Antes de mais nada, gostaria de deixar aqui anexado >>(link)<< o artigo feito pelo Fábio Mexicano sobre o filme de Ghost in the Shell, pois ele já cobriu o anime, e é costume no blog não se fazer dois artigos sobre o mesmo anime.

Entretanto, esse artigo de agora, feito por mim, não versa com a intenção de resenhar o anime de GITS, mas sim desenvolver um debate focado sobre um único aspecto. A existência do GITS 2.0. Uma resenha mais aprofundada e detalhada da obra, que pode oferecer conteúdo para um debate mais amplo, segue junto ao vídeo que deixo abaixo.

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O breve OVA (assistam aqui antes de ler), que na verdade é um clipe musical, feito sob encomenda para a música de mesmo nome da dupla japonesa de rock pop, Chage and Aska, dirigido e animado por ninguém menos do que o lendário Miyazaki, é o que eu chamo de obra de arte de transposição. Explico melhor no decorrer deste singelo artigo/resenha do clipe em questão.

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O artigo de hoje foi cedido pelo Rodney Ferreira. É uma participação especial, já que para além de ser um grande amigo de faculdade, ele um otaku de coração.

Estou fazendo essa breve apresentação devido ao fato de que ele não faz parte do blog, e também para contextualizar o texto dele aqui indicado.

Ano passado, antes de engrenar no mestrado em filosofia, Rodney e eu (Youkai), participamos da V Jornada de Filosofia Oriental e Intercultural da USP e I Congresso Internacional de Filosofia Intercultural da ALAFI, em uma mesa sobre cinema japonês. Nessa mesa, eu apresentei uma leitura filosófica sobre o filme Millenium Actress, e o Rodney fez um ensaio, muito mais denso, sobre o filme Tenshi no Tamago.

Pronto, contextualização efetivada! Não vou encher linguiça.

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Ler é importante. Quando se refere a cultura otaku existem dois tipos de mídias que são consumidas por meio da leitura: o mangá e a light novel. O primeiro é quadrinho, o segundo é livro. Ambos são o que os otakus consomem antes, durante ou depois – e várias vezes até sem relação alguma -, do anime.

Todas têm o mesmo propósito, contar histórias, mas um apelo diferente, principalmente em um país como o Brasil – conhecido por ter um baixo número de leitores e uma má distribuição de renda. Com pouco dinheiro, pouco é gasto com o que é considerado lazer, e ler sempre fica em segundo plano em relação a coisas como o cinema ou a TV.

Mas ainda assim há um mercado de mangás no Brasil. Não é tão sólido e grande como eu gostaria, mas é consolidado em comparação ao mercado de light novels, um que teve formação tardia e ainda está dando os primeiros passos rumo a prosperidade.

Com esse artigo pretendo não repetir o chavão do “compre para apoiar, senão o mercado não sobrevive”, mas contextualizar melhor esse pensamento e explicar porque acho que ler, e ler light novels, é essencial!

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John Locke (1632-1704) dizia em sua Teoria Empirista que o ser humano ao nascer é uma tábula rasa, ou seja, a criança é como uma folha em branco, e folha em branco aceita tudo. Ela aprende com as suas experiências e molda seu caráter de acordo com suas vivências.

Partindo do princípio Empirista, podemos considerar o Gon uma tábula rasa no início de Hunter x Hunter e, por isso, assim como nós, ele é moldado de acordo com suas vivências. O mais interessante é ver que ele é precisamente trabalhado emocionalmente dentro do tempo que a obra tem. As coisas vão acontecendo com ele e com seus amigos, ele vai tirando ensinamentos e experiências, e se você comparar o primeiro episódio da obra com o último (do arco do Gon), verá que não é difícil fazer um paralelo com a sua própria vida. Quantas vezes você já passou por algo que mudou alguma coisa em você? Por mais superficial que seja, diariamente passamos por experiências e aprendemos com erros e acertos, sejam nossos ou de alguém do nosso círculo.

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Black Clover é um mangá da Shonen Jump (que atualmente está perto de ter 200 capítulos) e no ano passado recebeu uma adaptação em anime pelo estúdio Pierrot. Eu lembro de quando Black Clover saiu e eu também lembro do motivo de não ter lido ou visto ele naquela época… era porque o protagonista gritava horrores. Depois de mais de ano, o principal continua gritando horrores, mas como vamos falar do anime/história em si, não preciso comentar o meu sofrimento e de como enjoei da voz dele… e sim vou usar arquétipos, sem arquétipos eu sou nada. Infelizmente.

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Após algum tempo, eu decidi voltar com um daqueles artigos que fazia antes de seguir para os episódicos, como este, ou este aqui. Na verdade, nunca pensei em escrever um sobre Gals, e o pior que esse tipo de assunto não é tanto a minha especialidade, porque vamos aos fatos: eu não sou muito feminina, e ver essas meninas que gostam de cuidar de si mesmas todos os dias me impressiona. O fato é que isso é muitas vezes mal interpretado por quem vê esse tipo de garota, além do que, várias séries e animes nos fazem ter pensamentos errados sobre elas.

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Uma franquia preocupada em tocar os corações das pessoas tanto através de romances e da música quanto através dos seus mechas. Uma obra concebida durante a década em que robôs gigantes reinaram supremos e que continua a influenciar criadores e a povoar os sonhos dos apreciadores de operas espaciais até hoje. Com vocês, mais um episódio de Entre no maldito robô.

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Em 1963, Tetsujin no. 28-go chegou as telas das televisões japonesas mostrando um robô controlado remotamente. Em 1972, Mazinger Z apresentou pela primeira vez um colosso metálico pilotado internamente tal qual uma aeronave. Em 1979, Gundam mostrou uma arma de guerra em forma humanoide com limitações numa história onde heróis e vilões não são tão diferentes assim um do outro que a fizeram diferente de tudo o que havia sido produzido no gênero mecha até então. Dois anos antes, Star Wars arrebatou dezenas de milhões de corações e mentes ao redor do mundo ao propor uma nova roupagem do clássico conflito entre Bem e Mal num cenário intergalático e tecnológico com claras influências orientais.

Todas essas histórias, narrativas, elementos e personagens abriram as portas para uma nova década onde criaturas mecânicas de enorme estatura (algumas não tão grandes assim), estreantes e veteranas, na TV, no cinema e até em novos formatos audiovisuais reinaram supremas. Estou, é claro, falando dos anos 1980, a era onde o gênero mecha se metamorfoseou, se expandiu, alcançou picos de popularidades nunca vistos e se enraizou definitivamente no inconsciente coletivo de uma nação e, porque não, de todo um planeta. Sejam todas e todos muito bem vinda(o)s ao quinto episódio de Entre no maldito robô.

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Shirobako e Demi-chan wa Kataritai (Interviews With Monster Girls) são animes em que o trabalho surge como um dos temas e/ou pano de fundo, seja explorando o processo de produção – no caso de Shirobako temos ainda a metalinguagem, indo fundo na concepção e resultados de um anime – ou a maneira que o labor pode tornar a vida de outros melhor – na pesquisa e tentativa de compreensão do professor das meninas monstro em Demi-chan wa Kataritai, um belo exemplar de mix de slice of life, sobrenatural e comédia. O trabalho (a forma como nos relacionamos com ele e suas regras) passou por muitas mudanças ao longo dos séculos. Porém, sentimentos e sonhos são algo que sempre estiveram presentes nas progressões e regressos que o trabalho sofreu a cada nova alteração promovida em algum período da história.

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