor.

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Chegamos ao segundo de sete, talvez oito, OVAs de Kara no Kyoukai. A história do segundo OVA se passa em 1995 e 1996, cerca de três anos antes dos eventos do primeiro anime, no qual os eventos acontecem já pelo segundo semestre de 1998. O tema central do primeiro OVA foi o suicídio, já nesse segundo, é a especulação do assassinato.

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Me arremesso em um salto que perdurará por pelo menos sete semanas, começando por essa; talvez dure oito, o que seria exatamente o número de suicídios cometidos nesse OVA que eu os convido a acompanhar. Adentrem comigo por este belo jardim, o jardim dos pecados.

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O filme de hoje é um anime feito sob medida para o próprio diretor, sim, ele não foi feito, de modo algum, para mim ou para você, ele foi feito, pelo menos é o como eu o entendo, para o próprio Mamoru Oshii. A introspecção da obra é sua maior marca, e é exatamente essa introspecção questionadora, que se reveste em cores, sons, enredo, personagens, é essa filosofia primordial, as perguntas perturbadoras de uma mente que reflete, que dão o tom, a alma e o próprio Ghost em Innocence.

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