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Não serão 18 bruxas, mas apenas 10. Bom, na verdade 11. Por que eu achei que fossem 18? Ok, o título. Mas foi só isso? Eu podia jurar que vi em sinopse ou notícia por aí que eram 18 bruxas, quando na verdade, pesquisando aqui, nunca nenhuma notícia e nem o site oficial fala na quantidade de bruxas. Jamais. Eu estava pronto para chamar esse artigo de “Fui tapeado!” por causa disso, mas parece que não fui. Ou fui, mas pela minha própria memória – e desde o começo do anime!

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Qualquer pessoa lendo meus artigos não pode dizer que alguma coisa nesse episódio a surpreendeu, certo? O ritmo do enredo foi mais lento do que eu gostaria, a nova batalha em Anatae apenas começou e nada muito divertido aconteceu ainda; os demônios ainda não deram as caras, a Rita não apareceu (maior ponto negativo do episódio), mas eu acho que entendo e aceito. A partir de agora tudo vai acontecer ao mesmo tempo – e se os dois últimos episódios não forem alucinantes, aí sim eu vou reclamar!

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Tive grande dificuldade para escrever esse artigo. Não importa a história que o episódio inteiro contou, a única coisa que consigo ter na cabeça é aquela maldita cena final, que nada teve a ver com todo o resto. Imagino se é o mesmo para você?

Bom, só posso esperar que eu não tenha escrito demais sobre ela e de menos sobre o episódio inteiro.

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Quero dizer, sobre o que foi esse episódio? Qual era o problema da garota? Não que eu não possa me relacionar. Ser blogueiro é sofrido mesmo! E ela é blogueira em mais de um blog, como assim? Haja sofrimento! Mas não é todo blogueiro que gosta de morangos, descobri recentemente. Eu, a exemplo da garota desse episódio (que tinha um nome peculiar, trato dele adiante), gosto. O Kiraht, meu colega aqui no Anime21, não gosta.

Bom, sem brincadeiras mais, esse episódio foi sobre nada. Digo, a garota em si não era importante. Depois de nove episódios, esse aqui resolveu finalmente lidar um pouco com a situação do protagonista, o Haruto. Bem pouco. Tão pouco que em termos de história foi o pior dos episódios, na minha opinião. Só dou uma nota boa porque gostei bastante da arte. Sim, no primeiro episódio também reclamei muito da história – e também acabei dando uma nota boa por causa da arte. A partir de agora quero mais do que arte bonita, 18if!

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Esse episódio confirmou a pior hipótese: o Alessand agiu sem pensar, sem planejar nada, sem combinar com ninguém, no impulso. E esse impulso vai custar muitas vidas! Em termos de utilidade, essas serão as vidas mais inutilmente perdidas no anime até agora. E você ainda odiava o Charioce?

O Rei é um facínora sim, mas nunca esteve exatamente nos planos dele matar alguém. É só que ele mata tudo e todos que estão no caminho entre ele e seu objetivo – e a essa altura não podemos mais ter dúvida, podemos? Ele quer matar de uma vez por todas o Bahamut. Com certeza é uma das piores formas de abordar o assunto, mas existe uma série de diferenças entre seus atos calculados e o assassinato aloprado do Alessand que sem dúvida deixam o Rei em vantagem moral.

Vai lá, pode odiar o Alessand.

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Um ataque anfíbio depende muito do fator surpresa. Atacar posições defensivas é sempre difícil, mas muito mais quando se vem pela água – qualquer erro de cálculo ou execução e você é forçado de volta para a água, onde estará basicamente indefeso contra o fogo inimigo.

Esse episódio de Centaur no Nayami apresenta o povo anfíbio e seu mais ilustre representante mundial, mas o título do artigo é só piada, não tem nenhuma guerra nele. Ou será que tem?

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