Após a estreia da segunda temporada de Bananya, dou sequência as novidades trazendo um novo curta, o curioso Urashimasakatasen no Nichijou. O anime dos idols masculinos promete trazer boas risadas e muita bobeira que só poderia sair da mente de garotos tontos no ensino médio.

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Acho que se tem algo que essa terceira temporada de Starmyu me ensinou, é que uma mesma história pode sim ser contada várias vezes, sem que seu sucesso seja comprometido pela repetição. O que acontece no entanto, é que esse bom resultado caminha dependendo da inclusão de novos elementos que casem bem com a proposta, fazendo sentido em um conjunto geral.

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Onanie Master Kurosawa: After the Juvenile é uma história curta de dois capítulos que funciona como epílogo para o mangá publicado de forma amadora, mas que ganhou certa notoriedade na internet e uma edição em quatro volumes lançada posteriormente.

Fiz um pequeno texto de indicação do mangá que você pode conferir aqui e agora comentarei essas poucas, mas preciosas, páginas em que personagens que aprendi a gostar tanto compartilham os problemas entre si, escondendo um pouco também, e apreciam memórias de suas juventudes; que podem não durar, mas é justamente por isso que são tão importantes.

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Você gosta de bananas? Eu adoro. Você gosta de gatos? Eu gosto (um pouco). Você gosta de Bananya? EU AMO!!!

Nem quero saber quem é idealizador por trás da ideia do anime, porque não vou me conter em mandar uma mensagem elogiando toda a sua genialidade e ele vai ficar se achando. Bananya é único, não à toa hordas otakas aguardavam ansiosas por seu retorno. É hora de Bananya no Anime21!

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A segunda temporada de DanMachi contou com vários altos e baixos, mas com esse último episódio me lembrei do que realmente me fez gostar do anime: a relação entre Bell e Hestia. Apesar de ser um episódio bem parado e sem lutas, esse tom mais intimista foi muito bem-vindo para terminá-lo aquecendo nossos corações.

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Vindo como uma das agradáveis surpresas dessa temporada, Tejina-senpai é uma comédia que narra as peripécias de uma protagonista que ama a mágica e tudo o que está ligado a essa arte. Ela batalha para dominar os truques, ao lado dos amigos mais “normais”, que apenas se importam com os desastres que ela pode causar nas tentativas.

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Em Maou-Sama, Retry! o protagonista é invocado em um mundo de fantasia (novidade…) como o seu personagem Hakuto Kunai, o Rei Demônio do jogo Infinity Game. Mas não é o Infinity Game. Não. É um mundo completamente desconhecido. Não por menos, a maior parte do anime Kunai passa reunindo informações sobre esse novo e desconhecido mundo.

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Infelizmente eu estava sem ideias para fazer uma leva de novos artigos para a coluna de terça-feira. Fiquei pensando em como prosseguir após Chihayafuru, e o Mexicano me deu a seguinte dica: “Por que não escrever sobre mangás que estão sendo falados ao longo de muitos anos?”.

E é claro que um dos exemplos é One Piece, um dos mangás que estão sobrevivendo desde os anos 1990 (22 de julho de 1997) e segue em sua periodicidade semanal, sendo publicado pela Shounen Jump, que é uma revista que tem outros títulos bem famosos, como Dragon Ball e Naruto.

Como One Piece está sendo um mangá que está batendo a quantidade de capítulos em quase 1.000 (tá, um pouco menos), e eu leio muito devagar, resolvi, com ajuda do Mexicano, separar todos os artigos por arco e comentar aos poucos todas as partes importantes que consegui absorver.

Sem mais delongas, aqui vai o primeiro artigo de um mangá que marca muita gente (lembrando que esta coluna contém spoilers, então depois de uma determinada parte, se alguém que não quiser continuar, é por própria conta e risco).

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