O terceiro filme de Madoka Magica fecha com chave de ouro a história principal do cenário, a espinha dorsal da franquia. O considero como o melhor dos três filmes, o mais incrível e competente em ser ótimo em todos os elementos técnicos e minúcias que compõem a essência da animação. O mistério se revela, e ao mesmo tempo que se desvela o enredo em uma excelente narrativa visual, as perguntas que a obra sucinta, na verdade não são nunca respondidas, pelo menos não diretamente.

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Dando continuidade a jornada iniciada no primeiro artigo, agora temos o segundo, baseado no segundo filme de Madoka Magica. Esse segundo filme oferece o fechamento da história, recontando e readaptando exatamente a mesma história apresentada no anime seriado, de 12 episódios. O Terceiro filme deve ser entendido como um spin off, e como possível final alternativo ou definitivo da trama, mas o comentarei posteriormente. Vamos ao segundo filme.

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O anime de hoje exige responsabilidade. Digo, talvez seja um dos poucos animes lançados nos últimos tempos que seja recoberto de tamanha unanimidade. Que jogue a primeira pedra aquele que não elogia a grande gama de qualidades de Madoka Magica, e por contraste, a sua efêmera ausência de defeitos.

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Cenas de ação são uma faca de dois gumes na hora de analisar ficção. Por um lado, essas cenas por diversas vezes são as mais adoradas de uma obra, ao ponto de conseguirem monopolizar o interesse do público. Por outro, é muito comum que também sejam vistas apenas como algo que segura a audiência, ao ponto de terem seu valor reduzido, sendo consideradas nada mais que um espetáculo vazio.

Minha intenção com este artigo é demonstrar que cenas de ação não tem por que serem apenas um festival de sakuga, e demonstrar todo o potencial que elas possuem para caracterizar personagens e engrandecer a narrativa além de apenas progredi-la.

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Quem nunca comeu miojo que taque a primeira pedra. Pois bem, após uma épica aventura por Kara no Kyoukai, tiro uma semana para relaxar e apreciar, não o prato macarrônico típico do japonês médio, mas sim o resultado de marketing da empresa mais famosa, ou ao menos mais artística, do pedaço. Cup Noodles.

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Chegamos ao último, e agora ao último mesmo, filme de Kara no Kyoukai. Primeiramente, obrigado por existir, anime belo, anime formoso, anime que é exatamente o meu estilo favorito de animes. Tudo bem, é uma adaptação de uma novel, eu sei, mas o que fizeram no decorrer desses onze filmes, é algo fantástico. Não acreditam em mim? Então leiam até o final essa resenha do filme de Kara no Kyoukai Remix: Gate of Seventh Heaven.

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Antes de mais nada, gostaria de deixar aqui anexado >>(link)<< o artigo feito pelo Fábio Mexicano sobre o filme de Ghost in the Shell, pois ele já cobriu o anime, e é costume no blog não se fazer dois artigos sobre o mesmo anime.

Entretanto, esse artigo de agora, feito por mim, não versa com a intenção de resenhar o anime de GITS, mas sim desenvolver um debate focado sobre um único aspecto. A existência do GITS 2.0. Uma resenha mais aprofundada e detalhada da obra, que pode oferecer conteúdo para um debate mais amplo, segue junto ao vídeo que deixo abaixo.

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O breve OVA (assistam aqui antes de ler), que na verdade é um clipe musical, feito sob encomenda para a música de mesmo nome da dupla japonesa de rock pop, Chage and Aska, dirigido e animado por ninguém menos do que o lendário Miyazaki, é o que eu chamo de obra de arte de transposição. Explico melhor no decorrer deste singelo artigo/resenha do clipe em questão.

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O artigo de hoje foi cedido pelo Rodney Ferreira. É uma participação especial, já que para além de ser um grande amigo de faculdade, ele um otaku de coração.

Estou fazendo essa breve apresentação devido ao fato de que ele não faz parte do blog, e também para contextualizar o texto dele aqui indicado.

Ano passado, antes de engrenar no mestrado em filosofia, Rodney e eu (Youkai), participamos da V Jornada de Filosofia Oriental e Intercultural da USP e I Congresso Internacional de Filosofia Intercultural da ALAFI, em uma mesa sobre cinema japonês. Nessa mesa, eu apresentei uma leitura filosófica sobre o filme Millenium Actress, e o Rodney fez um ensaio, muito mais denso, sobre o filme Tenshi no Tamago.

Pronto, contextualização efetivada! Não vou encher linguiça.

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Ler é importante. Quando se refere a cultura otaku existem dois tipos de mídias que são consumidas por meio da leitura: o mangá e a light novel. O primeiro é quadrinho, o segundo é livro. Ambos são o que os otakus consomem antes, durante ou depois – e várias vezes até sem relação alguma -, do anime.

Todas têm o mesmo propósito, contar histórias, mas um apelo diferente, principalmente em um país como o Brasil – conhecido por ter um baixo número de leitores e uma má distribuição de renda. Com pouco dinheiro, pouco é gasto com o que é considerado lazer, e ler sempre fica em segundo plano em relação a coisas como o cinema ou a TV.

Mas ainda assim há um mercado de mangás no Brasil. Não é tão sólido e grande como eu gostaria, mas é consolidado em comparação ao mercado de light novels, um que teve formação tardia e ainda está dando os primeiros passos rumo a prosperidade.

Com esse artigo pretendo não repetir o chavão do “compre para apoiar, senão o mercado não sobrevive”, mas contextualizar melhor esse pensamento e explicar porque acho que ler, e ler light novels, é essencial!

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