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Após quase um mês sem artigos sobre Kino no Tabi, finalmente o retorno menos esperado do ano! Bom, com o tempo essa bola de neve irá virar apenas um floquinho, mas por enquanto bora lá. Nesse artigo — como já está óbvio no título — irá abranger os episódios 6 e 7, que por sinal, são bem agradáveis. Uma coincidência é que basicamente não vimos muito da Kino nesses episódios e — por incrível que pareça — os episódios não foram ruins. Sendo sincero, aparentemente os episódios que a Kino não aparece estão sendo mais agradáveis e isso certamente é um problema, não acha?

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Ore Monogatari!! é um anime estilo shoujo que começou a ser exibido em 2015, tendo ao todo vinte e quatro episódios cheios de cenas fofas, em sua maior parte. O mangá começou a ser escrito em 2011 e terminou no meio deste ano, e recentemente começou a ser publicado aqui no Brasil pela Panini, sendo conhecido como Minha História.

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Quando eu assistia Death Parade eu estava tão revoltado com o desperdício de enredo que eram todas as considerações e revelações sobre o além-morte onde as pessoas são julgadas que me limitei a dizer que a cena de patinação da Chiyuki foi bonita. Oh, foi bonita sim! Mas foi bem mais do que isso. Antes de começar, recomendo que assista o vídeo da cena inteira.

Patinadora artística durante toda sua vida, Chiyuki amava aquilo. A felicidade visível na cena e em flashbacks era genuína: ela não conhecia ou reconhecia outras felicidades que não fossem a patinação artística ou estivessem ligadas ao esporte. O presente que ganha é um novo par de patins. O homem com quem sai é seu treinador (ou assim eu entendi, o rosto dele nunca aparece então não se pode ter certeza). Suas amigas são todas amigas de patins. Tanto era o patins a sua vida que foi enquanto patinava que ela viu toda sua vida passar diante de seus olhos. Ela derramou sua vida na patinação.

Mas antes que pudesse perceber tudo havia acabado. Ela nunca mais patinaria. Estava viva, sim, mas desconectada para sempre daquela única coisa que a fazia feliz. Que a fazia se sentir viva. Massacrada pelo vazio existencial, desesperada por reunir corpo e alma, ela se suicida. Sua alma sem patins estava morta, e o que ela fez foi levar seu corpo ao encontro dela, já que reviver a alma não era possível.

A Chiyuki é um caso extremo, mas não tão incomum assim, de pessoa que coloca todo o significado de sua vida em uma coisa só. No mundo real, isso é algo comum em esportistas e alguns artistas, mas pode acontecer com qualquer pessoa. O que dá sentido à sua vida? É uma atividade? Um hobby? Um lugar? Uma pessoa? E se você perdesse isso da noite para o dia, como reagiria?

Esse anime não tem nenhuma sutileza. Poderia ser pressa mas já estamos no sexto episódio e não só eu continuo a não saber onde o anime pretende chegar (ou sequer por onde pretende ir) como além disso ele ainda está dedicando episódios inteiros para desenvolver personagens. Esse episódio foi o episódio da Yatri, principalmente, e contou parte importante da história do Ikuta. Alderamin não divulgou até onde eu saiba quantos episódios terá, e é tentador imaginar que terá pelo menos 2 cour, talvez divididos. Não é pressa, mas mesmo assim o anime achou por bem logo após um episódio com um brevíssimo flashback da infância de Ikuta e Yatri transmitir outro com esse flashback inteiro. Isso não é nada sutil e já está beirando a previsibilidade.

Sei mais um pouco sobre o passado, mas o futuro ainda é um mistério. Para adicionar uma camada extra de mistério, desde o primeiro episódio há momentos de narração, ora da Yatri, ora da princesa Chamille, que dão a entender que elas estão narrando fatos do passado, ou seja, o que estou assistindo ainda não é o “presente”. Permanecem havendo duas opções: ou o anime será sobre como o Ikuta irá chegar a esse presente que suas companheiras narram, ou sobre o que irá acontecer depois, com tudo isso que veio antes sendo uma longa e (espero) importante caracterização de cenário e personagens.

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Depois de toda a tensão do episódio anterior esse foi bem mais … bem menos … bom, ele não foi tranquilo, calmo, sossegado, mas definitivamente não foi tenso como o terceiro. A princesa foi fazer as coisas de princesa dela (ou seja, tentar convencer os burocratas do governo de que é ela quem manda) e o Sorey foi passear na cidade.

Ou era essa a sua intenção, mas acabou nem entrando nela e ao invés disso foi dar uma volta em uma ruína próxima com Mikleo e Lailah, seus dois serafins codificados por cor. É curioso como pela aparência os dois aparentem ser adolescentes mas a Lailah saiba tantas coisas a mais que o Mikleo, dando a entender que talvez seja bem mais velha. Ou talvez ele apenas nunca saiu do Elysio mesmo.

De um jeito ou de outro é conveniente assim porque soaria estranho se do nada o Mikleo se tornasse o tutor do Sorey, ensinando a ele coisas sobre o mundo e sobre ser o Pastor. A Lailah serve melhor ao papel de instrutora de começo de jogo.

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Estou um pouco preocupado com as notícias sobre a segunda temporada. A primeira nem havia acabado ainda e já anunciavam Gen Urobuchi (Madoka Magica) como co-roteirista. Dias depois anunciaram o Kazuki Nakashima (Gurren Lagann) também como co-roteirista. Não é possível que estejam insatisfeitos com o resultado do trabalho do Masaki Tsuji, certo? Se o trabalho dele fosse ruim o estúdio Bones sequer teria perspectiva de retorno financeiro na segunda temporada para justificar a contratação de dois pesos pesados do mercado. Isso é apenas a lógica. Não só isso, mas eu pessoalmente estou achando a história muito boa, pelos motivos que apresentei em todos os doze artigos de episódios que já escrevi, no artigo especial, e também pelos que apresento nesse artigo final. Acredito e espero que seja só marketing para aumentar a expectativa, os patrocínios, licenciamentos e, claro, as vendas. Nada contra Urobuchi e Nakashima, adoro o trabalho dos dois. Mas se já está dando certo, mudar para quê? Mais do que isso: o que todo mundo faz junto, ninguém acaba fazendo. O Tsuji já está trabalhando junto com o Shou Aikawa. Será um roteiro escrito a oito mãos? Isso para não entrar no mérito do estilo de cada um deles né. O que o Urobuchi escreve absolutamente não combina com o trabalho do Nakashima, e os dois são diferentes do Tsuji (que é mais velho e mais experiente, poderia trabalhar facilmente com qualquer um deles, não duvido do cara, só estou com medo do resultado não ser tão bom assim).

Bom, já agourei demais a próxima temporada e nem falei desse episódio ainda né? Foi esperado, no sentido de ter terminado tudo com algo grande, muita ação e muita gente envolvida. Mas alguns detalhes em si foram surpreendentes e inesperados. Um fechamento excelente para esse capítulo da história!

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Shomin Sample chegou ao fim, e escrevo esse artigo com um bocado de atraso (considerando que deixei de escrever semana passada) mas sem falta. O que foi esse anime? Uma comédia de cotidiano escolar? Um romance harém? Uma dramédia de relacionamentos adolescentes? Foi um pouco de tudo isso e … foi um pouco. Não, pouco é injusto, foi médio. Quero dizer, eu gostei, achei legal, ri bastante em alguns episódios, me emocionei e torci bastante noutros (principalmente pela Aika), fiquei bastante incomodado com fanservice fora de hora (e me entretive medianamente nas poucas vezes em que ele veio na hora e do jeito certos), mas Shomin Sample é tudo menos memorável. Talvez até tivesse potencial para isso (eu gosto bastante dos seus personagens) mas o roteiro não acertou em cheio. O fato é que Shomin Sample é um anime que em uma temporada normal eu sequer teria assistido só por causa da sinopse, mas nessa temporada o que mais tinha para me fazer rir? O que mais tinha de absurdo para assistir? Assim que não apenas assisti mas acabei escrevendo artigos episódicos sobre o anime. E não me arrependo.

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