Vivy canta na abertura do anime

Vivy: Fluorite Eye’s Song é a história de como Diva, uma androide com inteligência artificial, também chamada de Vivy, trava uma luta de cem anos para evitar a rebelião dos robôs contra a humanidade no futuro.

Ela faz isso com a ajuda de Matsumoto, um robô não androide com inteligência artificial, cuja consciência em forma de dados foi enviada para o passado para alertar sobre esse futuro terrível e recrutar a primeira robô com inteligência artificial “autônoma”, como o anime chama (e que só significa que ela está ligada a uma torre central de dados, chamada de Arquivo).

Para além de ser uma história de ação e drama (e, frequentemente, tragédia) do mesmo autor de Re: Zero e Warlords of Sigrdrifa, Vivy é um anime bem informado sobre questões envolvendo a tecnologia da inteligência artificial. Pretendo escrever três artigos sobre isso.

Neste ensaio, trato dos conceito de Inteligência Artificial e Singularidade Tecnológica, explicando do que se tratam e como são retratados em Vivy: Fluorite Eye’s Song.

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E já entrando no último arco dessa excelente obra, temos aqui o episódio que nos trouxe – ainda que sem detalhes – a tão esperada resposta sobre a fonte de todo o problema envolvendo as IA. Considerando todo o esforço feito pelos protagonistas, onde será que o Projeto Singularidade falhou contra o desenvolvimento tecnológico da torre?

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Depois de tantas lutas e perdas numa jornada de vários anos, o que acontece com a protagonista ao chegar no fim de sua missão, tentando salvar o mundo de uma trágica guerra? Para quem tem essa dúvida, esse episódio explora esse outro momento da Vivy, que também encara a “perda” da sua voz, tão importante para sua outra – e principal – missão.

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Yugo é alguém que desde o princípio da história se opôs a Vivy, sem que de fato entendêssemos a lógica distorcida do personagem para estar contra as IA, quando deveria ser grato a nova vida que recebeu de cada uma delas. Do outro lado o Antonio recebe a missão de dar suporte, mas parece que isso foi a última coisa que ele conseguiu prover a sua parceira. No auge do embate com os protagonistas, o que une os esses dois? O título do artigo.

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Ok, esperávamos mais um arco dramático como de costume, porém esse da Ophelia está indo bem além de qualquer teoria e expectativa que criamos. Com a Diva tentando se ajustar as suas duas realidades e o Matsumoto decidindo se precisa dela ou não, qual a chance deles conseguirem salvar essa singularidade, que ainda conta com presenças imprevistas e providencialmente inoportunas?

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Novo episódio, novo arco, novos personagens e porque não, uma nova Diva. Na singularidade que nos traz a doce Ophelia aos holofotes, a protagonista mostra um outro lado de si que ninguém esperava ver, como resultado do trauma causado pela tragédia com o Saeki e a Grace. Será que essa mudança inesperada vai prejudicar ainda mais a missão, ou aqui houve mais um mal que veio para bem?

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Em mais um episódio incrível e intenso, o anime esfrega novamente em nossa cara como a missão da Diva não é brincadeira – mesmo para uma I.A que supostamente não deveria sentir nada -, assim como mostra que a balança de causa e consequência tem pesos complicados aqui, difíceis o suficiente para mexer com o sistema nervoso da nossa forte protagonista.

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Depois de duas missões bem sucedidas, era de se esperar que a Vivy e o Matsumoto tivessem avançado em seu projeto de salvamento, mas será que é isso mesmo? A cada passagem de tempo o problema parece se tornar maior e a vitória mais distante, então como a dinâmica dupla de dois dará a volta na sua complicada situação?

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O que achar de uma estreia com dois episódios tão intensos como esses? Bom, Vivy vem com a árdua missão de nos conquistar com a jornada da Diva, que precisa reconstruir 100 anos de história, para que assim humanos e IAs possam coexistir em paz e harmonia – ao menos dentro do possível. 

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