Dynazenon arrebentado, à mercê do kaiju da vez

Bom dia!

Mexer com o passado nem sempre é agradável. De fato, frequentemente é desagradável, como descobrem Koyomi e Yume nesse episódio.

Ambos se saíram mal ao lidar com a realidade, e o abalo que sofreram atingiu os demais membros da equipe Dynazenon como ondas de choque. Esse foi um péssimo episódio para enfrentar um kaiju.

A situação de ninguém é simples, mas eles precisam sair dessa de alguma maneira. Para começar, precisam se comunicar para que os demais saibam exatamente pelo que estão passando e o que precisam nesse momento.

Alternativamente, eles podem apenas ficar pensando positivo e esperar que tudo se resolva sozinho. E provavelmente morrerem no processo.

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Miyako telefona para Yukiko

Bom dia!

Miyako e a tenista, as duas garotas salvas pelas heroínas nos episódios anteriores, foram convencidas com palavras a, como dizer, “voltar para a luz”? Enfim, a manter seus sentimentos e lidar com eles.

Eu cheguei a comentar (talvez zombando um pouco) que o que as refletoras do bem fazem é só conversar. Esse episódio confirmou que é isso mesmo. É só isso.

Elas têm poder mágico e o usam para combater as refletoras do mal, já que de outra forma nem teriam oportunidade de conversar com essas garotas em primeiro lugar em circunstâncias normais. Também precisam usar magia para desfazer efeitos mágicos – enfiar a flor de volta dentro das garotas, basicamente.

Não duvido que haja outras situações em que seja necessário lutar, e em que talvez seja preciso usar poder de forma mais direta para salvar as garotas, mas por enquanto conversar tem sido a solução.

E se conversar é suficiente, dadas as condições ideais, nem é preciso ser uma refletora para salvar alguém. Miyako veio para o resgate nesse episódio!

A Miyako deveria ganhar uma medalha de refletora honorária.

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Lily arrasa em sua performance improvisada

Bom dia!

Começou com o tradicional briefing que as garotas do Franchouchou têm com seu produtor na masmorra da mansão: quando Koutarou entrou, era Lily quem estava no parlatório. E já com um plano em mente, que tratou de expor às colegas.

Sua ideia foi inscrever-se no “Japanese Got Performance”, versão Zombieland anime da franquia real Got Talent, que não tem versão japonesa (mas tem uma Asia’s Got Talent que inclui vários países do sul e sudeste da Ásia), está em sua terceira versão em Portugal (Aqui Há Talento, Portugal Tem Talento, e o atual Got Talent Portugal), e no Brasil teve uma única edição fracassada na TV Record chamada Got Talent Brasil.

Todas a apoiaram. O Koutarou não conseguiu sequer abrir a boca.

E uma vez no programa, apesar das manipulações e da boa atuação de seu adversário Light Oozora, um artista-mirim como ela foi quando viva, Lily arrebentou na apresentação final, improvisando canto e dança baseados na mesma música que ele havia acabado de apresentar (e que ela já pretendia cantar).

Mas o episódio no geral pareceu estranho.

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Kano conversando descontraída em um vídeo antigo

Bom dia!

A essa altura já ficou claro os combates são secundários, certo? Quase metade do anime e eles ocupam uma porção menor do tempo de tela e têm sido muito fáceis para os heróis vencerem.

Não que isso seja um problema. Dynazenon tem muitos personagens e eu estou bastante interessado nas histórias deles, o que aconteceu com eles e como eles vão evoluir. É preciso tempo para contar tudo isso.

O que o anime tem feito, e fez muito nesse episódio em particular, é usar bastante linguagem visual, ou de outras formas contar a história sem precisar recitar a história.

Não estou dizendo que as batalhas estejam sendo ruins, ou que não possam vir a ser importantes. Sou capaz de apostar que pelo menos a batalha final vai ser épica e sofrida.

Mas por enquanto nem os eugenistas estão se esforçando.

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Ruka e Hiori precisam se entender

Bom dia!

Comunicação é importante. Vivemos em sociedade e, enquanto não inventarmos telepatia, não vamos nos fazer entender a não ser que falemos o que queremos.

Embora Blue Reflection seja uma fantasia mágica, as refletoras também não têm telepatia entre seus poderes, portanto…

Como dizia Chacrinha:

Quem não se comunica, se trumbica!

(E não, eu não sou tão velho a ponto de lembrar do Chacrinha, só aprendi o bordão)

Com efeito, em muitos animes os conflitos surgem da falta de comunicação. Só para ficar em alguns exemplos dessa temporada:

Em Osananajimi ga Zettai ni Makenai Love Comedy (Osamake), bastava a Shirokusa ter perguntado ao Sueharu quando finalmente se reencontraram pela primeira vez em anos por que ele desapareceu quando criança, se apresentando como “Shiro-chan” de suas memórias, que tudo teria sido evitado.

Em SSSS.Dynazenon, a Yume está correndo atrás de quem saiba sobre a irmã dela, mas provavelmente se ela se sentasse com o Gauma e com os Eugenistas de Kaiju para todos compartilharem o que sabem muita coisa seria esclarecida.

Em Mashiro no Oto, se o avô do Setsu não tivesse passado a vida toda se comunicando com ele como o Mestre dos Magos, de forma críptica, o neto teria entendido o que o avô esperava de verdade dele e não teria ficado traumatizado com sua morte (ou pelo menos não tão traumatizado).

E por aí vai.

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Ai e Junko se encontram no meio do ar

Bom dia!

O que que a Junko vai fazer? O que que a Junko pode fazer? De repente toda a responsabilidade pelo sucesso ou fracasso de um grande show pesa nas costas dela e a pobre menina zumbi está morrendo de preocupação.

Um show em estádio? Abrindo para o Iron Frill? E sem a Ai?

E a Ai ainda por cima é recrutada pela líder do Iron Frill???

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Gauma parece não estar mais se sentindo tão especial assim

Bom dia!

Haha, quem poderia esperar que o protagonista iria se apaixonar pela menininha bonitinha, né?

E ele é horrível nisso. A Yume falta a um treino e ele perde a concentração, e quando descobre que ela foi se encontrar com alguém, sem nem saber com quem ou o motivo, perde o rumo.

Na primeira oportunidade que teve ainda perguntou a ela com quem que saiu.

Cuidado com esse ciúme aí, parça.

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Ruka diz a Hiori que pode confidenciar-se com ela

Bom dia!

Viva, as heroínas venceram! Mas isso era esperado.

Oba, a Ruka se transformou! E isso também era esperado.

Desculpa, eu sei que toda história é em certa medida previsível e que na verdade tem que ser assim, mas é a partir disso que se complementa com aquilo que torna cada história única. O que é que torna Blue Reflection Ray único?

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Saki se declara para White Ryu

Bom dia!

Eu sei que já saiu o episódio 3, e eu planejava escrever um artigo sobre ambos episódios, mas o episódio 3 é começo de um arco, então achei por bem escrever apenas sobre o 2, ainda que bastante atrasado, e semana que vem sai artigo dos episódios 3 e 4 analisando a história inteira.

Tudo bem assim?

Zombieland voltou a ter episódios focados em suas personagens, como foi na primeira temporada. Faz sentido e não sei porque eu já não esperava por isso.

E isso me fez pensar naquele clichê bastante japonês sobre pessoas que morrem com arrependimentos ou assuntos inacabados e por isso não conseguem partir, se tornando almas penadas.

Não é tão diferente do que temos em Zombieland Saga. É só que aqui temos zumbis ao invés de fantasmas. E isso faz toda a diferença.

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Yomogi conta para os demais o que Juuga o contou

Bom dia!

Ok, vou fazer umas especulações selvagens nesse artigo, sendo a principal delas a que vai no título: os 5 mil anos de que falam o Gauma e os controladores de kaiju eugenistas correspondem aos 5 anos atrás em que a irmã da Yume morreu.

E a irmã da Yume é a mulher que o Gauma quer reencontrar. Esse é o objetivo dele, é por isso que ele luta, como ele mesmo disse. O resto eu trato ao longo do artigo e saio totalmente de controle no final, com a minha hipótese.

Além do Gauma, quais os objetivos dos demais personagens?

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